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domingo 03 2013

Humor - A entrevista de emprego do contador

Um certo prefeito logo ao tomar posse resolveu contratar um contador para fazer a contabilidade da prefeitura. 
   
Após a ‘’filtragem”, sobraram três candidatos para a entrevista com o prefeito. O chefe de gabinete manda entrar o primeiro candidato: 
   
- Bom dia prefeito! 
   
- Bom dia cidadão, então o senhor quer a vaga de contador da prefeitura? 
   
- Sim senhor... 
   
- Pois bem, vou lhe fazer uma pergunta simples, se me agradar a sua resposta está contratado. Tudo bem? 
    
- Sim senhor, pode perguntar. 
    
- Quanto é dois mais dois? 
    
- Essa é muito fácil, é quatro prefeito. 
    
- Lamento muito cidadão, mas não posso contratá-lo, o próximo... 
    
Entra o segundo candidato, que já fora avisado do que havia acontecido com o primeiro contador. 
    
- Bom dia cidadão, sei que o Senhor Já sabe o que aconteceu com o primeiro candidato, então vou direto à pergunta. Tudo bem? 
    
- Pode perguntar prefeito. 
    
- Quanto é dois mais dois? 
    
- O contador pensa por alguns segundos e responde: É cinco prefeito. 
    
O prefeito responde: - Lamento muito cidadão, mas não vou contratá-lo. Que entre o último candidato. 
    
Entra o ultimo candidato e o prefeito imediatamente nota que ele apesar de saber o que aconteceu aos que o precederam está muito confiante. 
    
Diz o Prefeito: - O Senhor Certamente sabe que os seus antecessores não foram aprovados, eu sei também que o senhor tem muita experiência em prefeituras, então me diga, quanto é dois mais dois? 
     
O contador responde sem pestanejar: - É o que o senhor quiser meu prefeito. 
    
O prefeito com um largo sorriso e um ar de felicidade, dá um tapinha amigável nas costas do contador e diz: - Bem-vindo à minha equipe meu amigo... 
    
O SENHOR ESTÁ CONTRATADO!!!
    

Corrupção - A responsabilidade do contador nas fraudes e desvios de dinheiro público

Neste artigo podemos perceber que é praticamente impossível ao gestor cometer irregularidades e desviar dinheiro publico sem a conivência, participação e conhecimento do contador.
    
Interessante é que a justiça, apesar da participação e conivência do contador em desvios de dinheiro público e maquiagem da prestação de contas, geralmente não incrimina e pune o contador das empresas públicas, que nestes casos é geralmente omisso e cúmplice das falcatruas.
    
Simplesmente não dá para entender, a justiça considera o contador como se fosse um sacerdote, sujeito ao sigilo do confessionário e portanto a sua participação e conivência com a prática de crimes não é considerado um ato ilícito?
    
Mas neste caso a impunidade é só para contadores de empresas públicas, os contadores do tráfico por exemplo, quando pegos, vão pra cadeia mesmo, acredito que valendo para alguns, a Lei deveria punir todos os crimes, seus autores e colaboradores
     
Vejam na matéria abaixo como são feitas as práticas criminosas na contabilidade:
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As fraudes administrativas, quanto à contabilidade, podem ser classificadas em dois tipos: 

    
A. As que o contador capta e, neste caso, duas situações podem ocorrer: 
    
A.1. O contador é consciente mas não é conivente, é simplesmente omisso; faz de conta que não viu e pretende alegar ignorância quando questionado dizendo o já tradicional “não sei, fui traído”; 
    
A.2. O contador é conivente mas não participa do resultado financeiro da fraude. Os motivos que geram a conivência são vários, todos de fundo social, tais como, receito de perder o emprego ou o cliente, receio de lhe faltar meios para uma sobrevivência digna perante seus familiares e etc. 
    
A.3. O contador participa do resultado financeiro da fraude e, por isso, permite sua perpetração sem qualquer escrúpulo profissional. 
    
B. As que o contador não capta e, neste caso, o problema, geralmente decorre de falta de atenção ou incompetência do contabilista que não se vale de recursos técnicos como: 
    
B.1. Controles internos contábeis; 
    
B.2. Reconciliação de contas patrimoniais e diferenciais; 
    
B.3. Revisão e análise de demonstrações contábeis; 
    
B.4. Levantamentos físicos periódicos com os quais possa comprovar a exatidão dos saldos das contas 
    
11.1.3. Fraudes e escrituração contábil 
    
A escrituração contábil que contem fraudes perpetradas pela administração é sempre feita com a intenção de dar-lhe ares de coisa legítima de maneira a acobertar os ilícitos praticados. 
    
A preparação, a execução e a consumação desses atos ilícitos apóiam-se na falsificação, alteração ou emissão fictícia de documentos operacionais (comerciais, fiscais, bancários, etc.) objeto de registro contábil, dando-lhe a aparência de legítimos. São as chamadas “notas frias” e/ou “notas espelhadas” ou, ainda, documentos emitidos por valores maiores ou menores que os verdadeiros.
      
Na medida em que a escrituração contábil for feita em base a documentos falsos, alterados ou fictícios, torna-se, ela própria, falsa, alterada e fictícia. 
    
Alguns exemplos de fraudes administrativas, econômicas e financeiras perpetradas através da escrituração contábil: 
    
1. Omissão ou a inserção em duplicidade ou em triplicidade de lançamentos com o propósito de maquiar as Demonstrações Contábeis, seja para aumentar ou diminuir valores relacionados com os índices usados em análise de balanços ou com o valor da empresa (inflar lucros para valorizar ações ou vice-versa), distribuição de lucros e pagamento do imposto sobre a renda, 
    
2. Lançamentos falsos feito sem suporte documental ou com documentos inadequados, 
   
3. Erros intencionais de cálculos e de transposição de saldos, 
    
4. Uso de meios falsos para fazer registros: notas frias, meias-notas, documentos com valores menores ou maiores que os verdadeiros, cálculos confusos e propositadamente equivocados, 
    
5. Destruição intencional de documentos originais comprobatórios ou sua não exibição à perícia, ou, alternativamente, exibição de cópias xérox modificadas, 
    
6. Alteração de documentos originais mediante rasuras, manchas e cortes feitos com a intenção de esconder indícios e pistas, 
    
7. Emissão de duplicatas comerciais ou de prestação de serviços sem que as operações comerciais que lhe dariam suporte fático tivessem ocorrido. São as chamadas “duplicatas frias” negociadas com bancos em operações de desconto ou vendidas às empresas de fomento mercantil, 
    
8. Registrar “provisões” como se fossem “reservas” do Patrimônio Líquido com o objetivo de aumentar o valor patrimonial das ações, 
    
9. Não contabilizar depreciações ou fazê-lo por valor inferior ao correto com o objetivo de aumentar o lucro para iludir a boa fé de investidores do mercado bolsístico ou sócios ausentes, 
    
10. Aumentar as provisões de diversos tipos além do razoável com o propósito de reduzir o lucro tributável, chamado “lucro real” e, com isso, pagar menos imposto de renda, reduzir o lucro a ser distribuído aos sócios e depreciar o valor da empresa como um todo, 
    
11. Fraudar o valor do inventário dos estoques, aumentando-o ou diminuindo-o para fins escusos, inclusive para camuflar sonegação do ICMS, 
    
12. Fazer lançamentos de fatos da mesma natureza em diversas contas, de naturezas diferentes, com o objetivo de confundir qualquer investigação na expectativa que o perito perca a pista, 
    
13. Errar propositadamente cálculos de atualização monetária e encargos financeiros, tanto no Ativo (credor) como no Passivo (devedor) com o propósito de falsear a real situação da empresa, perante credores, acionistas e outros interessados, 
    
14. Etc. 
     
A escrituração contábil, fiscal e societária, feitas com base em documentos idôneos, legítimos e verdadeiros, ainda assim pode conter fraudes decorrentes de “erros premeditados”. Podem ser erros de cálculo, de classificação dos fatos econômicos e de seu agrupamento intencionalmente confuso por ocasião da elaboração das Demonstrações Contábeis. Esta prática fraudulenta, tipicamente contábil, consuma-se com a exibição de Demonstrações Financeiras falsas para diversos fins, tais como: 

(1) iludir a boa fé de concessores de crédito bancário e/ou comercial, 

(2) sonegar direitos aos sócios, 

(3) sonegar impostos, 

(4) remunerar indevidamente diretores, 

(5) etc. 
     
    

sábado 02 2013

Galos


Humor???

De volta para o futuro.


Sistemas de aposentadorias de funcionários públicos municipais entram em crise por má gestão, custos altos e desvio de recursos

    
Vejam nesta matéria do ESTADÃO o risco que corre os servidores Municipais de Tucuruí e mesmo a cidade de Tucuruí com a criação do IPASET.
     
Corre risco os servidores pois estarão comprometendo suas aposentadorias e pensões, e corre risco a nossa cidade, pois se a Previdência Municipal em Tucuruí FALIR PELA TERCEIRA VEZ, quem vai PAGAR A CONTA É O POVO DE TUCURUÍ.
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Previdência de municípios corre risco de falência
     
Sistemas de aposentadorias de funcionários públicos municipais entram em crise por má gestão, custos altos e desvio de recursos. 
    
22 de março de 2010 
    
Edna Simão / BRASÍLIA - O Estadao de S.Paulo 
    
Dos 2.207 municípios que criaram regimes próprios de previdência para bancar as aposentadorias de seus servidores, 331 resolveram extinguir o serviço e repassá-lo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 
   
Outros 100 municípios correm o risco de ver seus regimes falirem e mais 700 estão com pendências no Ministério da Previdência e poderão ter o repasse das transferências voluntárias do governo federal suspenso. 
    
A deterioração financeira desses regimes tem pelo menos três explicações: desvio de recursos para fins eleitorais, má administração e dificuldades financeiras do pequeno município para sustentar os elevados custos de gestão. 
    
Normalmente, os municípios que decidem criar uma estrutura para pagamento de aposentadorias estão preocupados apenas com o alívio momentâneo nas contas públicas. "Muitos prefeitos pensam apenas no curto prazo e não têm condições de arcar com o custo. Esse é um dos motivos para a extinção do regime", explicou o secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer. 
    
O regime próprio de previdência encanta muitos municípios porque a contribuição patronal feita ao "instituto de previdência" ou ao "fundo contábil" é menor que os 22% cobrados pelo INSS, abrindo espaço para novos gastos. Isso acontece porque no momento da instalação do regime há somente contribuições dos servidores, ou seja, os pagamentos de aposentadorias demoram para aparecer. Na prática, o prefeito, diante de uma poupança fácil, fica tentado a praticar mágicas financeiras. 
   
Quando não há uma avaliação criteriosa da expectativa de vida, do retorno dos investimentos ou descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o regime próprio pode se tornar uma dor de cabeça. Nesse caso, se o dinheiro poupado não for suficiente para bancar as aposentadorias, o prefeito precisará tirar recursos do orçamento de outras áreas - como saúde e educação - para arcar com os benefícios previdenciários. 
    
Outros motivos para solicitação de extinção de regime próprio são o desvio de recursos para fins políticos e atrasos nos repasses da contribuição patronal aos fundos. Isso é comum em anos de eleições municipais, em que o administrador deixa de pagar a conta. "Sempre fico preocupado com a gestão dos recursos. Não relaxo nunca", disse o secretário de Previdência Social, referindo-se à fiscalização das contas do regime próprio no período eleitoral. 
   
O município cearense de Maracanaú, por exemplo, teve, entre 1995 e 2000, um regime próprio que foi extinto por conta de desvio de dinheiro público na administração local. No ano passado, no entanto, o prefeito da cidade, Roberto Pessoa (PR), resolveu resgatar a ideia e criar um novo sistema para os servidores. Dessa vez, ele disse que fechou as brechas para irregularidades com a criação de comitês participativos e de um instituto com personalidade jurídica e contas separadas do município. 
   
Em 2004, o Instituto de Previdência do Município de Fortaleza (CE) perdeu R$ 30 milhões com a falência do Banco Santos. "Só conseguimos recuperar 36% desse valor. Esse é um trauma muito grande para o servidor que viu que o dinheiro dele estava sendo mal administrado", contou o superintendente do instituto, Mario Mamede. Vejam esta matéria no site do ESTADÃO.
     

quinta-feira 28 2013

Tucuruí - IPASET, o golpe do FUNPREV III

O futuro dos Servidores Municipais ameaçado.

   

O “golpe do FUNPREV” que já foi aplicado por duas vezes no município de Tucuruí e pode ser aplicado pela terceira vez, funciona da seguinte forma: 
    
1 - Primeiro o prefeito cria a Previdência Municipal que substitui o INSS. Na Previdência Municipal a contribuição patronal é reduzida à metade, no caso do IPASET (FUNPREV III) a redução da contribuição patronal passa de 20 para 12%, um ganho de 8%. Em uma folha de pagamento de R$ 6.000.000,00 (Seis milhões), o “lucro” é de R$ 480.000,00 mensais, ou R$ 23.304.000,00 (vinte e três milhões, trezentos e quatro mil reais) durante o mandato, isso se o prefeito depositar realmente a parte patronal e a contribuição do servidor. 
   
2 – Em segundo lugar existem duas hipóteses (as duas já ocorreram): Na primeira o prefeito realmente deposita pelo menos a parte patronal e depois que o Fundo Previdenciário já está com uma quantia razoável, o prefeito simplesmente extingue a Previdência Municipal usa os recursos para pagar despesas da administração. Na segunda hipótese (que também já ocorreu) o prefeito simplesmente não recolhe a parte patronal e nem a dos funcionários, e quando a dívida está muito grande e ele passa a ser cobrado pelo TCM, ele também extingue a Previdência Municipal e a dívida passa a ser com o INSS. 
   
Com isso o trabalhador fica prejudicado, pois para o INSS não houve contribuição do servidor no período de existência da Previdência Municipal. Então na aposentadoria o servidor tem de provar que contribuiu com o INSS e normalmente este processo leva muitos anos e geralmente tem de ser decidido na justiça comum. Como o INSS recorre até a última instância (STF) o processo pode levar mais de vinte ou trinta anos para ser julgado em último recurso. E se o servidor sair da PMT para outro órgão ou empresa privada fica pior ainda. 
   
Como podem ver no projeto, a contribuição da Prefeitura passa de 20 para 12% e a contribuição do servidor (até dois salários mínimos) é de 8%. Notem que tem um aumento gradual nesta contribuição que pode chegar a 8.90%, ou seja, a contribuição aumenta, enquanto a contribuição patronal permanece inalterada. 
   
O desconto do IPASET incide sobre o salário e TODAS as gratificações, inclusive sobre pensões, aposentadorias, auxílio doença, maternidade, salário família, décimo terceiro, enfim sobre TUDO o que o trabalhador receber da PMT. 
   
Resumindo: O IPASET (FUNPREV III) é uma armadilha e em nossa opinião um verdadeiro golpe no INSS e nos servidores municipais, tendo como única finalidade beneficiar o prefeito, reduzindo a Folha de Pagamento em prejuízo do funcionalismo municipal. O IPASET com certeza terá o mesmo destino do FUNPREV I e II e provavelmente não será o último. 
   
Outro objetivo do IPASET é criar um cabide de emprego com inúmeros cargos comissionados, cujo salário pode chegar a R$ 5.700,00 (cinco mil e setecentos reais), Isso enquanto o aumento aprovado pelos vereadores no ano passado não for pago. E podem apostar que será pago, e se não estivermos enganados retroativo. 
   
Caso a PMT desconte e não repasse a contribuição dos servidores (Prática habitual da administração municipal), somada a contribuição patronal, o prefeito pode economizar (28% da folha), que pelos nossos cálculos, seria mais de R$ 1.500.000 (um milhão e meio) por mês na folha de pagamento. A “redução” na Folha de Pagamento permitirá o aumento do cabide de emprego na PMT, principalmente em ano eleitoral. 
   
Sancler está seguindo todos os passos do Cláudio e Parsifal, sua administração está igualzinha na questão do “FUNPREV” e até na questão da AMAT. Só falta eleger a mulher deputada (no caso do Cláudio foi o filho), para completar a imitação. 
   
Em nossa opinião a criação do IPASET (FUNPREV III) e o consequente prejuízo dos Servidores Municipais é praticamente inevitável. Sancler vai usar de todo o seu poder político e financeiro para aprovar este projeto. Ele não vai medir esforços ou economizar nas despesas e fará qualquer coisa para atingir o seu objetivo, acredito que nada, nem Deus pode evitar a implantação do IPASET (não porque Deus não tenha poder para isso, mas porque ele não interfere no livre arbítrio, e foi o povo de Tucuruí, inclusive os servidores municipais, quem escolheu este destino, agora é aguentar as consequências). 
   
Lamentamos muito dizer isso amigos servidores, mas... ESTAMOS FERRADOS. 
   
Só nos resta lamentar e nos preparar para mais “surpresas” e mais prejuízos pelo menos pelos próximos quatro anos. 
    
AGORA É SÓ VITÓRIA!!! 
    
Vejam a cópia do projeto e dos anexos I, II e III, Clique aqui. 
     
Abaixo a cópia do ofício do SINTEP, enviado ao Presidente da Câmara Municipal de Tucuruí solicitando uma reunião com as Comissões para debater o projeto. 

  

Tucuruí - Bomba, ai vem o golpe do FUNPREV III


O golpe do FUNPREV III.
     
O prefeito está recriando pela terceira vez o FUNPREV, ele só mudou o nome para IPASET.
     
O golpe é o mesmo dado pelo Cláudio Furman e Parsifal no FUNPREV 1 e FUNPREV 2, tendo como objetivo lesar o INSS e como consequência prejudicar os Funcionários Municipais de Tucuruí quando de suas aposentadorias.
     
Quando pensamos que o Prefeito já havia prejudicado o bastante os funcionários da prefeitura, Sancler ressuscita o famigerado FUNPREV, desta vez batizado de IPASET. A criatividade do Prefeito para encontrar meios de prejudicar os funcionários municipais é ilimitada, não sei a causa de tanto ódio e tanto rancor. Mas Deus é maior, nos dará forças para carregar mais esta cruz e certamente terá piedade de nós.
     
Como em Tucuruí os funcionários não têm Sindicato e a cidade não tem vereador de verdade, este projeto certamente será aprovado e os servidores mais uma vez prejudicados.
     
Ainda hoje estaremos disponibilizando a cópia do projeto do prefeito e vamos entrar em mais detalhes de como foram os outros dois golpes do FUNPREV aplicados em administrações passadas e as consequências para os servidores municipais.
     
AGORA É SÓ VITÓRIA.
    

   
Sobrinho de Jatene enriquece a olhos vistos e comanda o nordeste do Pará. 
   
Só por um terreno ele pagou R$ 1 milhão e duas de suas fazendas somam mais de 5 mil hectares. 
   
E mais: um investimento de R$ 66 milhões do governo vai valorizar ainda mais as terras do sobrinho do governador. Afinal, de onde vem a fortuna de Eduardo Salles? 
  
A Perereca da Vizinha: cabalísticamente, ano 7. Leia a matéria completa, Clique aqui.

    

quarta-feira 27 2013

Folha divulga salários dos servidores do HRT

Após muitos questionamentos sobre a divulgação de salário de alguns servidores do HRT nos comentários, resolvemos publicar a lista completa. 
    
Esta informação é pública e o povo tem todo o direito de saber onde e como é gasto o dinheiro público.
     
Para quem quiser cópia da lista de funcionários e salários do HRT (PDF), Clique Aqui.
   Carambolas... Tem muito Marajá no HRT ganhando mais que o Prefeito Sancler, e alguns mais que o Jatene...
       
Fonte: Portal da Transparência.
    
*** Atualização: A quem possa interessar estamos disponibilizando um arquivo com a relação de despesas com serviços de terceiros pessoa física no mês de janeiro do HRT (arquivo docx) . Clique aqui.
    

terça-feira 26 2013

Diretor do HRT criou uma comissão para apurar suspeita de irregularidades na Folha de Pagamento do Hospital

Funcionários do HRT reunidos em Assembléia.

   
Hoje em Assembleia do SINDSAUDE foram feitas diversas denuncias de irregularidades na Folha de Pagamento do Hospital Regional de Tucuruí. Diante das denuncias o Diretor do HRT Dr. Devaldo, abriu uma Comissão para apurar os fatos. 
   
Foi denunciado que funcionários estariam recebendo plantões sem trabalhar e outras denuncias. Caso seja apurado que houve realmente irregularidades e que foram feitos pagamentos indevidos, o funcionário terá que devolver o valor que por ventura tiver recebido indevidamente.
     
COMPROMISSOS
     
Os plantões autorizados somente serão pagos aos funcionários efetivos.
     
Em março acaba o SIAFEM, os concursados serão chamados e os cargos que não forem preenchidos por concursados e em caso de emergência, serão contratados servidores temporários pelo Estado.
    
CONCLUSÃO
    
Nós sabemos que muitos Secretários, diretores e chefes de setor tanto em nível de Estado como municipal, tem competência para exercer as suas funções e querem trabalhar com seriedade e dentro da Lei, mas não conseguem porque os políticos atrapalham.
     
Ou é o prefeito que autoriza a invasões por parte de financiadores de campanha, ou é o Vereador que comete crime ambiental ou pressiona os funcionários públicos para “aliviar” um cabo eleitoral ou um parente que comete irregularidades... e por ai vai.
     
Acreditamos que o Diretor do HRT por exemplo, tenha realmente a intenção de moralizar e tornar o HRT eficiente, no entanto sabemos que isso é muito difícil, não pelas dificuldades do trabalho em si, mas pela interferência política indevida que a tudo corrompe e torna uma boa e competente administração pública praticamente impossível.
   
Uma situação por exemplo que atrapalha a administração e o bom funcionamento do Hospital Regional de Tucuruí é a permanência indevida da Maternidade Municipal dentro do HRT, isso é um absurdo, é bom para o prefeito que fica livre de trabalho e despesas, mas ruim para a população, no entanto ninguém faz nada a respeito.
    
De qualquer forma, o Folha se coloca à disposição para informar, denunciar irregularidades e também apoiar boas ações e boas iniciativas.
     
Vamos torcer para que o Dr. Devaldo consiga fazer uma boa administração no HRT, afinal, rico e político corrupto não usa hospital público, sendo assim se o H. Regional for mal, o povo é que vai pagar o pato...
    
E a conta.

    

Nova enquete, eleição do SINSMUT

A pergunta é: Quanto você acha que o prefeito vai investir para eleger sua chapa na eleição do SINSMUT?
   
Opções:
    
1 - R$ 20.000,00
2 - R$ 50.000,00
3 - R$ 100.000,00
4 - O que for preciso, grana não é problema.
5 - Nenhuma das opções acima.
    
O prazo para votar na enquete é até o dia 14/03/2013, às 18:00 horas.
    
O Folha quer saber a sua opinião.
 
IMPORTANTE: Recarregue a página para ver o seu voto.
    

Dia 15 de março Eleição do SINSMUT

Dia 15 de março de 2013 será a eleição para a Direção do SINSMUT (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tucuruí).
    
A eleição se dará a um mês e meio da data-base da categoria (maio).
    
Devemos recordar que em novembro do ano passado os vereadores, Prefeito, vice-prefeita, secretários e diretores da PMT tiveram aumento de mais de 60%.
    
Vejam de quanto foi o reajuste salarial para os marajás da PMT: 
    
Prefeito: de R$ 11.000,00 para R$ 18.000,00 (63.63%). 
Vereadores: de R$ 4.800,00 para R$ 8.000,00 (66.66%). 
Vice-prefeita: de R$ 9.000,00 para R$ 14.726,69 (63,63%). 
Secretários e Presidentes de Autarquias: de R$ 4.200,00 para R$ 6.872,45(63,63%). 
    
Os outros funcionários da PMT: (0%).
   
Os servidores municipais precisam fazer com que o SINSMUT deixe de ser o SINDICATO DO PREFEITO e passe a ser o SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS, só assim terão alguma chance de melhorias salariais e de condições de trabalho. Só depende de vocês mudar para melhor, ou deixar como está.
     
A chapa 1 foi a primeira a enviar suas propostas, as outras chapas que quiserem podem enviar também que serão publicadas.
    
Chapa 1 (clique nas imagens para ampliar):
    
  
     

Vossas excelências, os garimpeiros

INFLUÊNCIA - Em discurso aos garimpeiros, o ex-deputado Paulo Rocha prometeu valer-se
de 
seu prestígio junto ao governo federal para liberar R$ 550 milhões retidos pela Caixa
     

Ex-deputados do PT, Virgílio Guimarães e Paulo Rocha celebram um fabuloso negócio com associação de garimpeiros de Serra Pelada para ficar com 56% da exploração de duas jazidas de ouro. Acordo vai ser investigado pelo Ministério Público 
   
Candidato derrotado a uma vaga de suplente de senador em 2010, o ex-deputado Vírgilio Guimarães, do PT de Minas Gerais, fez uma aparição espetacular no garimpo de Serra Pelada, no domingo 17. Conduzido por outro ex-parlamentar, o também petista Paulo Rocha, do Pará, Virgílio deu uma palestra para 545 garimpeiros e voltou para casa com um contrato fabuloso. 

    
Atuando como consultor de empresas interessadas em investir em duas jazidas com reservas calculadas em 33 toneladas de ouro, Virgílio e seus clientes terão direito a ficar com 56% de toda a riqueza que for extraída do lugar, reservando 44% para a cooperativa que reúne 38 mil garimpeiros de Curionópolis, a 700 quilômetros de Belém. Virgílio admite a negociata: “Fui lá fazer uma palestra de gestão. Aí me desafiaram: se o senhor é tão bom gestor, pode nos ajudar aqui?” Leiam a matéria completa.

    
Fonte: Revista ISTOÉ.
    

segunda-feira 25 2013

Afundando na lama - A traição do PT, uma caricatura grotesca do que foi outrora

  
    
Leiam este texto na matéria "A eleição da AMAT e as traições…" do Blog do Professor Cavalcante e vejam em que "coisa" ridícula se transformou o PT no Pará, um partido outrora orgulhoso da sua ideologia e da sua história, se transformou em um simples lacaio a soldo do PSDB. 
   
O PT paraense é hoje mais subserviente aos tucanos que o próprio extinto PFL (O DEM hoje tem mais independência que o PT em relação ao governo tucano).
    
É muito triste ver o PT e o Governo Dilma de joelhos perante o Sancler (PPS) e o Governador Jatene (PSDB), e tudo isso em troca de migalhas... 
     
Lamentável, deprimente, vergonhoso, ridículo.
    
O PT está nú...
    
O PT hoje não passa de uma caricatura grotesca do que foi um dia.
     
Pobre Jones e pobre Tom, desperdiçaram tempo e o mandato denunciando o prefeito ao Governo Federal, mal sabiam eles que o Sancler já estava blindado pela própria "liderança" do seu partido.
      
Leiam um trecho da matéria do Professor Cavalcante:

Do Blog do Professor Cavalcante
        
"Na última sexta-feira em Marabá aconteceu a eleição da Associação dos Municípios do Araguaia Tocantins.
    
A toda poderosa AMAT Carajás reuni 38 municípios da região Sul e Sudeste do Pará e tem em sua principal bandeira a luta pela criação do Estado de Carajás.
    
De um lado o prefeito de Tucuruí Sancler Ferreira (PPS), o candidato ungido pelo governador Simão Jatene;
    
Do outro João Salame, atual prefeito de Marabá, que embora não estivesse disponível para a disputa aceitou a árdua tarefa de enfrentar a máquina de Jatene com a promessa de apoio irrestrito de PT e PMDB;
    
As expectativas eram boas até as traições se confirmarem. Umas foram mais veladas outras escancaradas.
    
Sem pedir segredos e descaradamente o Prefeito Sidney Souza de Bom Jesus do Tocantins (PT) membro da tendência petista Unidade na Luta, da qual o blogueiro ainda acha que faz parte, chegou ao local da votação declarando:
   
“Vou votar no Sancler atendendo pedido do meu Dep. Federal Miriquinho Batista (PT).”
   
O assunto logo se alastrou pelas redes sociais separatistas e estranhamente o federal petista silenciou, como de costume.
   
Pela pífia votação de Salame que obteve 11 votos, há forte indícios que outros prefeitos petistas também venderam Salame como Judas por menos de trinta moedas e o apunhalaram na cruz com o voto de traição. " Leiam a matéria completa.
   

Quanto custou para o povo do Pará a eleição do Sancler presidente da AMAT?

     
Segundo o Deputado Parsifal a eleição do Prefeito Sancler Ferreira (PPS) para presidente da AMAT custou (ou custará) aos cofres públicos nada mais, nada menos que R$ 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões), além da desocupação da fazenda de um prefeito, que está sendo ocupada pelos sem-terra.
   
Seria interessante agora os sem-terra que serão despejados pedirem terras ao Deputado Miriquinho Batista (PT) e ao Paulo Rocha, amigos e colaboradores do Prefeito Sancler.
    
Adivinhem agora quem pagará a conta?
    
Um lado bom, antes era só o povo de Tucuruí quem pagava a conta, agora todo o povo do Pará vai "colaborar".
   
É isso aí, é assim que se faz "política" no Pará.
   
Vejam um trecho da matéria do Parsifal:
    
"
Em 2013 a conta subiu
     
Nesta eleição de 2013, já na quinta-feira (21), o Secretário de Obras do Governo, Joaquim Passarinho, acompanhado de áulicos, desembarcou em Marabá para avalizar os votos do dia seguinte.
    
Na sexta-feira (22), os prefeitos contabilizavam o que haviam conseguido para eleger Sancler Ferreira: como o governo não admitia ser derrotado pelo prefeito de Marabá, (que já foi aliado e é hoje um dos seus mais ferrenhos desafetos) a caneta do Passarinho foi bondosa.
     
Pelo que se ouviu, a conta ultrapassou os 200 km de asfalto, fazendo com que o preço da eleição da AMAT esse ano possa beirar os R$ 150 milhões.
    
Altaneira Polícia Militar
     
Embora eu já tenha visto bois voarem, desta vez houve um compromisso inusitado: foi prometido a um prefeito, além do asfalto, a garantia de que a Polícia Militar vai retirar os invasores da sua fazenda. É a briosa prestando serviço eleitoral. " Vejam a matéria completa, clique aqui.
    

domingo 24 2013

PMDB um laranjal em flor


       
Em mais uma eleição se repete a sua estratégia do PMDB de lançar um candidato laranja nas eleições Estaduais.
   
Especula-se que o candidato do PMDB será o ex-prefeito de Ananindeua e filho do cacique mor do PMDB no Pará Jader Barbalho.
    
Duvidamos que Jader coloque seu filho Helder (tratado em família carinhosamente como ‘‘reizinho’’), na posição de laranja nas próximas eleições.
      
A estratégia nestas eleições é a mesma, entregar os cargos estaduais um ano antes das eleições. Claro que muitos vão ‘’desconhecer’’ a orientação do partido e vão continuar nos cargos, tudo combinado.
      
Vão dividir votos no primeiro turno, e se não conseguirem reeleger o Jatene já no primeiro turno, no segundo turno o PMDB vai se aliar ao Jatene e assim garantir as mamatas sem qualquer risco.
      
Como Jatene está queimado no sul do Pará, a eleição do Sancler para a AMAT, que é da região vem beneficiar o governador e o PSDB. Sancler contando com o apoio do Jatene (PSDB) e de lideranças do PT cooptadas, tem grandes chances de aglutinar lideranças e angariar votos para a reeleição do governador e para sua candidatura como vice-governador na chapa do Jatene.
      
Resumindo: Está tudo armado, inclusive o Pará parece ser o boi de piranha do PT, que entrega o Estado como consolação ao PSDB, tendo em vista Estados mais importantes econômica e eleitoralmente, como por exemplo, o Estado de São Paulo. É o conhecido loteamento político.
      
Mas voltando ao assunto: O PMDB hoje é um laranjal em flor, que está sendo adubado para as próximas eleições. E você eleitor, será manipulado a serviço dos interesses dos caciques e políticos manipuladores.
     
O PT seria o único partido que poderia esboçar alguma resistência aos planos de hegemonia do PSDB no Pará, caso parte importante do partido no Estado não estivesse comprometida.
      
ISSO É UM JOGO DE CARTAS MARCADAS, UMA FARSA...
      
ISSO É UMA VERGONHA...
      

sábado 23 2013

Salame denuncia a farsa da eleição da AMAT

João Salame Prefeito de Marabá
    
Nota  sobre a Eleição da AMAT
     
Nesta sexta-feira aconteceu a eleição para a presidência da Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins (Amat). Essa entidade surgiu com forte compromisso com a criação do Estado de Carajás.
    
Não era minha intenção participar desta eleição, pois tenho grandes desafios a enfrentar diante do caos que recebi a prefeitura de Marabá. No entanto, participar passou a ser importante diante da conformação da única chapa que existia, encabeçada pelo prefeito de Tucuruí, Sancler Ferreira. Decidi apresentar meu nome para que uma verdadeira farsa não fosse consumada sem nenhuma reação.
    
O prefeito de Tucuruí não moveu uma palha na luta pela criação do Estado de Carajás. Não participou de um comício, de uma reunião sequer. Nem mesmo no seu município. Não por acaso foi justamente em Tucuruí que tivemos a menor votação no plebiscito. Cerca de 66% dos votos, contra mais de 95% na maioria dos municípios da região.
    
Não seria justo que exatamente esse prefeito se tornasse presidente da Amat, que tem no seu estatuto a luta pela criação do Estado de Carajás como prioridade.
    
Mais grave ainda é que sua candidatura passou a ser articulada diretamente pelo governo do estado, que liberou secretários para montar acampamento em Marabá oferecendo asfalto para os prefeitos votarem na sua chapa. Vários prefeitos confessaram este fato. Um outro chegou a dizer que sua fazenda foi invadida e se não votasse no candidato do Governo, a polícia não iria retirar os ocupantes de sua propriedade.
     
Esses fatos revelam que a Amat perdeu importância.Deixou de unir os prefeitos para lutar pelo Carajás, pela hidrovia do Araguaia Tocantins, pela pavimentação de nossas estradas, pra se impor diante do Governo do Estado e exigir tratamento igual ao que é dado à prefeitura de Belém. Só na data da eleição da Amat ela volta a ter alguma importância como moeda de troca para migalhas, para promessas na maioria das vezes não cumpridas.
     
Tinha a obrigação de trazer esses fatos ao povo de Marabá, pois a Amat recebe quase R$ 20 mil por mês do nosso município. Ou quase R$ 1 milhão de reais em quatro anos de governo. Dinheiro que faz falta na solução dos graves problemas por que passa Marabá. Sobretudo para alimentar uma entidade cuja maioria dos seus membros perdeu qualquer perspectiva de ação coletiva, abandonou qualquer compromisso com a luta maior do povo de Carajás.
    
Disputei para não compactuar com isso. Infelizmente, como a votação é secreta, não temos como revelar os nomes dos 10 prefeitos que nos prestigiaram com o seu voto. Que resistiram a todo tipo de pressão. A esses meu mais profundo agradecimento. Ao povo de Marabá, a quem verdadeiramente devo obrigações, a certeza de que valorizaremos cada centavo que entra nos cofres da prefeitura, impedindo que esse dinheiro seja usado para financiar atividades que vão contra a luta histórica de nosso povo pela criação do estado de Carajás.
      
Marabá, 22 de fevereiro de 2013
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Não nos admiramos pelas ameaças e pelas cooptações do Prefeito de Tucuruí, ele é especialista e PHD nisso, que o digam Paulo Rocha, Miriquinho Batista e Parsifal Pontes. 
     
A paciência de Deus tem limite.
    
A quem muito foi dado, muito será cobrado, mais cedo ou mais tarde a hora da colheita chegará, e o pai tempo trará justiça.
    

Nem sempre vence o mais forte

Jacaré se dá mal ao morder um poraquê.
     

   

sexta-feira 22 2013

Qual a responsabilidade do Prefeito pelos atos dos Secretários Municipais?

Os partidários do Prefeito Sancler tem constantemente comentado pelas ruas e mesmo pela Internet, que o Prefeito Sancler não tem responsabilidade pelos atos dos Secretários e pela má utilização do dinheiro da Saúde Municipal apontada por auditoria do SUS.
    
A ideia é passar para a população que a Ex-Secretária é a única culpada e que o prefeito não tem responsabilidade alguma pela utilização indevida dos recursos da Saúde Pública em Tucuruí. Isso é um absurdo.
        

Diante disso o Folha esclarece que em centenas de decisões judiciais em tribunais de todos os Estados do Brasil e em decisão do STF, a justiça é unânime em afirmar a responsabilidade do Prefeito Municipal pelos atos cometidos pelos seus Secretários, respondendo os prefeitos perante a justiça e nos Tribunais de Contas pelos atos dos seus Secretários, incluindo Secretários de Saúde e Educação, mesmo tendo os mesmos autonomia financeira.
    
Portanto não há que se cogitar afastar-se totalmente a responsabilidade do Prefeito por ato de Secretário, pois quem recebeu do povo o mandato para gerir os recursos públicos foi o Prefeito. Ele não pode simplesmente substabelecer seus poderes sem controlar, de alguma maneira, o substabelecido. Será responsável, sim, comissivo ou omissivo, mas sempre titular da responsabilidade que lhe foi atribuída pela vontade popular, pelo povo, mediante o voto, em sufrágio universal.
     
Afirmar que o prefeito Sancler não tem responsabilidade pelos atos dos Secretários Municipais, mesmo que eles tenham Autonomia Administrativa e Financeira, é ignorância jurídica ou má fé.
     
VEJAM ESTES ACÓRDÃOS DO TCU (TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO) 
   
Acórdão 1.247/2006-TCU-1ª Câmara 
   
TOMADA DE CONTAS ESPECIAL. RECURSO DE RECONSIDERAÇÃO. IRREGULARIDADES NA EXECUÇÃO DE CONVÊNIO. 
    
1. A delegação de competência não transfere a responsabilidade para fiscalizar e revisar os atos praticados. 
    
2.O Prefeito é responsável pela escolha de seus subordinados e pela fiscalização dos atos por estes praticados. Culpa in eligendo e in vigilando. 
    
“Acórdão 1.843/2005-TCU-Plenário 
    
LICITAÇÃO. PEDIDO DE REEXAME. AUSÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DE ATOS DELEGADOS. (...) 
    
A delegação de competência não exime o responsável de exercer o controle adequado sobre seus subordinados incumbidos da fiscalização do contrato. 
    
Suas argumentações não obtiveram êxito na pretensão de afastar sua responsabilidade. A delegação de competência não exime o responsável de exercer o controle adequado sobre seus subordinados incumbidos da fiscalização do contrato. É obrigação do ordenador de despesas supervisionar todos os atos praticados pelos membros de sua equipe, a fim de assegurar a legalidade e a regularidade das despesas, pelas quais é sempre (naquilo que estiver a seu alcance) o responsável inafastável. 
    
Acórdão 1.619/2004-TCU-Plenário 
    
É entendimento pacífico no Tribunal que o instrumento da delegação de competência não retira a responsabilidade de quem delega, visto que remanesce a responsabilidade no nível delegante em relação aos atos do delegado (v.g. Acórdão 56/1992 - Plenário, in Ata 40/1992; Acórdão 54/1999 - Plenário, in Ata 19/1999; Acórdão 153/2001 - Segunda Câmara, in Ata 10/2001). Cabe, por conseguinte, à autoridade delegante a fiscalização subordinados, diante da culpa in eligendo e da culpa in vigilando. 
   
Acórdão 1.432/2006-TCU-PLENÁRIO 
   
(...) RESPONSABILIZAÇÃO DO GESTOR PELAS ATRIBUIÇÕES DELEGADAS. FISCALIZAÇÃO DEVIDA. (…) 
   
(...) 2. Atribui-se a culpa in vigilando do Ordenador de Despesas quando o mesmo delega funções que lhe são exclusivas sem exercer a devida fiscalização sobre a atuação do seu delegado.”
   
VEJAM TAMBÉM ESTA DECISÃO DO STF:
   
AI 631841/SP, Relator Min. Celso de Melo, Julgamento 24/04/2009 (Dje – 082 05/05/2009) 
     
"Os Secretários exercem cargos de confiança para praticarem atos delegados pelo Prefeito, que os escolhe direta e imediatamente e tem a responsabilidade não somente pela escolha, mas também de fiscalizar diretamente seus atos. Por consequência, mostra-se inaceitável que, pelas dimensões da maquina administrativa e relacionamento direto, o Prefeito desconhecesse a liberação ilegal de pagamentos."
   

quarta-feira 20 2013

Funcionário da PMT recebem holerite zerado

Com a desculpa de erro do sistema ou problemas de informação, muitos funcionários da PMT receberam o holerite zerado. 
    
Muitos contratados também trabalharam mas não receberam.
    
Vejam a cópia de um holerite. 
    
Apagamos algumas informações para impedir a identificação do servidor devido à intensa perseguição a que o mesmo ficaria sujeito, caso fosse identificado.