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Diga não a notícias falsas

O Folha na campanha contra notícias falsas e boatos na Internet. Consulte os sites http://www.e-farsas.com/ e http://www.boatos.org/. Leia a matéria do link http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/127/divulgacao-de-noticias-falsas-nas-redes-sociais-pode-ter-consequencias-graves.

Lembre: Divulgar notícia falsa sobre as pessoas é crime.


domingo, 31 de outubro de 2010

Simão Jatene é eleito governador do Pará

Com 90,77% das seções apuradas, tucano teve 56,20% dos votos válidos.


Tarso Sarraf/AE 
Simão Jatene (PSDB) foi eleito governador do Pará

Do R7

Simão Jatene (PSDB) foi eleito governador do Pará neste domingo (31).

O resultado foi constatado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com 90,77% das seções apuradas.

Jatene teve 56,20% dos votos válidos, contra 43,80% dos votos dados a Ana Julia Carepa (PT).

O número de votos nulos foi de 92.178 e o de votos em branco de 47.389. O percentual de abstenções no Estado chegou a 26,61%.

A pesquisa de boca de urna feita pelo Ibope no Estado já indicava a vitória de Jatene. O Pará tem 4.763.592 eleitores, distribuídos em 2.292 seções.

Durante a votação deste domingo (31), o TSE registrou 50 ocorrências no Estado, com 43 pessoas presas por boca de urna. Nove urnas apresentaram defeito.

Governador do Pará durante o primeiro mandato do governo Lula (2003-2006), Jatene iniciou a carreira política no fim da ditadura militar, nas primeiras eleições para governador, em 1982. No governo de Jader Barbalho (1982-1987), foi secretário da Previdência e da Reforma Agrária. Mais tarde, em 1988, ajudou a fundar o PSDB. 

Troca de acusações

Na reta final das eleições, a disputa entre os candidatos do Pará tinha se acirrado. Se havia recuado no primeiro turno, Ana Júlia foi mais agressiva no segundo. Ela conseguiu o apoio do ex-governador Almir Gabriel, 78, um dos fundadores do PSDB no Estado e antigo padrinho político de Jatene. Em vídeo gravado, ele chegou a chamar o discípulo de “preguiçoso” e disse que iria perder para a petista.

Do lado de Jatene, parte da subida pode ser creditada ao apoio do terceiro colocado na disputa, Domingos Juvenil (PMDB). Ex-prefeito de Altamira, ele conseguiu 10,8% dos votos válidos no primeiro turno. O partido, comandado no Estado por Jader Barbalho, liberou suas lideranças para apoiar qualquer um dos dois candidatos.

Imprensa internacional destaca vitória de Dilma

Jornais de todo o mundo destacam eleição da primeira mulher presidente do Brasil

O El País diz que Dilma vai governar "um dos países que melhor representam a emergência das novas potências mundiais"

Do R7

A eleição da primeira mulher presidente do Brasil ganhou grande destaque na imprensa internacional. A vitória de Dilma Rousseff ganhou as manchetes de vários jornais, de várias partes do mundo. 
O espanhol El País destacou, em sua manchete principal, que Dilma é “a primeira mulher a conseguir a Presidência do Brasil”. O jornal diz que ela terá à sua frente “uma tarefa formidável [que é governar] um dos países que mais bem representam a emergência das novas potências mundiais”.

O americano The Wall Street Journal destaca, também em sua manchete principal, que “Dilma Rousseff ganha a votação no Brasil”.

O diário diz que “a ex-guerrilheira marxista, que se tornou uma poderosa ministra, tornou-se a primeira mulher presidente do Brasil em uma vitória selada pela prosperidade econômica e a alta popularidade de seu antecessor e mentor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

O francês Le Monde também destacou a vitória da petista em sua manchete principal. O jornal diz que “sem carisma, mas com a reputação de ‘dama de ferro’ quando esteve no governo, Dilma Rousseff foi presa e torturada no início dos anos 1970, ao combater a ditadura. Quase desconhecida há poucos meses, esta tecnocrata deve sua ascensão ao papel ativo do presidente [Lula]”.

“Brasileiros apostam no modelo de Lula”, diz La Nación

A rede CNN em espanhol confirmou a vitória de Dilma e falou sobre as festas programadas para a comemoração.

O argentino La Nación destaca, no principal espaço de sua página, que “Dilma é a nova presidente do Brasil”. O jornal diz que “os brasileiros apoiaram a continuidade do modelo de sucesso construído por Lula”.
O também argentino Clarín diz na manchete principal que “Dilma abre vantagem sobre Serra e se torna a nova presidente do Brasil”.

O italiano La Reppublica diz: “Brasil, é hora de Dilma”, destacando que a petista se impôs sobre o candidato de “origem calabresa”, José Serra, em razão da popularidade de Lula.

O jornal austríaco Der Standard colocou a manchete: “Rousseff será a primeira presidente do Brasil”. O suíço 20 Minuten também destacou em sua manchete: “Dilma Rousseff é a sucessora de Lula”.

ELEITOS!!!

ELEITOS
Dilma, Presidente do Brasil!!!


Jatene, Governador do Pará!!!

Abstenção deve ser alta no segundo turno em Tucuruí

Nas imagens vemos dois locais de votação vazios. 
A imagem de cima é da Escola Júlia Passarinho e a outra da escola Padre Pedro Hermans.

É muito pequeno o número de eleitores nos locais de votação neste segundo turno em Tucuruí. É claro que esta abstenção vai influir na eleição, resta saber o quanto e a quem vai beneficiar ou prejudicar.

Nos bastidores da campanha. Parece filme, mas é a realidade da política


Serra foi surpreendido por ofensiva do PT

Ao chegar ao segundo turno, tucano não esperava que Dilma explorasse denúncia contra Paulo Preto.

Julia Duailibi - O Estado de S.Paulo

Feriado de Sete de Setembro, o presidenciável do PSDB, José Serra, visita feira cristã em São Paulo. A menos de um mês da eleição, o tucano passava por um dos piores momentos da corrida presidencial, com as pesquisas de intenção de voto apontando para a vitória da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, no primeiro turno.

Candidato ao Palácio do Planalto pela segunda vez, Serra recebe ligação de um dos principais aliados, o deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA), que naquele momento, no litoral da Bahia, dedicava-se à sua reeleição. O presidenciável desabafou: "Estão achando que estou morto. Mas vou para o segundo turno".

As quatro semanas que antecederam o segundo turno foram marcadas por uma euforia no QG tucano que foi se dissipando no decorrer dos dias. As pesquisas de intenção de voto, que mostravam ampliação da vantagem da adversária, e o silencioso embate interno entre os principais responsáveis pela campanha dificultavam uma reação política.

O clima tenso no comitê foi catalisado por problemas de captação de recursos, que alimentaram o fogo amigo. No final do primeiro turno, os principais fornecedores, como a equipe de marketing, não tinham nem os seus contratos de prestação de serviço assinados. A direção nacional do partido pressionava o presidente do comitê financeiro, José Gregori, para que ele não assinasse os contratos com cláusulas que pudessem deixar o PSDB, e não o candidato, como responsável por eventuais dívidas.

A campanha teve de lidar ainda com denúncia de desvio de recursos que envolvia ex-funcionário do governo do PSDB em São Paulo. Articulou-se, então, um armistício com o PT. Sem sucesso. Tucanos resolveram partir para o ataque e municiaram Serra com informações de irregularidades envolvendo PT e aliados. A guerra fora deflagrada.

Na semana seguinte à abertura das urnas, os principais nomes do PSDB e de partidos aliados reuniram-se em São Paulo para dar apoio a Serra, embalados pela perspectiva de poder e encorajados pela eleição já resolvida na maior parte dos Estados. O primeiro turno havia sido marcado pelo isolamento político do presidenciável tucano, com candidatos temendo fazer campanha para Serra e perder votos do eleitor lulista.

A casa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso serviu de cenário para a oposição traçar a estratégia do segundo turno, num jantar com líderes do PSDB e do DEM, três dias depois da eleição. Lá foi definido o roteiro da unidade em torno de Serra, que passava pela vitória em Minas. O senador recém-eleito Aécio Neves, presente ao encontro, comprometeu-se não só a fazer campanha, mas a ajudar com recursos em proporção até maior que a angariada pelos paulistas.

Os programas no horário eleitoral gratuito, até então o principal motivo de descontentamento da área política, perderam espaço na agenda de reclamações depois que FHC apareceu, ainda que de maneira tímida, ao lado de Serra.

Conceito de 2004. A campanha foi para a rua explorando o conceito do "bem contra o mal", usado na corrida municipal paulistana de 2004, quando Serra venceu o PT, de Marta Suplicy. O candidato colocou-se na eleição usando o jargão "de coração leve", criado pelo jornalista Woile Guimarães, sócio de Gonzalez, e ao som do jingle "Serra é do Bem", uma reprise da canção usada na disputa anterior.

Os presidentes do PSDB, Sérgio Guerra, do DEM, Rodrigo Maia, e do PPS, Roberto Freire, passaram a frequentar o edifício Joelma, sede da campanha no centro de São Paulo e conhecido por ter sido palco de um incêndio em 1974.

Às segundas ou sextas-feiras, o responsável pelas pesquisas tucanas, Antonio Prado Júnior, o Paeco, exibia o resultado dos trackings ao núcleo político. Na primeira semana, os números não poderiam ser melhores. Três dias depois do primeiro turno, os monitoramentos feitos por telefone, pelo Ibope, mostravam vantagem de 2 pontos porcentuais para Serra - diferença que chegou a 6 pontos em 15 de outubro. O desempenho favorável estava amparado na discussão sobre aborto e nas denúncias de corrupção da Casa Civil, que dominaram parte do segundo turno.

O tema aborto perdeu o combustível, após reação promovida pela campanha de Dilma. "Esse assunto não interessa mais a ninguém", afirmou Sérgio Guerra, ao final do primeiro debate do segundo turno, quando a petista citou declaração da mulher do candidato, Monica Serra, segundo quem Dilma era a favor de "matar criancinhas".

Saiu o aborto, entrou um novo personagem. Em debate da Band, Dilma menciona um desconhecido do público, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto. Na fase de pré-campanha, quando foram levantadas as vulnerabilidades da candidatura, o nome do ex-diretor da Dersa, um dos principais responsáveis pela obra do Rodoanel, orçada em R$ 5 bilhões, havia aparecido. Em agosto, a revista IstoÉ o acusou de sumir com R$ 4 milhões da campanha. A notícia não tivera então repercussão eleitoral.

Os tucanos não esperavam que Dilma mencionasse o assunto. Em 2009, à época das investigações da Castelo de Areia (operação da Polícia Federal que apontava pagamento de propina de empreiteiras a políticos de vários partidos), caciques do PT e do PSDB se encontraram para discutir o tema. Era conveniente que nenhum lado usasse a história. As investigações respingavam em todos.

Ligação no bastidor. A exploração do caso por Dilma deixava claro que o PT, surpreendido pelo segundo turno, decidira atacar. Era hora de uma operação no bastidor. Os ex-ministros Antonio Palocci (Fazenda) e Márcio Thomaz Bastos (Justiça), que se encontrou com Serra mais de uma vez na corrida eleitoral, entraram em campo. Um coordenador da campanha de Dilma ligou para um líder tucano e disse ter sido um "erro" o PT citar o caso.

No comitê tucano, o sinal de guerra havia sido claro. O presidenciável recebeu munição: uma lista com nomes de petistas e aliados, supostamente envolvidos na Castelo de Areia. Na relação, o candidato à vice-presidente na chapa de Dilma, Michel Temer (PMDB), com a observação de que ele fora citado "23 vezes" em relatório da PF. O candidato levou a munição nos outros debates. Mas não a usou.

À medida que o embate se acirrava, as pesquisas mostravam ampliação da vantagem de Dilma. Resultado: maior dificuldade de captar recursos. Em meados de setembro, o coordenador das despesas José Henrique Reis Lobo mandou suspender a produção de material em todo País. Também foi vetada a emissão de 800 mil cartas para empresários, conclamando-os a doar, e a criação de um call-center. Outros integrantes da campanha mandaram e-mails com reclamações a Serra, que foi falar com o coordenador. A saúde financeira da campanha não era boa. O primeiro turno fechara com arrecadação de R$ 62 milhões. Havia R$ 22 milhões de gastos descobertos. O responsável pela arrecadação, Sérgio Freitas, alegava que doadores estavam tímidos por causa das pesquisas.

No segundo turno, Márcio Fortes, que havia sido candidato a vice-governador do Rio, chegou para fazer a ponte entre a arrecadação e a despesa. Mas, mesmo com mais empresas doando - a segunda etapa da eleição teve 70 doadores a mais que o primeiro turno -, o desempenho financeiro foi frustrante. O caixa da campanha deverá fechar um pouco acima dos R$ 100 milhões, montante bem menor que os R$ 180 milhões orçados inicialmente.

Apesar de na última semana da campanha trackings internos já mostrarem Dilma na frente, começaram ataques às pesquisas, com o argumento de que haviam errado no primeiro turno. "Erraram feio em 2010, como em 2006. Entre outras coisas, pela abstenção desigual. A pessoa é parada na rua ou recebe o entrevistador em casa e é instada a responder uma pesquisa. Mas não diz que não pretende votar", avaliou ao final do segundo turno um coordenador.

Na reta final da campanha, o comitê tucano debruçou-se sobre as estatísticas eleitorais. Falava-se, pela primeira vez, num "eleitor mutante", 25% do eleitorado que declarou seu voto, mas mudou de candidato em cima da hora. A dois dias da eleição, os marqueteiros falavam que a eleição estava empatada, no intervalo entre 52% e 48% para qualquer um dos lados. O diagnóstico era contrário às principais pesquisas.

A vitória depende do Sudeste. Em São Paulo, tem de vir por mais de 3,5 milhões de votos de diferença. A despeito dos esforços de Geraldo Alckmin, a desmobilização era clara. Aliados do governador eleito se preocupavam mais com a transição no Palácio dos Bandeirantes do que com a eleição presidencial. Havia insatisfação com o empenho do senador eleito Aloysio Nunes Ferreira, que submergiu após o nome de Paulo Souza, de quem era amigo, aparecer.

Aécio questionado. Se segurar o eleitor paulista em seu reduto eleitoral, Serra pode vencer a eleição com um empate em Minas, repetem os tucanos. A bola ficou com Aécio Neves. No comitê serrista, questionava-se a real intenção do senador eleito por Minas que, em vez de se dedicar à eleição de Serra em seu Estado, viajou pelo País.

Antes de receber o resultado do primeiro turno, Serra, nervoso, tentou se refugiar. O candidato que pleiteava o cargo de maior visibilidade da República buscou o isolamento. Primeiro, na casa da filha, Verônica. Descoberto pelos jornalistas, saiu pela porta dos fundos rumo à casa do amigo Andrea Matarazzo, onde acabou descoberto mais uma vez.

Escapou das lentes dos fotógrafos e se escondeu na casa de um outro amigo. Levou alguns filmes, com os quais pretendia se distrair. Não assistiu. Lá recebeu a notícia de que a campanha não havia acabado. Conseguiu dormir, então, por duas horas.

Hoje, o roteiro deve ser parecido. Mas o desfecho pode ser diferente.

sábado, 30 de outubro de 2010

Humor

Tudo tem seu preço...

Abaixo trecho da matéria do Dep. Parsifal (recurso improvido). Concordamos com a matéria e acrescentamos ainda que o PT Paraense conseguiu fazer o péssimo negócio de trocar o Governo do Estado por um mandato de Deputado Federal e dois de Deputado Estadual.

Jatene tem uma dívida de gratidão muito grande para com a DS, Puty e Paulo Rocha. O PSDB a exemplo do DEM estava rachado, pulverizado. Os tucanos estavam em vias de serem extintos no Pará, até que os "meninos" da DS (Democracia Socialista, uma das tendências do PT e da Governadora), começaram a brincar de ser político e a fazer teimosa e ferrenha campanha de impopularidade entre os aliados, entre o funcionalismo do Estado, dentro do próprio PT, metendo os pés pelas mãos e batendo recordes de trapalhadas, o que resultou na maior rejeição de um governador em toda a história do Pará.

O resultado era de se esperar, só um cego não via. Isto não quer dizer que o Governo Jatene foi ou será melhor do que este que finda, significa somente que como era de se esperar, o profissionalismo e a amnésia coletiva venceu o amadorismo político. Fica a lição ao PT paroara: governo não é brincadeira, não é sindicato e não é para amadores.

Fica para a próxima, se o povo esqueceu um governo medíocre e resolveu renová-lo, nada impede que o mesmo aconteça novamente daqui a quatro anos, afinal de contas ele (o povo), entre os aspirantes ao cargo de governador do Pará, não tem (pelo menos por enquanto) melhores opções mesmo...

Resta agora ao PT e a sua expressiva bancada no Pará, ser melhor oposição do que foi governo. 

Vejam o trecho da matéria do Parsifal: 

"Os aprendizes de feiticeiros da governadora, mesmo sentindo o aziago gosto da derrota nas papas da língua, não perderam a fleuma e, sem a opção da deserção, tentaram tocar fogo em uma militância não mais aguerrida: as escápulas do governo são um mavioso convite à acomodação da rede. 

Colocar as engrenagens oficiais para girar em favor de campanhas eleitorais não é cometimento só deste governo que se finda: quem tem as ferramentas apropriadas aos parafusos eleitorais, usa-as em favor da sua própria mecânica. 

Inobstante a cínica asserção acima, é preciso observar que para tudo há um limite: o torque demasiado pode cuspir a rosca ou extorquir a fenda. 

Foi o que apreciamos no decorrer do segundo turno por parte da necromancia mal gerida da meninada que sequestrou a administração e se colocou a brincar de fazer política no Pará: a inapetência foi tamanha que eles conseguiram fazer a governadora perder para si mesma. 

O recurso que a DS, tendência do PT que isolou Ana Júlia em sua vesguice politico administrativa, impetrou junto ao povo do Pará, permitindo-a ir a segundo turno, deverá ser improvido amanhã: sequer houve a melhora da morte e as urnas deverão mostrar que o estertor apenas foi diferido, para que a via dolorosa fosse mais longa. 

A partir de segunda-feira, um dos lados deverá estar dividindo os louros da vitória com muitos, e quem não logrou êxito estará curtindo sozinha a desdita de não ter vencido por não ter sabido governar. 

Como disse, John Kennedy, parafraseando Napoleão Bonaparte, a vitória tem mil pais, mas a derrota é órfã.”.

Pesquisas apontam vitória de Dilma


Pesquisa:

Ibope = Dilma 56%, Serra 44%. Diferença: 12 pontos.

Datafolha = Dilma 55%, Serra 45%. Diferença: 10 pontos.

Vox Populi = Dilma 57%, Serra 43%. Diferença: 14 pontos.

CNT/Sensus = Dilma 57,2%, Serra 42,8%. Diferença: 14.4%

Média da vantagem de Dilma contra Serra:  12,6%

No Pará, Jatene tem 59% dos votos válidos, e Ana Júlia, 41%, diz Ibope


Em votos totais, Simão Jatene (PSDB) tem 55%, e Ana Júlia (PT), 37%.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos.

Do G1, em Brasília

Pesquisa Ibope sobre a disputa ao governo do Pará divulgada neste sábado (30) mostra que Simão Jatene (PSDB) tem 59% dos votos válidos. Ana Júlia (PT) registra 41%. Na soma dos votos válidos não são contabilizados votos em branco, nulos e indecisos.

Nos votos totais, Simão Jatene tem 55% das intenções de voto, contra 37% de Ana Júlia. Os votos brancos e nulos somam 5% e os indecisos 3%. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou menos.

No levantamento anterior, divulgado em 16 de outubro, considerando somente os votos totais, Simão Jatene registrou 54% dos votos, e Ana Júlia, 36%. Os votos brancos e nulos somaram 5%. Os indecisos também somaram 5%.

O levantamento foi feito com 812 eleitores em 41 municípios do Pará entre os dias 28 e 29 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob o número 19614/2010.
A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal, afiliada da TV Globo no Pará.

Eleição presidencial - Petistas chegam às urnas aliviados e tucanos, resignados


Nos últimos dias da campanha mais tensa desde 1989, dilmistas respiram aliviados enquanto serristas lavam as mãos   
 
Adriano Ceolin, Andréia Sadi, Nara Alves, Ricardo Galhardo  
 
A eleição de 2010, a mais tensa desde o confronto entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello em 1989, termina amanhã, depois de um cabo de guerra muitas vezes desleal pelo voto do eleitor. Após tanta agressividade, o lado da candidata do PT, Dilma Rousseff, chega às urnas com vantagem confortável nas pesquisas depois do tombo no primeiro turno é um verdadeiro alívio. 
 
Do lado do presidenciável do PSDB, José Serra, há resignação. Tucanos proclamam a crença na vitória, mas reconhecem internamente que a virada é mais um desejo do que uma possibilidade. 
 
Nos bastidores, enquanto o PT chega às urnas mais uma vez eufórico, com a certeza de que elegerá a primeira mulher presidente do País, o PSDB procura se auto-absolver de culpa. E é o próprio Serra quem ensaia a explicação para uma eventual derrota ao comparar sua candidatura a David na luta contra o gigante Golias. 
 
Dilma teve mais apoio de prefeitos, deputados e governadores, mais doadores, mais militância. E teve Lula. Diante da máquina federal, o entendimento entre tucanos é de que Serra foi até longe demais e uma vitória, assim como na história bíblica, seria um milagre de Deus. 
 
Coordenadores petistas diminuíram as ironias em respostas aos adversários e trocaram o tom vitorioso em discursos e nos bastidores pela cautela. Petistas admitiram que as pesquisas que indicavam larga vantagem de Dilma sobre o adversário tucano contribuíram para o salto alto e a expectativa de vitória no primeiro turno. A própria candidata pediu, em discurso na última semana durante um evento em Brasília, que os petistas usassem um salto bem baixinho. “O 'já ganhou' não funciona, porque a pessoa fica orgulhosa", admitiu a ex-ministra. 
 
Serra convoca eleitores a não esmorecer. Depois de tentar desmoralizar todos os principais institutos de pesquisa do País, afirmando que são comprados ou têm falhas metodológicas, Serra demonstrou preocupação com a abstenção no domingo. “Troquem o feriado por um feliz ano novo”, disse diversas vezes. O apelo serve para ampliar a vantagem nos Estados em que deve ganhar, especialmente no Sul e em São Paulo, onde conta com o governador tucano eleito Geraldo Alckmin para vencer por uma diferença de 5 milhões de votos. 
 
No Nordeste, no entanto, a abstenção é vantagem para o tucano. Aliados de Serra na região esperam que, sem os candidatos a deputado que na primeira etapa transportaram eleitores até os colégios eleitorais, o tamanho da derrota tucana no Nordeste diminua. 
 
Já em Minas, o ex-governador Aécio Neves, que no primeiro turno garantiu sua própria eleição ao Senado, a do ex-presidente Itamar Franco e reelegeu seu sucessor ao governo, Antonio Anastasia, relatou a Serra que o quadro no Estado não está nada favorável à esperada virada tucana. Resta saber, agora, se eleitor o mineiro será, de fato, o fiel da balança.

Dilma e Serra adotam postura menos agressiva

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

Seja por ser o último embate direto de ideias antes da eleição de amanhã, seja pelo formato diferente do programa, o fato é que os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) foram menos agressivos um com o outro no debate de ontem à noite promovido pela Rede Globo.

Os dois candidatos não fizeram perguntas, somente responderam indagações de eleitores indecisos selecionados pela emissora. Ficaram de pé, o que permitiu interação com o público de 80 pessoas que estavam na arena montada para a atividade. Assim, se limitaram a comentar as considerações feitas pelo adversário.

Foi uma atividade morana, que teve poucos momentos de dinamismo. Mas com afirmações mais ponderadas do que os três últimos (Band, Rede TV! e Rede Record). A petista e o tucano dividiram espaço de aproximadamente quatro metros quadrados, mas mal se olharam. Os ataques, desta vez, foram indiretos, sem ênfase.

Quando o assunto foi corrupção, por exemplo, Dilma não citou Paulo Preto, ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), ligado ao adversário e que está envolvido em escândalo de suposto desvio de verba no governo estadual. Serra não mencionou Erenice Guerra, ex-braço-direito de Dilma na Casa Civil, acusada de suposto tráfico de influência no governo federal.

"Não pode haver impunidade", defendeu a petista. "O exemplo tem de vir de cima, tem de escolher bem as equipes e ser implacável com as irregularidades. Não passar a mão na cabeça, que é terrível para a sociedade", frisou o tucano.

Sobre a valorização do funcionalismo público, a ex-ministra atacou indiretamente o governo de São Paulo, comandado pelo PSDB há 16 anos. "Temos de ter um plano do magistério. Não se pode estabelecer com o professor relação de atritos, recebê-los com cassetete e cessar o diálogo", discorreu, sobre embate entre educadores paulistas que faziam manifestação por melhores salários e policiais que tentavam conter o ato.

O ex-governador, por sua vez, salientou a relação afinada do governo Lula e do PT com sindicatos e movimentos sociais. "Temos de ter entendimentos que passem por cima de partido e de sindicatos partidários. Temos de ter acordo nacional para isso."

Quando os presidenciáveis tentaram explorar suas propostas, ficou difícil diferenciar um projeto do outro. As explicações foram rasas e sobraram as famosas muletas discursivas, como "fortalecer", "ampliar" e "valorizar".

A discussão na área tributária foi um exemplo. "Tem de desonerar folha de salário, fazer uma reforma tributária que diminua os impostos sobre a folha de salário", afirmou Dilma, sem dizer os critérios que utilizará, o que despertou reação sutil do concorrente. 
 
"O Brasil é o país onde existe a maior cobrança de imposto sobre a folha de salário. Mas temos de ter responsabilidade para não tirar (recursos) do FGST (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou do fundo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)? Temos de pensar em outra alternativa", avaliou Serra, também deixando de lado a solução.

As alfinetadas existiram, mas foram suaves. "A Saúde no Brasil voltou para trás", sinalizou o tucano, para finalizar de forma corriqueira ao falar de sua biografia (foi deputado, senador, ministro, prefeito e governador). 
 
A petista enfatizou as conquistas dos últimos oito anos do governo Lula e prometeu zerar a pobreza no País. "Nós crescíamos 2,5% ao ano, às vezes, 0% (atualmente a média é de 4% a 5%)", destacou Dilma, ao considerar que será a continuidade de seu padrinho político.

Sem opção


É uma pena que um povo tão bom, trabalhador e hospitaleiro como é o povo paraense tenha uma tão grande escassez de bons políticos.

É lamentável que a falta de opção faça parecer ao povo do Pará que políticos como Jader Barbalho, seja menos ruim.

Salve a Lei Ficha Limpa!

Parabéns ao TSE e ao Supremo Tribunal Federal...

Parabéns ao povo brasileiro. 

Finalmente uma luz no fim do túnel!!!

Projeto original da Ficha Limpa já previa punição em casos de renúncia


Gilmar Mendes, Jader Barbalho e Joaquim Roriz acusam o petista José Eduardo Cardozo de ter acrescentado regra ao projeto. 
 
Leandro Colon/BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo.
 
A regra que impede candidaturas de quem renunciou a um mandato para escapar de processo de cassação está na origem do projeto popular da Ficha Limpa. Não foi inserida na proposta pelo deputado José Eduardo Cardozo (PT), relator do projeto de lei sobre o tema. 
 
Ela recebeu somente um parecer favorável do petista. No julgamento do caso de Jader Barbalho na quarta-feira, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que esse trecho da lei foi criado pelo PT para influenciar na eleição do Distrito Federal, o que prejudicaria Joaquim Roriz (PSC), que renunciou em 2007 ao mandato de senador. 
 
“No caso específico, da renúncia, aproveitou-se a carona de um projeto de lei de iniciativa popular e se fez uma emenda parlamentar, com nome, sobrenome, vinculado ao PT e quem tem o interesse determinado de exclusão de um candidato. Lei, portanto, de caráter inequivocamente casuístico”, afirmou o ministro. Roriz pegou carona e divulgou ontem nota em que acusou o petista de ser o “autor” da emenda que incluiu a renúncia como critério para barrar candidatos. 
 
Em entrevista ao Estado, Jader também acusou Cardozo de colocar esse item no projeto Ficha Limpa. O artigo que trata da renúncia, entretanto, está no projeto original, de iniciativa popular, entregue pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral com 1,6 milhão de assinaturas no dia 29 de setembro do ano passado. De acordo com o texto, ficariam inelegíveis por oito anos, a contar do fim do respectivo mandato, os que “renunciarem a seus mandatos após a apresentação de representação ou notícia formal capaz de autorizar a abertura de processo disciplinar”. 
 
O texto foi encampado por 22 deputados de vários partidos, entre eles PT, PMDB, PSDB, DEM, e inclusive do PSC, partido de Roriz. Com o número 518/2009, foi protocolado no mesmo dia e com o mesmo texto que menciona a renúncia. O projeto passou a ser discutido numa comissão especial, comandada por Índio da Costa (DEM-RJ), vice do presidenciável José Serra (PSDB).  
 
Coube a ele fazer uma “emenda substitutiva” em cima do projeto. No artigo K, há a mesma citação da renúncia. A proposta foi então debatida na Comissão de Constituição e Justiça, sob a relatoria do deputado José Eduardo Cardozo. O texto recebeu algumas alterações, mas o artigo da renúncia recebeu parecer favorável de Cardozo, foi mantido e aprovado pelos deputados. 
 
Jader foi barrado pela Justiça Eleitoral por ter renunciado ao mandato de senador em 2001 para escapar da cassação. Ele recorreu ao STF e o placar ficou em 5 a 5. Os ministros decidiram que valeria a posição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contrária a Jader. 
 
Procurado pelo Estado, Gilmar Mendes disse que foi informado que havia uma emenda de Cardozo sobre o assunto. “A própria pesquisa que a gente fez, não estava no projeto original e veio de uma das emendas. Isso está numa emenda assinada pelo chefe da campanha da Dilma (Cardozo é coordenador da campanha)”, disse. “Não muda nada (estar na proposta original). Você não garante que isso não foi colocado lá de propósito. Você pode até comprar isso”, ressaltou. 
 
O Estado enviou à assessoria do ministro os projetos originais que mencionam a renúncia. A assessoria reconheceu o equívoco e alegou que Gilmar foi "induzido a erro" por causa do memorial da defesa de Jader que dizia que "no Congresso Nacional foram introduzidas outras cláusulas, inclusive a da alínea "K' aqui versada, com endereço bem marcado". 
 
Já Cardozo evitou um conflito. “Ele estão equivocados. Esse texto não foi meu, veio do original. Dei o parecer favorável. Pode-se discutir as consequências, mas no mérito, sou favorável”.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Babando

 
Deputados do PMDB lançam manifesto em favor de Jader.

O que isso significa?

NADA.

Ou melhor, apenas significa que o ficha suja tem uma corte de bajuladores, 

só isso!!!

Se os deputados do PMDB defendessem o povo com a mesma disposição com que defendem seu "chefe", o Pará estaria bem melhor e bem mais desenvolvido.

Pesquisa Veritate - Onde estão as pesquisas Ibope e Vox Populi?

Pesquisa Veritate para o Governo do Pará (espontânea) em 1 de outubro de 2010:

SIMÃO JATENE – Pesquisa: 40,3% - Resultado: 48,92%
ANA JÚLIA CAREPA – Pesquisa: 21,9%  - Resultado: 36,05%
JUVENIL – Pesquisa: 6,8% - Resultado: 10,81%

Diferença do resultado das eleições e o resultado das pesquisas:

Jatene =  8,62%
Ana Júlia = 14,96%
Juvenil =  4,01%

Sabemos que tanto Jatene como Ana Júlia tem pesquisas do Ibope e Vox Populi, mas não querem divulgar a exemplo da pesquisa que o Diário do Pará encomendou ao Vox Populi e não quiz divulgar.

A não divulgação das pesquisas Ibope e Vox Populi só pode significar uma coisa: As pesquisas não agradaram a nenhum dos dois candidatos.

Pesquisa Veritate para o segundo turno:

Nos votos válidos são excluídos os Brancos e Nulos;

Jatene 58.7%
Ana Júlia 41.3%.
Eleitores indecisos: 9.8%

Juiz: "Jader tem que procurar outra profissão"

Do Portal Terra

Dayanne Sousa

O juiz Márlon Reis, um dos idealizadores da lei da Ficha Limpa, comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do deputado Jader Barbalho (PMDB-PA). "Tem que procurar outra profissão", diz Reis ao comentar que não há mais recursos cabíveis para que o parlamentar, que concorreu ao Senado nestas eleições, volte à política.

Presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais e um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, ele duvida da realização de novas eleições no Pará como quer o PMDB, uma vez que, além de Barbalho, o candidato Paulo Rocha (PT) também é vetado pela Ficha Limpa:
- É uma decisão que o Tribunal Regional Eleitoral do Pará vai ter que tomar. Mas isso não é o que importa, o importante é que qualquer decisão não contempla a atuação desses dois.

Reis confia que o resultado será estendido a todos os políticos impugnados pela lei. Barbalho foi enquadrado na Ficha Limpa por ter renunciado ao cargo de senador, em 2001, no que foi entendido como uma manobra para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar e de uma possível cassação. A lei ainda barra candidatos que têm alguma condenação por tribunais colegiados.

O juiz também criticou a atuação do ministro Gilmar Mendes no julgamento desta quarta-feira (27). "Ele ficou nervoso, um nível de exaltação difícil de ver entre magistrados", afirma. Reis chama de "mentirosa" a reclamação de Mendes de que a inclusão de políticos que renunciaram na lei foi feita com a intenção de derrubar o ex-candidato ao governo do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PSC).
- Essa solução foi redigida pela sociedade civil e já estava na proposta quando chegou ao Congresso. Não foi acrescentada por emenda nenhuma lá. Essa informação é mentirosa.

ANP confirma megacampo de petróleo


ANP diz que reservas de novo campo do pré-sal podem ser maiores que tudo o que o Brasil tem hoje.
 
Rio 
 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis confirmou a descoberta de petróleo realizada no pré-sal, no poço 2 - ANP - 2 A - RJS em área totalmente pertencente à União. 
 
O volume recuperável de óleo da União pode variar entre 3,7 e 15 bilhões de barris, sendo a estimativa mais provável de 7,9 bilhões de barris, de acordo com avaliação da certificadora Gaffney, Cline & Associates. 
 
O poço situa-se a 183 km da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de 1964 m. Apenas o campo de Libra pode vir a ter um volume de óleo recuperável superior às atuais reservas provadas brasileiras, próximas de 14 bilhões de barris de petróleo. 
 
Os poços 2 - ANP - 1 - RJS, no prospecto de Franco, e 2 - ANP - 2A - RJS, em Libra, foram perfurados em área da União com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre o potencial petrolífero do pré-sal brasileiro. 
 
Até o momento, a profundidade atingida no poço em Libra é de 5.410 m, com 22 metros perfurados no pré-sal. A profundidade final prevista, de cerca de 6.500 m, é estimada para ser alcançada no início de dezembro próximo. 
 
O anúncio confirmou parcialmente rumores que circularam ontem (28) entre investidores da Bolsa de Valores de são Paulo. A informação que corria nos fóruns de investimento em ações na Internet atribuía ao campo um tamanho bem maior do que o anunciado,e também não incluía a informação de que o petróleo desse campo não pertence á Petrobras, mas à União. 
 
De acordo com o que foi estabelecido no marco regulatório do pré-sal, que está em processo de votação no Congresso Nacional, cinco bilhões de barris de petróleo desse campo serão explorados pela Petrobras, que pagará pelo óleo à União. 
 
A estatal afirmou, através de sua assessoria de Imprensa, que não iria comentar o assunto. Hoje (29), nos fóruns de investidores, havia participantes que negavam a descoberta - ou pelo menos que ela fosse importante para a Petrobras, enquanto outros afirmavam que a estatal deveria esclarecer o assunto, considerando a declração da ANP uma confirmação da notícia que circulou um dia antes.

Últimas pesquisas Ibope Data Folha para presidente

Pesquisa Ibope dia 28 de outubro

Dilma 52%
Serra 39%

Dilma tem 13 pontos acima de Serra.
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Pesquisa Data Folha 29 de outubro

Dilma 50%
Serra 40%

Dilma tem 10 pontos acima de Serra.

Vantagem de Dilma é de 12 pontos, diz Datafolha

SÃO PAULO, 29 de outubro (Reuters) - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, manteve vantagem folgada no segundo turno da eleição presidencial contra José Serra (PSDB), mostrou pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira.

De acordo com o levantamento, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, a petista tem 50 por cento das intenções de voto, contra 40 por cento do tucano. Segundo a pesquisa, 5 por cento dos entrevistados disseram que votarão em branco ou anularão o voto e 4 por cento disseram não saber.

Na sondagem anterior do instituto, feita no último dia 26, Dilma tinha 49 por cento, contra 38 por cento de Serra. Os indecisos somavam 8 por cento e os brancos e nulos 5 por cento.

A queda pela metade no número de indecisos pode ser uma má notícia para Serra, pois indica pouco espaço para o tucano ganhar terreno até o segundo turno, marcado para domingo.

Se considerados somente os votos válidos, que excluem os brancos, nulos e indecisos, Dilma aparece com 56 por cento, contra 44 por cento de Serra.

Entre os eleitores que disseram ter votado em Marina Silva (PV) no primeiro turno, 48 por cento declararam voto em Serra nessa nova rodada, contra 44 por cento no levantamento anterior, enquanto 27 por cento escolheram Dilma no segundo turno, contra 30 por cento na pesquisa anterior.

Dilma ganhou terreno entre aqueles que declararam voto branco ou nulo no primeiro turno. Ela conseguiu 25 por cento desse grupo, contra 13 por cento que afirmaram que optarão por Serra.

Trata-se, de acordo com o instituto, de uma inversão da tendência registrada na primeira semana de outubro, quando o tucano abocanhava 25 por cento desse grupo, contra 14 por cento da petista.

O Datafolha entrevistou 4.205 pessoas na quinta-feira, em 256 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

CINCO PONTOS DE FRENTE NO SUDESTE

O Datafolha apurou a intenção de voto em cada região do país e mostrou vantagem de 5 pontos para Dilma na região Sudeste, considerada por analistas como fundamental para decidir a eleição.

A região conta com os três maiores colégios eleitorais do país -São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro-, os dois primeiros governados por governadores tucanos e que reelegeram candidatos do PSDB.

Ainda assim, Serra não consegue vencer na região e Dilma aparece com 47 por cento, contra 42 por cento do tucano.

A ex-ministra-chefe da Casa Civil vence em todas as demais regiões, exceto no Sul, onde Serra tem 52 por cento, contra 40 por cento da adversária.

A situação mais confortável para Dilma é no Nordeste, onde ela tem 62 por cento da preferência do eleitorado, ante 29 por cento do ex-governador de São Paulo. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, ela tem 51 por cento, ante 41 por cento do rival.]

O levantamento do Datafolha é o mais recente a apontar vantagem de cerca igual ou superior a 10 pontos percentuais sobre Serra.

Pesquisa Ibope divulgada na quinta-feira apontou a petista com 52 por cento das intenções de voto, contra 39 por cento do tucano.

Para o Vox Populi, que também divulgou pesquisa na segunda-feira, o placar favorável à petistaé de 49 contra 38 por cento. De acordo com o instututo Sensus, que soltou seu último levantamento na quarta, Dilma venceria com 51,9 por cento, ante 36,7 por cento de Serra.

Os dois candidatos se enfrentam nesta sexta-feira em debate realizado pela TV Globo, o último antes do segundo turno da eleição presidencial. Pode ser a última cartada de Serra para tentar uma reviravolta, embora os debates tenham tido pouco efeito sobre a intenção de voto do eleitorado nessas eleições. 

(Por Eduardo Simões; Edição de Alberto Alerigi Jr. e Vanessa Stelzer)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Justiça manda apreender panfletos

A juíza Maria do Céu Maciel Coutinho, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), determinou a busca e apreensão de material de campanha do candidato ao governo do Estado, Simão Jatene (PSDB).

Os panfletos estavam sendo distribuídos nas ruas de Belém e continham ofensas contra os respectivos concorrentes. A decisão da juíza atendeu a representação movida pela coligação Acelera Pará, de Ana Júlia contra a Juntos com o Povo, de Jatene.

A liminar foi concedida na última terça-feira. Além de determinar a apreensão e proibir a distribuição dos adesivos, a juíza fixou multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento. Segundo o juiz Sérgio Lima, da 98ª Zona Eleitoral, não existe determinação qualquer, nos dois casos, de apreender material em comitês. 

O magistrado estará reunido hoje com os juízes Roberto Moura, da 77ª Zona Eleitoral; e Edmar Pereira, da 29ª Zona Eleitoral, para tomar medidas sobre o processo. Os três juízes integram a Comissão de Fiscalização da Propaganda. 

Entre os materiais estão adesivos que trariam a frase, em amarelo “prefiro votar em pescador” e em vermelho “do que em cachaceira”. Segundo a assessoria da Juntos com o Povo, a coligação desconhece a existência de qualquer material semelhante ao citado pela coligação adversária e que tal material jamais foi produzido pela equipe de Jatene. (Diário do Pará)

Dilma e Serra se armam para o último confronto

Se o candidato tucano José Serra for para o ataque no último e mais importante debate entre os presidenciáveis, que será realizado sexta-feira na TV Globo, a candidata petista Dilma Rousseff vai rebater com firmeza, no estilo “assertiva”, como prefere dizer. Dilma chega hoje ao Rio, onde, com uma agenda mais leve, tentará ficar em concentração total para o embate.

Os coordenadores da campanha petista dizem que para esse debate, o mais aguardado por todos, não tem muito como traçar uma estratégia, porque não há perguntas entre os candidatos e sim respostas a temas pré-definidos pela emissora.Os petistas acreditam que Serra virá com tudo, batendo no governo. E a orientação é Dilma tentar fugir das pegadinhas.

— O Serra vai partir para cima dizendo que o governo da Dilma foi uma merda e ele é o bom da boca. E ela terá oportunidade para ser mais propositiva — disse o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra.

Ele diz que Dilma já está devidamente preparada, e que agora só depende de relaxar para ter um bom desempenho. Como não teve tempo ainda de ficar com uma agenda mais tranquila para descansar, ela deverá chegar na tarde desta quinta-feira ao Rio de Janeiro, onde se concentra com os assessores até a sexta-feira à noite.

Nessa concentração para relaxamento, Dilma fica acompanhada de Olga Curado, que lhe aplica técnicas de ioga e relaxamento.

— O debate da Globo tem uma dinâmica diferente, ela não tem que ficar preocupada em fazer pergunta. É uma coisa mais solta. Não tem como definir uma estratégia mais incisiva ou mais light. Vai fluir muito em função de como se comportar o outro candidato. Deve ter uma farpa e outra entre as respostas. Se o Serra apostar numa postura de desdém, ela vai falar que ele é arrogante e trata a adversária com desdém , como fez no último debate — disse Dutra.

MENOS CONFRONTO
A campanha do presidenciável José Serra (PSDB) espera para último debate deste segundo turno, sexta-feira, na Rede Globo, um clima de menos confronto com a adversária Dilma Rousseff (PT) do que o registrado na última segunda-feira, na Record. Segundo dirigentes tucanos, isso deverá ocorrer mais devido às regras do debate do que a uma estratégia do candidato.No encontro, Dilma e Serra responderão a perguntas formuladas por eleitores indecisos, que estarão na plateia. Não haverá espaço para perguntas entre os candidatos.

O tema corrupção, que gerou boa parte do embate entre os presidenciáveis na Record, será usado em uma única pergunta. A expectativa da campanha é que, além dessa abordagem específica, o assunto seja pincelado entre uma pergunta e outra, mas nada de forma muito ostensiva.

Uma primeira reunião preparatória de Serra para o debate estava prevista para acontecer ontem à noite, em São Paulo, após a volta do candidato de compromissos de campanha no Recife. Para amanhã à noite, uma nova rodada de treinamento está programada. No dia do debate, o presidenciável deverá ter uma agenda leve, ainda não definida.

Diante da previsão de um duelo mais temático, a estratégia será centrar o foco na comparação de propostas, realizações e biografias. Nesse sentido, o discurso de que Serra é o mais experiente e preparado será repetido à exaustão.

Outra prioridade do tucano é fazer chegar aos milhões de espectadores as propostas de forte apelo popular, como a promessa de um salário mínimo de R$ 600, de reajuste de 10% para os aposentados e de um 13º para os beneficiários do programa Bolsa-Família.  (Agência O Globo)

Humor

Lula diz que “século 21 é o século do Brasil”


Em visita a navio da Petrobras, Lula diz que “século 21 é o século do Brasil” 
 
Presidente declarou, em discurso, que estatal é a “afirmação de uma nação”  
 
Mariana Costa, do R7, no Rio de Janeiro 
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, na manhã desta quinta-feira (28), o navio-plataforma Cidade de Angra dos Reis, da Petrobras, que será o primeiro a extrair comercialmente petróleo da camada pré-sal do campo de Tupi, na Bacia de Campos. Em discurso, o presidente declarou que a estatal é a “afirmação de uma nação” e que o “século 21 é o século do Brasil”. 
 
- Acho que a Petrobras, ela é a afirmação de uma nação, ou seja, a Petrobras é a prova mais contundente de que o brasileiro é capaz, de que o brasileiro é inteligente, de que o brasileiro não é de segunda classe. 
 
Lula afirmou que o país desperdiçou chances no passado, mas que o século 21 é o século do Brasil. 
 
- Eu dizia na ONU [Organização das Nações Unidas] uma vez que o século 19 foi dos europeus, o século 20 foi dos Estados Unidos e, no final, uma parte para a China, e o século 21 é inexorável: é o século do Brasil e é o século da América Latina, podem ficar certos. 
 
Após discurso, o presidente almoçaria no refeitório do navio. Em seguida, Lula deve seguir para a Base Aérea do Galeão, no Rio, onde haverá uma cerimônia para marcar o início das operações do navio-plataforma que, segundo a Petrobras, será a primeira unidade a produzir, armazenar e exportar óleo do pré-sal em escala comercial. 
 
A nova plataforma ainda passará por testes, até a Declaração de Comercialidade que, na prática, dá o aval para a comercialização do petróleo e será concedida pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), em dezembro deste ano. 
 
O navio Cidade de Angra dos Reis vai produzir 100 mil barris de petróleo por dia até 2011. O presidente Lula cancelou agenda em Recife, onde participaria de comício da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e seguirá direto do Rio para o velório do ex-presidente da Argentina, Nestor Kirchner, morto na quarta-feira (27), vítima de um ataque cardíaco.

Ibope aponta Dilma Roussef 14 pontos à frente de José Serra

BRASÍLIA - Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira mostra que a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, aparece à frente de José Serra (PSDB) na disputa do segundo turno, ampliando em dois pontos percentuais a diferença que separa os dois.

Dilma tem 52% das intenções de voto e Serra 39%. Nulos e brancos são 5% e indecisos 4%. Considerando apenas os votos válidos - sem brancos e nulos - ela tem 57% das preferências, contra 43% do tucano. 

O último levantamento feito pelo Ibope , divulgado em 20 de outubro, mostrava Dilma com 51% das intenções de voto e Serra com 40%. Nulos e brancos eram 5% e indecisos 4%. Nos votos válidos, Dilma tinha 56% e Serra 44%. 

O resultado é similar ao de outros principais insitutos de pesquisa do país - Datafolha, Vox Populi e Sensus - que apontam uma diferença de 11 a 15 pontos percentuais entre os dois candidatos nas intenções de voto. 

A pesquisa Ibope foi encomendada pela TV Globo e o jornal "O Estado de S.Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37596/2010. Foram entrevistados 3.010 eleitores entre 24 e 26 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. 

O Ibope também constatou que a avaliação do governo Lula continua alta. Para 80%, o governo é bom ou ótimo, enquanto 15% o consideram regular e 4% ruim ou péssimo. 

Esta semana, os quatro principais institutos deverão divulgar mais cinco pesquisas de intenção de voto para presidente. Na sexta-feira, sob encomenda do jornal "Folha de S.Paulo", será o Datafolha. 

No sábado, todos terão novos levantamentos: Datafolha (Rede Globo e "Folha de S.Paulo"), Ibope (Rede Globo e "O Estado de S. Paulo"), Vox Populi (portal Ig) e Sensus (CNT).

Presidente do TRE do PA descarta nova eleição para o Senado

Do Congresso em Foco

Edson Sardinha


Um dia depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmar a validade da Lei da Ficha Limpa nestas eleições, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), João Maroja, descartou hoje (28) a possibilidade de convocar nova eleição para senador no estado. “No dia 17, vamos diplomar o primeiro e o quarto candidatos mais votados. 
 
Esse é o entendimento que a corte toma”, declarou o magistrado em entrevista à GloboNews. Maroja se refere ao senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), o mais votado, e à vereadora Marinor Brito (Psol-PA), quarta colocada na disputa ao Senado.

Na avaliação do presidente do TRE-PA, a legislação prevê a realização de novas eleições quando os votos nulos correspondem a mais da metade de toda a votação apenas para cargos do Executivo, como governador e presidente da República. “Estamos falando de eleição para o Parlamento”, ressaltou.

A possibilidade de realização de nova eleição para senador no Pará foi levantada porque dois candidatos barrados pela Lei da Ficha – os deputados Jader Barbalho (PMDB-PA), segundo colocado, e Paulo Rocha (PT-PA), terceiro mais votado – tiveram, juntos, 57% dos votos para o Senado. Ou seja, mais da metade da votação. Como os dois foram barrados pela Ficha Limpa, por terem renunciado ao mandato para escapar da cassação em legislaturas anteriores, os votos dados a eles foram considerados nulos.

“Os demais tiveram votos suficientes”, pontifica o presidente do TRE-PA. Segundo ele, essa posição também é defendida pelo Ministério Público Eleitoral no Pará.

Ontem, o STF decidiu negar o recurso de Jader que contestava a aplicação da nova lei nas eleições deste ano. Como a decisão tem repercussão geral, a definição vale também para os demais casos, como o de Paulo Rocha. O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, que também integra o STF , declarou durante o julgamento que a convocação ou não de novas eleições no estado era de responsabilidade do TRE-PA.

Conflito de interesses PSDB/PMDB antes mesmo da lua de mel

Antes mesmo do resultado das eleições para governador no Pará, surge um conflito de interesses entre o PSDB e PMDB. O PMDB quer novas eleições para Senador, o que não é do interesse do PSDB , já que o seu candidato está eleito.

Para o PSDB (mesmo que não admitam) uma nova eleição é um risco, e seria difícil para o partido, assim como para o Flecha abrir mão de um mandato de Senador já ganho e sacramentado. Além do risco, tem os gastos de campanha, seriam milhões gastos desnecessariamente somente para eleger um desgastado Ficha Suja (Jader Barbalho) ou algum outro inexpressivo pemedebista, e ainda por cima fortalecer o PMDB e a sua voracidade por cargos públicos e fatias de poder, o que futuramente seria um sério problema para o futuro Governador (vejam o exemplo do PT).

Este é apenas o primeiro conflito PSDB/PMDB, outros e mais desgastantes conflitos virão (caso Jatene vença as eleições), quando Jader e os Maiorana começarem a disputa pelos milionários contratos de publicidade institucional do Estado.

O futuro do Pará segue em rumo incerto.

Para o Ministério Público as eleições para o Senado no Pará são válidas

Do Blog da Profª. Edilza Fontes

Para o Ministério Público, as eleições para o senado no Pará serão válidas, ao pesquisarmos no site da Procuradoria Geral da República, em matéria publicada no dia 8/10/2010, encontramos a matéria "Eleitor paraense optou por ficha limpa", no qual o procurador-chefe do MPF, Ubiratan Cazetta defende que os senadores eleitos são Flexa e Marinor. Veja a matéria completa.

Campanha suja

Do Blog do Jeso 


Sociólogo e professor universitário, Válber Almeida comenta o post Vem mais panfletos aí, gente!:  

Vou fazer um comentário bem ideológico. Jamais anularia meu voto, porque sei do peso histórico, das lutas humanas que foram travadas para que ele se tornasse uma realidade. Porém, não voto em Jatene, nem em Serra, porque o PSDB até hoje só trouxe desgraça para o estado e para a nação. 

A arrogância com que Jatene e Serra, de resto os intelectuais boçais e provincianos que se conglomeram dentro dessa facção política, se dirige aos seus adversários políticos e, em especial, às suas opositoras nestas eleições, dão mostras de que são pessoas que não conhecem nem respeitam o ser humano. 

Como são dados a um tipo de postura intelectual arrogante e melindrosa, demonstram não estar abertos para aprender com as contradições de idéias, valores, necessidades, interesses e condições sociais que compõem a sociedade. 

Por isso, são incapazes de conhecer e se sensibilizar, de fato, com os problemas mais profundos que residem nos estratos mais sofridos da sociedade. 

Assim, a vitória de um e de outro representa o pior para o Pará e para o Brasil. Todos sabem que esse pessoal não tem nada de bom a oferecer para a coletividade, que seus compromissos são com interesses quase criminosos e bandoleiros, porque desprovidos de qualquer senso de bem-comum. 

Então, e apesar de não concordar com o rumo tomado pelo governo de Ana Júlia, ainda assim a considero moralmente melhor do que Jatene, e essa campanha suja que tanto Jatene quanto Serra vem promovendo somente demonstra o submundo ético onde esse pessoal chafurda, totalmente desprovido de escrúpulos de qualquer tipo.

Novas eleições para o senado, no Pará

Do Blog do Bacana
 
A lei eleitoral fala que com mais de 50% dos votos nulos, uma nova eleição deve ocorrer. Com base nisso, e no fato de que entre nulos, brancos, votos de Jader e de Paulo Rocha ao Senado soma-se 57% o PMDB entra amanhã com recurso solicitando nova eleição para o senado no Pará.
 
O TRE deverá sacramentar a lei. 
 
Contando com o fato de que o recurso de Paulo Rocha ainda não foi votado pelo STF e que as urnas eletrônicas devem ficar 60 dias periciadas antes de uma eleição e que a partir de janeiro vence o prazo de renúncia de Barbalho na época que era senador, o que o torna "elegível" novamente, o que deve acontecer será;
 
1 - O TRE deverá fazer nova eleição para o senado no Pará.
2 - Tudo zera e Jader poderá ser candidato novamente.
3 - A história toda ainda está longe do fim. 
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Nota do Folha: Os Fichas Sujas não desistem enquanto houver chance de reverter à situação.

Depois de séculos de impunidade e abusos não vão largar o osso com facilidade.

Jader deve colocar novamente um teto de mais R$ 10.000.000,00 dez milhões para a sua nova campanha, para concorrer com os R$ 200.000,00 duzentos mil da Marinor. Será novamente o tostão contra o milhão.

Marinor Brito (PSOL) declarou R$200 mil em gastos de campanha (2% do valor do adversário), enquanto Jarder Barbalho (PMDB-PA) calculou o teto de R$10 milhões


Rodrigo Rodrigues, iG SãoPaulo 
 
Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter a aplicação da Lei da Ficha Limpa para o senador Jader Barbalho (PMDB) e torná-lo inelegível, a substituta dele para a segunda vaga de senador pelo Pará é Marinor Brito, do PSOL, que gastou o equivalente a 2% do que Barbalho utilizou na campanha eleitoral deste ano. 
 
Enquanto Jader Barbalho declarou a previsão de gasto de R$10 milhões no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marinor Brito informou os gastos de apenas R$200 mil. Mesmo assim, a candidata conquistou 727 mil votos no Estado, 27,1% do total de votos válidos. 
 
Terceira colocada na eleição para o Senado no Pará, Marinor Brito (PSOL) assumirá a vaga que era de Jader Barbalho na próxima legislatura. Ela conquistou 727 mil votos 
 
Marinor é professora de Educação Física da rede pública e foi eleita três vezes vereadora em Belém, capital paraense. Antes de chegar ao Senado, a nova senadora concorreu à prefeitura da capital paraense em 2006.
 
Com a conquista da vaga que era de Jader Barbalho, Marinor será a segunda senadora do PSOL nessa nova legislatura. A primeira vaga é de Randolfe, eleito pelo Estado do Amapá. 
 
A nova senadora do PSOL acompanhou a votação do processo contra Brabalho no plenário do STF e, logo depois de homologada a decisão dos ministros, saiu para comemorar a vitória com a militância do PSOL em Brasília. 
 
No meio de um brinde, Marinor Brito conversou com a reportagem do iG e disse que a decisão do STF “veio de encontro aos interesses da sociedade”. Segundo ela, o resultado da votação entre os ministros da suprema corte brasileira “legitima o poder democrático da população”, já que o projeto da Ficha Limpa foi uma iniciativa popular, contando com mais de 1,5 milhão de assinaturas. 
 
“Qualquer decisão diferente da de hoje enfraqueceria a democracia brasileira e o poder de mobilização social. É uma lei que consolida o sentimento do povo e vira uma página sombria da nossa sociedade, que era a possibilidade de eleição de políticos envolvidos em escândalos. Minha felicidade é dobrada porque ajudei a coletar assinaturas para o projeto aqui no Estado”, disse Brito. 
 
Sem site oficial durante toda a campanha, utilizando apenas um blog aberto do sistema blogspot, a senadora diz que fez uma campanha muito modesta, com pouquíssimos recursos e a base do boca a boca. A senadora diz que, pretende, porém, fazer um “mandato combativo” na tribuna do Senado. 
 
Conhecida pelos adversários como uma vereadora “boa de briga”, Marinor Brito descarta os rótulos e comparações com a principal liderança feminina do PSOL, Heloisa Helena. A ex-senadora foi uma das principais figuras de oposição no primeiro mandato do presidente Lula e era conhecida pelo comportamento destemperado e pelos duros discursos contra o presidente da República e o governo federal. 
 
Heloisa Helena concorreu ao cargo de senadora neste ano, mas que foi rejeitada nas urnas, conquistando 470 mil votos, 16,6% do total. Os dois senadores eleitos em Alagoas conseguiram, respectivamente, 904 mil e 840 mil votos cada. 
 
A nova senadora do PSOL elogia Heloisa Helena, mas rejeita qualquer comparação com a colega de partido. “Ninguém anuncia seu comportamento. As pessoas terão oportunidade de me conhecer. A Heloisa Helena protagonizou um momento muito importante da política, foi muito corajosa e é uma referência. Mas eu e Randolfo pretendemos protagonizar um outro momento que a política brasileira enfrentará daqui para frente”, pontuou. 
 
A primeira vaga de senador pelo Pará ficou com Flexa Ribeiro (PSDB), eleito com 1,8 milhão de votos, 67,7% do total. O senador Jader Barbalho foi considerado inelegível por ter renunciado ao cargo de senador em 2001, para não passar por um processo no Conselho de Ética do Senado. Na época, era acusado de suposto envolvimento em um escândalo de desvio de dinheiro público na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).