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quarta-feira 20 2013

Nova direção do SINSMUT toma posse

A nova direção do SINSMUT tomou posse e já começaram a trabalhar tentando tomar conhecimento da situação administrativa e financeira da entidade. 
    
A nova direção não está tendo qualquer ajuda da direção anterior e as dificuldades são muitas devido à desorganização administrativa que encontraram no SINSMUT. Os membros da direção anterior não compareceram no Sindicato e a Comissão Eleitoral entregou a nova direção as chaves e a posse da sede do sindicato.

Problemas 

   
A nova direção do SINSMUT encontrou muitas situações inusitadas, por exemplo inúmeras dívidas de alguns filiados, alguns devendo até dez vales gás e sem nenhum controle de pagamento e outras despesas e receitas. A sede da entidade está precisando de reforma urgente, pois está cheia de goteiras e infiltrações, inclusive sanitários entupidos e sujeira por todo lado. Ao que parece tem muitos problemas com relação às contas do sindicato que precisam ser apurados com rigor, imparcialidade e transparência.

Os filiados do SINSMUT precisam tomar conhecimento da verdadeira situação do Sindicato, e a nova direção do SINSMUT deve dar esta transparência à entidade de agora em diante, até para que os servidores públicos municipais possam ter uma visão verdadeira e não deturpada do que é um sindicato verdadeiramente comprometido com a categoria.
   
A nova direção deverá ir ao banco amanhã para saber se existe algum saldo na conta da entidade. Sabe-se que o SINSMUT tem uma dívida para com a Federação, dívida esta que tem de ser paga para que o sindicato possa receber verbas, como por exemplo, o Imposto Sindical. Parece que o valor é pequeno, mas tem de ser pago. 
   
Enfim, a nova direção vai precisar se um tempo para "colocar a casa em ordem", e isso tem de ser feito o mais breve possível, já que em maio é a data-base da categoria. 
     
Não se sabe ainda qual tipo de relacionamento o prefeito pretende ter com a nova direção, no entanto a intenção do Sindicato é que este relacionamento seja de cordialidade e respeito mútuo, o que será benéfico para a PMT, para a população de Tucuruí, e principalmente para o funcionalismo municipal.
       
Se depender da nova direção do SINSMUT o relacionamento Sindicato/Prefeitura será o melhor possível, sem deixar é claro de levar em conta que o SINSMUT representa os anseios e os interesses dos Servidores Municipais.
   
A direção mostra a ata da eleição e posse.
   
A nova direção faz uma oração, agradecendo e pedindo ajuda a Deus para sua administração.
   
Nada se faz de bom sem a ajuda e a proteção de Deus, o verdadeiro poder.
    

Correios (ECT) não pode demitir funcionário sem motivação, decide STF


Hoje 20/03/2013, o STF decidiu em julgamento do Recurso da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, RE 589998 - ECT X Humberto Rodrigues, que Empresa Pública de Economia Mista não pode rescindir unilateralmente o contrato de trabalho regido pela CLT sem justificativa.
    
Prevaleceu o argumento de que os funcionários das Empresas Públicas de Economia Mista nas esferas Federal, Estadual e Municipal só podem ser admitidos por Concurso Público, com base no princípio da impessoalidade e transparência, partindo do mesmo princípio, a demissão só pode ocorrer de forma motivada. Com isso os Ministros pretendem impedir abusos e arbitrariedades tais como a demissão por discriminação de qualquer tipo, e principalmente por motivação política.
    
Os Ministros do STF, no entanto fizeram questão de deixar bem claro e explícito nesta decisão, que os funcionários das Empresas Públicas de Economia Mista não gozam da estabilidade garantida pela Constituição Federal (Art. 41) aos servidores Públicos Efetivos da Administração Pública Direta e das Autarquias. 
No caso dos funcionários das Empresas Públicas de Economia Mista não é preciso inquérito Administrativo e Justa Causa para a demissão, no entanto é preciso uma justificativa idônea. Neste caso a demissão não pode ser por discriminação ou por motivação pessoal, ideológica ou política do gestor.
   

terça-feira 19 2013

Apenas um sapinho...



   

Popularidade de Dilma bate novo recorde e atinge 79%, diz Ibope

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
     
Aprovação pessoal da presidente também oscilou positivamente; 63% dos entrevistados consideram o governo de Dilma bom ou ótimo
   
iG São Paulo 
   
A popularidade da presidente Dilma Rousseff bateu novo recorde e atingiu 79% no mês de março de 2013, conforme mostra a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em dezembro de 2012, a popularidade da presidente era de 78%. 
   
O percentual de brasileiros que desaprova a gerência da presidente caiu, e está em 17%. Também aumentou a confiança na presidente, que passou de 73% nas duas pesquisas anteriores para 75% agora. O total de entrevistados que não confiam em Dilma seguiu estável em 22%. 
   
Governo 
   
Agência Brasil 
    
Dilma mantém popularidade em alta, diz pesquisa 
    
A aprovação do governo de Dilma também oscilou positivamente. Para 63%, o governo de Dilma é ótimo ou bom. Nos dois levantamentos anteriores, essa taxa estava em 62%, e em 56%, em março de 2012 e em março de 2011, respectivamente. O levantamento revelou também que 29% dos entrevistados consideram o governo da presidente como regular e 7%, como ruim ou péssimo. 
    
A CNI/Ibope identificou que houve um crescimento do otimismo em relação aos próximos meses do governo, com a taxa de ótimo ou bom passando de 62% em dezembro para 65% agora. Os que projetam o restante do governo como regular está em 24% e, como ruim ou péssimo, em 8%. 
    
Na área de economia, a CNI/Ibope identificou que de maneira mais geral a população está mais satisfeita com o governo. Em relação ao combate à fome e à pobreza, a taxa subiu de 62% para 64%. Sobre o meio ambiente, o avanço foi de 52% para 57%. No quesito combate ao desemprego a alta foi um pouco mais tênue, de 56% para 57%. A política de combate à inflação recebeu aprovação de 48% da população, ante 45% visto na pesquisa anterior. Sobre educação, a taxa de aprovação subiu de 43% para 47% e em relação à taxa de juros, de 41% para 42%. 
    
Apenas três quesitos da pesquisa estão com taxa de desaprovação acima de 60%. Um deles é a cobrança de impostos que está exatamente em 60%. Mesmo assim, houve uma melhora nesse item já que no levantamento anterior a desaprovação era de 65%. Em relação à segurança pública, também houve queda, passando de 68% para 66%. O maior problema da presidente, na avaliação da população, ainda é a saúde, mas mesmo assim, a taxa de desaprovação recuou, de 74% para 67%. 
    
O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios entre os dias 8 e 11 de março. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. 
    
* Com Agência Estado.
    

sábado 16 2013

Enquete encerrada

A pergunta da Enquete foi a seguinte:

   
Quanto você acha que o Prefeito vai investir para eleger a sua chapa para a eleição do SINSMUT?


   
RESULTADO:
   
Opção 1 - R$ 20.000,00 - 3 Votos (6%).
Opção 2 - R$ R$ 50.000,00 - 0 Votos (0%).
Opção 3 - R$ 100.000,00 - 5 Votos (10%).
Opção 4 - O que for preciso, grana não é problema - 36 Votos (75%).
Opção 5 - Nenhuma das opções acima. 4 Votos (8%).
   

sexta-feira 15 2013

Chapa 1 ganha a eleição do Sindicato dos Servidores Municipais de Tucuruí e quebra um tabu de mais de uma década

O SINSMUT agora é do servidor municipal.

   
A chapa 1 ganhou a eleição do SINSMUT apesar do prefeito ter investido e utilizado toda a máquina pública em favor da chapa 2 que ele apoiou.
    
Durante a votação vários Secretários Municipais estiveram na votação fazendo boca de urna para a chapa 2, inclusive parentes do Prefeito. No entanto os servidores municipais quebraram uma invencibilidade de 14 anos, em que o SINSMUT esteve nas mãos dos prefeitos como um sindicato pelego e de fachada, cuja única "conquista" durante todos estes anos foi conseguir cargos de confiança para os diretores e seus parentes.
     
Parabéns aos servidores municipais pela coragem de demonstrar que tem vontade própria e que o SINSMUT e a ASERT é do Servidor Municipal. O Sindicato e a Associação foram criados e são mantidos única e exclusivamente pelo Servidor Municipal, não tem nem centavo de dinheiro público. 
   
Parabéns ao Miranda e toda a Chapa 1 e ao Raimundo que nunca deixou de acreditar nos servidores públicos e por isso nunca desistiu deles e nunca os abandonou.
     
VOTAÇÃO:
    
Total de votos - 763 votos.
Chapa 1 - 428 votos.
Chapa 2 - 324 votos.
Votos Nulos - 3.
Votos Branco - 8.
    
A Chapa 1 ganhou com 56% dos votos.
    
E VIVA A DEMOCRACIA!!!
   

A voz e a vez dos excluídos

Um texto de autoria do Prefeito de Marabá João Salame (PPS), pinçado do Blog do Beto Faro que reflete bem o "espírito" e o pensamento da Equipe Folha de Tucuruí na defesa dos mais fracos, dos menos favorecidos e da sociedade organizada.
     
Este é a verdadeira e não deturpada forma de pensar de um partido progressista.
    
A voz e a vez dos excluídos - Por João Salame
     
Muitos críticos podem dizer que o PT se transformou e, em alguns casos, para pior. Que se rendeu a velhas práticas da política. Há muito de verdade nisso. 
   
Mas o partido não consegue ser superado por outras organizações de esquerda porque mantém ainda sólido vínculo com a maioria da população deserdada das políticas públicas. 
   
Não gosto de personalizar as coisas, aposto muito nas ações coletivas, mas essa façanha se deve muito a intuição política de uma personalidade: Lula. Ele mesmo. Tão defenestrado por seus adversários nos últimos dias. Mas cada vez mais amado pelas parcelas menos favorecidas da sociedade. 
   
No início da década de 80, Lula entendeu que a velha forma de representação política da esquerda, representada pelo partido comunista, havia falido. Que a concepção autoritária de partido não dava mais conta dos anseios da sociedade. Identificou que era hora de colocar as grandes massas como agente político e comandou a organização do setor de vanguarda do operariado, através do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo, berço do sindicalismo combativo. 
   
Viu mais longe: enxergou a necessidade de estimular a participação política dos deserdados, dos que não tinham vaga nos partidos para se candidatar e lançou-se na organização do Partido dos Trabalhadores. Estimulou ainda instrumentos como o orçamento participativo, formação de conselhos e outras formas de representação popular. Em pouco tempo, nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional começaram a aparecer trabalhadores rurais, operários, domésticas, semianalfabetos, negros, homossexuais e outros segmentos discriminados da sociedade. 
   
Lula entendeu na década de 80 que a vez era do movimento social organizado. O PT “bombou”. De uns tempos para cá ele percebeu que é a vez dos excluídos. Consolidou o bolsa-família como política compensatória para os segmentos mais fragilizados e desorganizados da sociedade e empreendeu várias outras políticas para esses setores. 
   
Na última quinta-feira participei do 14º. Encontro Nacional do Morhan – o movimento que combate o preconceito e luta em defesa dos hansenianos. Tive a honra de ser um dos 35 personagens homenageados pelo movimento. Lula estava lá. No seu discurso foi na ferida: “os empresários, os professores, o pessoal da cultura, os sindicatos, conseguem muito do que querem junto ao governo. E os excluídos? Tudo pra eles é difícil. Nós temos que inverter essa lógica e mostrar que pra eles tudo é possível”, falou. Foi ovacionado. Foi emocionante. 
   
Enquanto boa parte da esquerda, inclusive a que se diz revolucionária, continua presa aos velhos clichês, continua aprisionada pelo corporativismo de boa parte dos líderes sindicais e da chamada sociedade civil organizada, Lula percebeu, ainda que intuitivamente, que o Estado precisa distribuir mais seus recursos para os deserdados. 
   
Que todo o dinheiro não pode ser gasto apenas com os setores mais organizados da sociedade. Por isso continua amado pelo seu povo. Na sua sensibilidade está a possibilidade do PT se reciclar novamente, ainda que o partido possa fazer essa transformação sem ter a compreensão teórica da necessidade real dessa mudança. 
   
Eu, em crise com o meu partido, que sempre apostei no coletivo, confesso que me sinto um pouco lulista. Ele está sendo uma voz quase solitária em defesa dos excluídos. A cada dia eles se multiplicam, com a internet se comunicam e em pouco tempo vão tornar pó as cúpulas partidárias, as estruturas sindicais e a atual forma de representação política, que completa duzentos anos sem se dar conta que o mundo mudou. (*) João Salame é jornalista e prefeito de Marabá
    

quinta-feira 14 2013

Candidato a Presidência do Sindicato dos Servidores Municipais de Tucuruí tem cargo de confiança do prefeito Sancler

Veja o Holerite do mês de abril de 2012 do Raimundo Lopes (Bam bam), candidato à Presidência do SINSMUT. 
    
Notem que o Sr. Raimundo Lopes recebe, ou recebeu gratificação de insalubridade mesmo estando à disposição do SINSMUT e recebeu (ou ainda recebe), gratificação no valor de R$ 600,00. 
   
Como podemos ver o Raimundo Lopes, vulgo Bam bam, é pessoa de confiança do prefeito, por isso ele o quer na presidência do SINSMUT a qualquer custo.
   
   

quarta-feira 13 2013

ASERT perde na justiça processo contra a PMT.


A Juíza concluiu que os documentos apresentados pela Associação dos Servidores Municipais não comprovam a dívida. Leiam a cópia da sentença que estamos publicando, para compreenderem melhor a decisão.
     
Agora vamos dar o nosso pitaco: Em primeiro lugar devemos esclarecer que o que estamos expondo é a nossa opinião e não um parecer, até porque não temos conhecimento jurídico suficiente para formularmos um parecer técnico sobre o tema.
    
Bom, de acordo com os documentos apresentados e descritos na sentença, concordamos que cópias de planilhas e holerites avulsos não provam a dívida alegada, que seria de mais de um milhão. 
    
Os representantes dos Servidores Municipais, tanto de Tucuruí quanto de qualquer outro município, tem que partir do princípio de que o Prefeito está no poder, portanto ele é mais “forte”, dispõe muito mais recursos (inclusive controla o legislativo) do que os funcionários municipais e que não basta apenas “ter o direito e a Lei do seu lado”, é preciso saber exercer e reivindicar este direito DA FORMA CORRETA, mais que isso, em se tratando de uma luta desigual entre o mais forte e o mais fraco, o mais fraco mesmo tendo o direito a seu favor, tem OBRIGATORIAMENTE o dever de agir de forma pensada e com ESTRATÉGIA. 
      
Caros amigos, sem estratégia em uma luta deste tipo não existe a mínima chance de vitória, agir por paixão e por impulso, nem pensar.
    
A nosso ver a estratégia que deveria ter sido adotada seria outra. Vamos partir do princípio de que realmente a Prefeitura não deve nada para a ASERT, a prefeitura deve AO SERVIDOR este sim deve para a ASERT, ou melhor para o comércio e hospitais, A ASERT simplesmente repassa os descontos, é uma intermediária entre o servidor, o comércio e hospitais.  
   
Portanto, a nosso ver, a dívida da PMT é para com o servidor, pois descontou e não repassou, portanto o prefeito se apropriou indevida e premeditadamente de parte do salário do servidor, e isso é crime, é apropriação indébita e improbidade administrativa.
    
A ação correta, a nosso ver,  seria uma queixa crime  contra o prefeito, os próprios integrantes da direção da ASERT como pessoa física, poderiam ter acusado o prefeito por se apropriar indevidamente de parte de seus salários e por apropriação indébita, ao descontar e não repassar este desconto a quem de direito, inclusive poderia acusar o prefeito ainda por danos morais, pela situação vexatória do servidor perante o comércio local, pela perda do crédito, etc. 
   
No caso, a ASERT deveria ter dado Assessoria Jurídica ao servidor para que o Servidor acionasse a justiça, basta que a justiça aceite a denúncia e que apenas um servidor ganhe na justiça para que a casa caia para o prefeito e ele fique em uma situação muito difícil.
    
Não se briga com o poder sem cartas na manga, ou motivado por paixão, revolta ou qualquer emoção forte, para enfrentar alguém mais forte tem de ser frio e calculista, e o mais importante, vamos repetir: ESTRATÉGIA, ESTRATÉGIA, ESTRATÉGIA, ESTRATÉGIA E ESTRATÉGIA.
    
Davi venceu Golias que era um guerreiro muito mais forte, não só porque estava com a razão e tinha Deus do seu lado, mas porque usou de estratégia, utilizou os meios adequados (a funda), usou de técnica (pontaria e familiaridade com a arma), e olha que a situação era extrema, já que a sua vida e o destino do seu país estava em jogo, muitos em seu lugar teria se borrado todo na frente do “gigante” e teria sido despedaçado.
     
Estou dizendo isso como um alerta e ao mesmo tempo como incentivo, de que é perfeitamente possível o mais fraco vencer o mais forte, é difícil, mas é perfeitamente possível. Mas tem que ter coragem, agir com inteligência, persistência, sangue frio, e não canso de repetir “COM ESTRATÉGIA”.
    
O “outro lado” não é composto por demônios ou super-homens, o “outro lado” é composto por pessoas falíveis, que tem pontos fortes mas que também tem muitos pontos fracos. Quanto mais poder, mais inimigos, mais preocupações, mais responsabilidades e mais trairagens.
    
Se o funcionário perder, ele pode tentar de novo, e se souber fazer, se for esperto, pode recuperar tudo o que perdeu e mais alguma coisa. Por outro lado, se o prefeito perder, conforme o caso, ele pode perder o cargo, o sossego e até mesmo a liberdade, portanto o prefeito tem muito mais motivos para se preocupar que você. Porque você acha que ele se desespera, joga tudo o que tem e usa de todas as armas para vencer tudo é quanto eleição, por menos importante que seja? 
    
É por medo que os chefes na PMT estão se humilhando perante seus subordinados pedindo voto para a chapa do prefeito. O prefeito tem medo de que a sociedade se organize porque ele sabe o que isso significa.
     
Pense nisso. Pense que ninguém pode fazer nada por você, nem mesmo Deus fará nada por você se você não ajudar a si mesmo e agir com a cabeça.
    
A justiça não protege os que dormem e Deus não protege os covardes, os acomodados e os preguiçosos.
    
Veja a cópia da sentença.
     
    

terça-feira 12 2013

Vereador "valente" diz que o Projeto do IPASET será aprovado queiram ou não os servidores do município

Vereadores discutem com servidores a criação do IPASET
    
Segundo o representante do Prefeito na reunião da Câmara Municipal de Tucuruí a explicação para a criação do IPASET (Funprev III) foi que a Prefeitura de Tucuruí deve mais ou menos 150 milhões ao INSS e como a dívida já fora negociada e renegociada antes, a solução é criar o Fundo de Previdência Municipal dividindo a dívida com o INSS em vinte anos. 

   
Enquanto isso, com a criação do IPASET a PMT passa a contribuir com 12% em vez dos 22% atuais, ou seja, a folha de pagamento terá uma redução de 10%, isso SE o prefeito fizer os repasses, o que nós não acreditamos que ele faça, já que ele atrasa os repasses do Caixa Econômica, não faz os repasses ao Fundo Municipal do Meio Ambiente, ao SINSMUT e para a ASERT, porque pelas barbas do profeta, faria os repasses do IPASET? 
   
Poderia ser criada alguma cláusula de garantia na Lei Municipal, de que os repasses sejam feitos e de que o Prefeito não utilizará o dinheiro da previdência municipal indevidamente, e nem vai extinguir o órgão, mas Lei Municipal em Tucuruí pode ser criada e alterada quando o prefeito bem entender, já que o Legislativo é submisso e defende os interesses do prefeito acima de qualquer outro, ainda mais quando está em jogo valores estratosféricos. 
   
Se Lei Federal e Estadual não é cumprida pela administração Municipal (Nepotismo, Concurso... Etc.) imaginem Leis municipais que podem ser modificadas quando o prefeito bem entender? Teve até um “vereador” que abaixa a cabeça para o prefeito, mas que é muito corajoso com quem não pode se defender, que disse que o projeto será aprovado quer os servidores municipais queiram ou não. 
    
Como se isso fosse novidade e ninguém soubesse, e como se vereador em Tucuruí se importasse com os funcionários municipais e com o interesse público. Que o projeto será aprovado e que os vereadores não estão nem ai para os funcionários municipais e para o povo, nós do Folha já sabemos e estamos dizendo há muito tempo. 
   
Mas se a população e os servidores municipais não estão contentes ainda com toda esta lambança, pode fazer piorar ainda mais, é só votar nos candidatos do prefeito e dos vereadores no ano que vem, enquanto isso terminem o "serviço" e acabem de esculhambar tudo de vez entregando o SINSMUT e a ASERT para o prefeito. 
   
No final, os servidores municipais serão prejudicados em suas aposentadorias e a população como um todo também será prejudicada (como foi com o FUNPREV), pois o município é que acaba se endividando ainda mais e quem paga a conta é o povo. 
   
Outra questão é se por acaso não existe algum entrave jurídico para a criação da previdência municipal, já que Tucuruí já havia criado anteriormente um fundo municipal de previdência e o mesmo faliu, foi extinto, e ninguém sabe o que foi feito e onde foi parar o dinheiro da Previdência Municipal (FUNPREV). Com isso Tucuruí ficou mais endividada e os funcionários municipais encontram hoje grandes dificuldades para se aposentarem. 
    
No entanto a população tem que se conscientizar de que tudo isso isso não é nada mais e nada menos que a consequência das últimas eleições municipais, em que o atual prefeito e os atuais vereadores foram eleitos pela maioria do povo de Tucuruí, inclusive por uma grande parte do funcionalismo municipal que já está pagando o preço pelo erro. 
   
Isso só demonstra mais uma vez que o voto tem consequências, e o povo de Tucuruí que se prepare, porque isso é só o começo. Com este prefeito e estes vereadores, vem muito mais bomba por ai.
    

domingo 10 2013

'Tribos perigosas': as histórias de guerra de um antropólogo

Livro analisa a tribo dos ianomâmis e suas estruturas sociais, em um período em que eles ainda não haviam sofrido a influência do homem branco. 
   
The New York Times | 10/03/2013 08:00:21. 
   
Noble Savages via The New York Times. 
    
Membros de tribo ianomâmi dançam em ritual.
Livro analisa trabalho de antropólogo com tribo amazônica.
Como eram de fato os nossos primeiros ancestrais quando deixaram de ser bandos de caçadores-coletores e se tornaram sociedades mais complexas e assentadas? O antropólogo Napoleon A. Chagnon, após 35 anos pesquisando uma população notável – os ianomâmis que habitam a Venezuela e o Brasil – pode ter sido a pessoa que chegou mais perto de responder essa pergunta. 
   
O novo livro de Chagnon, "Noble Savages" ("Bons selvagens", em tradução livre), inclui três temas. Primeiro, é uma história de aventura muito bem escrita a respeito de como o antropólogo aprendeu a sobreviver em uma cultura e um ambiente completamente diferentes dos seus, entre aldeias tomadas por um estado de guerra perpétua e onças que seguiam suas trilhas pela selva. Em segundo lugar, descreve como o autor foi compreendendo gradualmente o funcionamento da sociedade ianomâmi, uma questão de grande relevância para a evolução humana recente. Terceiro, narra as agruras que Chagnon vivenciou nas mãos da Associação Americana de Antropologia. 
   
A maioria das tribos estudadas por antropólogos perderam muito de sua cultura e estrutura sob as influências ocidentais. Na década de 1960, quando Chagnon visitou os ianomâmis pela primeira vez, deparou-se com um povo quase que em absoluto estado natural. Suas guerras não tinham sido suprimidas por potências coloniais. Eles estavam isolados havia tanto tempo, longe até mesmo de outras tribos na Amazônia, que sua língua demonstrava ter pouca ou nenhuma relação com qualquer outra. Cerca de 25 mil pessoas que viviam em 250 aldeias, os ianomâmis cultivavam banana, caçavam animais silvestres e invadiam os territórios uns dos outros incessantemente. 
   
Graduado em Engenharia antes de se dedicar à Antropologia, Chagnon estava interessado na mecânica do trabalho dos ianomâmis. Ele percebeu que o parentesco era o que dava coesão às sociedades, o que o motivou a começar a montar a complicada genealogia dos ianomâmis. Isso levou muitos anos, em parte porque mencionar os nomes dos mortos, para os ianomâmis, é um tabu. Quando concluído, o trabalho revelou muitas características importantes da sociedade ianomâmi. Uma das descobertas de Chagnon foi de que os guerreiros que matavam um homem no campo de batalha geravam três vezes mais filhos que os demais. 
   
A sua pesquisa foi publicada no periódico Science em 1988, desencadeando uma tempestade entre os antropólogos que acreditavam que a paz, e não a guerra, era o estado natural da existência humana. As descrições de Chagnon a respeito da guerra ianomâmi tinham sido ruins a ponto de ele parecer estar dizendo que a agressão era recompensada e poderia ser herdada. 
   
Um tema recorrente em seu livro é o choque entre suas descobertas empíricas e a ideologia de seus colegas antropólogos. O viés geral da teoria antropológica é fortemente inspirado no marxismo, escreve Chagnon. Seus colegas insistiam que os ianomâmis estavam lutando por bens materiais, enquanto que Chagnon acreditava que as lutas tinham a ver com algo muito mais básico – o acesso às mulheres jovens com idade para se casar. 
   
Para Chagnon, a evolução e a sociobiologia, e não a teoria marxista, são maneiras mais promissoras de compreender as sociedades humanas. Sob esse ponto de vista, escreve ele, faz todo o sentido que a guerra entre os ianomâmis – e provavelmente entre todas as sociedades humanas em diferentes fases de sua história – tenha propósitos reprodutivos. 
   
Os homens formam coalizões para ter acesso às mulheres. Como alguns homens serão capazes de ter muitas mulheres, outros devem compartilhar ou ficar sem esposa alguma, criando uma grande escassez de mulheres. É por isso que as aldeias ianomâmis invadem constantemente umas as outras. 
   
As incursões em busca de mulheres criam um problema mais complexo: o da manutenção da coesão social necessária para sustentar a guerra. Uma das principais causas da divisão de uma aldeia é a luta por mulheres. No entanto, uma aldeia de menor porte é menos capaz de se defender contra as vizinhas maiores. A estratégia mais eficiente para manter uma aldeia grande e coesa por meio de ligações de parentesco é o casamento entre primos cruzados de dois grupos de linhagem masculina. Chagnon constatou que esse é de fato o sistema geral praticado pelos ianomâmis. 
   
Depois de deixar o xamã Dedeheiwa, um de seus informantes, exausto com uma série de perguntas sobre o motivo da aldeia se separar sucessivamente em pequenos grupos hostis, Chagnon se deparou com a sua ira: "Não faça essas perguntas estúpidas! Mulheres! Mulheres! Mulheres! Mulheres! Mulheres!". 
   
Durante seus anos de trabalho entre os ianomâmis, Chagnon entrou em discórdia com os salesianos, o grupo missionário católico que constituiu a principal influência ocidental na região ianomâmi. Em vez de viajar de canoa e a pé para as aldeias ianomâmi remotas, os salesianos preferiram induzir os ianomâmi a se estabelecerem perto dos locais de sua missão, mesmo que isso os expusesse a doenças ocidentais às quais tinham pouca ou nenhuma imunidade, escreve Chagnon. Ele também se opôs ao fato de os salesianos terem dado armas aos ianomâmis, que os membros da tribo usavam para matar uns aos outros, bem como para a caça. 
  
Os salesianos e os inimigos acadêmicos de Chagnon viram a oportunidade de unir forças contra ele quando o escritor Patrick Tierney publicou o livro "Trevas no Eldorado" (2000), acusando Chagnon e o conhecido médico geneticista James V. Neel de terem deliberadamente provocado uma epidemia de sarampo entre os ianomâmis em 1968. 
   
Com base nessas acusações, dois dos acadêmicos que criticavam Chagnon o denunciaram para a Associação Americana de Antropologia, comparando-o ao médico nazista Josef Mengele. A associação nomeou uma comissão que, embora tenha absolvido Chagnon da acusação da epidemia de sarampo, no entanto, reagiu de maneira hostil, acusando-o de ir contra os interesses dos ianomâmis. 
   
Em 2005, os membros da associação votaram por uma margem de dois para um a favor da rescisão do relatório da comissão. Mas o estrago já estava feito. Os adversários de Chagnon no Brasil conseguiram impedir outras viagens do antropólogo à região. Seus últimos anos de pesquisa sobre os ianomâmis foram interrompidos. 
  
Em 2010, a associação votou a favor de retirar a palavra "ciência" do planejamento de suas missões, passando a focar na "compreensão do público". Seu desgosto pela ciência e seu ataque a Chagnon são agora uma parte indelével de seu histórico. 
    
Por outro lado, Chagnon tem como legado o fato de ter sido capaz de obter um profundo conhecimento a respeito da última tribo que ainda vivia em estado natural no mundo. "Noble Savages" é uma prova notável do esforço de um engenheiro que passou 35 anos tentando desvendar o funcionamento complexo de uma sociedade humana intocada.
    
Sobre o livro: "Noble Savages – My Life Among Two Dangerous Tribes – the Yanomamo and the Anthropologists" ("Bons selvagens – minha vida entre duas tribos perigosas – os ianomâmis e os antropólogos"); por Napoleon A. Chagnon; Simon & Schuster; 544 páginas; R$ 87,50 sob encomenda na Livraria Cultura .

sexta-feira 08 2013

Mulher


Acessibilidade a luta continua

Imagens da reunião entre a Associação Carajás e Ministério Público Estadual. 
   
A Associação Carajás luta para que os Portadores de Necessidades Especiais tenha acesso livre as repartições e logradouros públicos. 
   
A Lei já existe há muito tempo, mas como sempre acontece, é mais uma Lei que não é cumprida em Tucuruí. Existe um TAC firmado entre o MPE e a Viação Tucuruí e diversas ações na justiça contra a CMT e PMT, para que os Portadores de Necessidades Especiais tenha respeitado o seu direito de acessibilidade às repartições e logradouros públicos. 
   
Imagens:
   
Reunião da Associação Carajás e MPE
   
   
Escada da Câmara Municipal de Tucuruí
   
Escada do prédio da PMT.
    

quinta-feira 07 2013

Audiência Pública sobre a criação do IPASET foi adiada para segunda-feira dia 11/03/2013

A Audiência Pública em que será discutida a criação do IPASET (Fundo de Previdência Municipal de Tucuruí) foi adiada para segunda-feira, dia 11/03/2013, no prédio da Câmara Municipal de Tucuruí, às 19h00min.
   
O SINTEP enviou um ofício para o Presidente da Câmara Municipal de Tucuruí solicitando que a Câmara Municipal não aprove a criação do IPASET, sem que todas as dúvidas quanto à viabilidade econômica e fiscal, bem como às vantagens sociais sejam dirimidas. Abaixo a cópia do ofício. 
    
Opinião do Folha: Acreditamos que a criação do IPASET, mesmo que este fundo de previdência prejudique os servidores municipais e a população de Tucuruí como um todo é inevitável, e os motivos são evidentes: 
    
1 – A criação da Previdência Municipal vai reduzir a contribuição da Prefeitura passando dos 22% de contribuição para o INSS, para 12% para o IPASET, isso SE o prefeito realmente fizer o repasse da contribuição patronal e a contribuição dos servidores. Como é de conhecimento público a PMT tem como hábito descontar do salário dos servidores da Prefeitura e não repassar os descontos para quem de direito, faz isso com a Caixa Econômica Federal, SINSMUT e ASERT. 
    
2 – A Câmara Municipal de Tucuruí tem um histórico de subserviência total e irrestrita aos interesses dos prefeitos, fato este percebido pela população que não costuma reeleger vereadores. Seria ingenuidade supor que os vereadores fizessem uma exceção neste caso, colocando o interesse público acima do interesse do prefeito. Não duvide que o projeto do IPASET possa ser votado e aprovado em alguma seção secreta na CMT, antes mesmo da audiência na segunda, tudo é possível em Tucuruí. 
    
Conclusão: 
    
Mesmo que os representantes dos Servidores Municipais consigam alterar o projeto, aumentar a representatividade dos servidores no IPASET e criar garantias legais para o repasse e a proteção dos recursos do Fundo de Previdência Municipal, concluímos que pelos motivos descritos nos itens 1 e 2 acima, e lembrando ainda que a Lei municipal pode ser alterada de acordo com a conveniência do prefeito, e considerando também que as Leis municipais em Tucuruí são criadas e alteradas sem que seja dada qualquer publicidade, pelo contrário, algumas são consideradas segredo de Estado, e que Leis em Tucuruí, ainda mais municipais não garantem nada e não enseja segurança alguma, o “estupro” está para ser consumado, e não há nada que se possa fazer a respeito, a não ser lamentar mais uma vez pelo funcionalismo público e pela população de Tucuruí. 
     
Todos nós colhemos o que plantamos e respondemos pelos nossos atos. Ao reeleger o Prefeito Sancler, e eleger os atuais vereadores, tanto os funcionários municipais quanto a população de Tucuruí, assumiram os riscos e a responsabilidade pelos acontecimentos resultantes desta escolha, e pelos atuais e futuros atos do executivo e do legislativo. 
     
Fica para os funcionários Públicos Municipais e para a população de Tucuruí o alerta e o exemplo de que: O VOTO TRAZ CONSEQUÊNCIAS. 
     
Agora só resta a sociedade organizada em Tucuruí continuar a luta por justiça e por uma Tucuruí melhor, suportar as provações com coragem, dignidade e cabeça erguida, e torcer para que o tempo passe rápido. 
     
Não podemos culpar a Deus, ao destino ou a quem quer que seja pelo que está acontecendo e ainda vai acontecer com Tucuruí e seu povo, a culpa é toda nossa. 
     
Mas não devemos desistir e nos entristecer, devemos continuar a ter fé em Deus e na sua verdadeira e infalível justiça. O futuro a Deus pertence e ninguém conhece seus planos.
   
Vejam a cópia do ofício do SINTEP:


quarta-feira 06 2013

Associação Carajás de Portadores de Necessidades Especiais se reúne com o MPE

Representantes da Associação Carajás. Imagem do Blog da DRª Edileuza
   
Representantes da Associação Carajás de Portadores de Necessidades Especiais se reuniram com o Dr. Antônio Manoel Cardoso Dias, Promotor de Justiça da 3ª Promotoria de Tucuruí, para tratar de soluções do problema de falta de acessibilidade dos portadores de necessidades especiais nos prédios públicos e transporte público urbano em Tucuruí.
    
Também existe um TAC firmado entre o MPE e o Hospital Regional de Tucuruí que não foi cumprido, além de ações ingressadas contra a Prefeitura e Câmara Municipal de Tucuruí.
    
Na oportunidade o promotor se comprometeu a marcar uma reunião com os representantes da Associação Carajás para o dia 14 de março de 2013, às 10h00min na sede da Associação. 
    
Será juntada cópia do TAC firmado entre o MPE e o Hospital Regional para adaptação da enfermaria do hospital aos portadores de necessidades especiais. 
   
Serão convidados representantes da APAE, ADESVASP e Carajás.
   

Direito de Resposta

Inicialmente quero agradecer as pessoas que se manifestaram em minha defesa. 
  
Para me defender não preciso de anonimato, por isso o meu comentário está identificado. Estou em minha casa doente e só hoje fiquei sabendo dessas acusações contra a minha pessoa, feito por gente de que não tem a coragem de mostrar a cara. Sempre exerci a minha profissão com honra e dignidade. 
   
Faz tempo que não exerço a função de contador em Tucuruí, apenas de assessor. Realmente ajudei a escrever o projeto de lei de criação do Funprev fazendo as adaptações para o Município de Tucuruí e tive a coragem de ir debater com os servidores, antes do projeto ir ao Poder Legislativo.
   
Não tenho nenhuma participação nesse projeto de lei do IPASET, se tivesse, acreditem, estaria no debate como sempre fiz, pois nunca deixei de mostrar a cara nessas horas. A previdência é hoje um tema complexo que requer muito conhecimento e especialização e eu não os tenho. Lamento, profundamente, essas acusações levianas assacadas contra mim.
   
Francisco Feitosa Fernandes - Chico Contador.
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Equipe Folha: Esta resposta foi enviada como comentário, no entanto democraticamente mesmo que não solicitado, publicamos a resposta no mesmo espaço e dando a ela a mesma importância da matéria original.
      
Somente discordamos do termo: "acusações levianas". Em primeiro lugar creditar a autoria do projeto do IPASET ao autor do projeto do primeiro FUNPREV, autor este que continua prestando serviços como assessor da administração da Prefeitura de Tucuruí (suponho que na área contábil), não é acusação (já que fazer projeto de previdência municipal não é crime, ou é?) e muito menos leviana, e sim uma conclusão lógica, mas que em se tratando de conclusões não é infalível.
     
O projeto do FUNPREV, assim como o projeto do IPASET (semelhantes) em nossa opinião é nocivo e prejudicial (e o extinto FUNPREV prova isso) não só para o funcionalismo municipal, como também para toda a população, pois deve aumentar o endividamento do município e dificultar a aposentadoria dos servidores do município.
    
Quanto às matérias e comentários sobre a responsabilidade dos contadores com relação à má utilização do dinheiro público por parte dos gestores corruptos, a nossa opinião é a mesma. Queremos lembrar que não lhe acusamos de irregularidade ou crime algum, nosso comentário sobre este assunto foi genérico, e se o senhor não se enquadra e não faz parte da lista de maus contadores que fraudam a contabilidade pública para beneficiar maus gestores, ficamos felizes pelo senhor, e desejamos que o senhor continue a exercer a sua profissão com honra e dignidade como o senhor afirma que faz.

Quanto a mostrar a cara, sugiro ao senhor que olhe na barra lateral direita do Blog e veja que o Folha de Tucuruí é um Blog assinado, e que o responsável pelas publicações e pelo Blog assume a responsabilidade pelas matérias publicadas.
    
Sem mais comentários, desejamos que o senhor esteja melhor de saúde e se recupere rapidamente.
    
Equipe Folha.
    

Utilidade pública - O golpe das recargas de celulares pré-pagos

Um dos nossos editores foi vítima do golpe das recargas de celulares pré-pagos. 
     
O golpe é o seguinte: Quando você entra em contato por telefone ou Internet com um destes telefones ou sites de recarga de celulares, já na recarga eles te cobram de R$ 1,00 a R$ 4,99 de "taxa", os valores da taxa estão quase imperceptíveis. 
     
Depois eles te propõem um "Seguro Premiado Opcional" de R$ 4,99. Na verdade tanto faz você aceitar ou não o tal seguro, você pagará por ele. No caso do nosso editor, apesar de não aceitar o seguro, o mesmo foi creditado indevidamente em seu cartão de crédito todos os meses, mesmo sem recarga nenhuma. 
      
O Editor entrou em contato com a administradora do cartão e percebeu que seria muito difícil bloquear a cobrança indevida devido as dificuldades e burocracias impostas pela administradora do Cartão Mastercard (Caixa). Somente após ameaçar cancelar o cartão de crédito, foi dada pelos atendentes do Mastercard, uma solução para o problema. 
      
Portanto advertimos aos nossos amigos e visitantes para terem muito cuidado com estes sites e empresas que recarregam celulares pré-pagos. Não utilizem estes serviços e não forneçam a eles o número do seu Cartão de Crédito, se não quiserem ser explorados e roubados por esta máfia. 
       
Não entrem nesta roubada.
    

terça-feira 05 2013

Amanhã haverá Audiência Pública sobre o IPASET, esperamos que o debate seja livre e democrático

Amanhã haverá Audiência Pública para discutir a criação do IPASET (FUNPREV III). 
       
Na última Audiência Pública envolvendo a Prefeitura sobre a transferência da Maternidade Municipal para o Hospital Regional de Tucuruí, os representantes do Conselho de Saúde e representantes da sociedade organizada que se posicionaram contra a transferência da maternidade, foram impedidos de se manifestarem livre e democraticamente, e todos sabem qual foi o resultado para a Saúde Pública em Tucuruí. 
      
Esperamos que desta vez o representante do Ministério Público permita que os Funcionários Municipais e seus representantes contrários à implantação da Previdência Municipal (uma posição oposta a do Prefeito Sancler), possam se manifestar livre e democraticamente, sem impedir e cortar o microfone e sem ameaças de expulsão do recinto. 
      
Quem está com a razão não teme debates, não teme posições e ideias contrárias, não usa a repressão e não utiliza o abuso de poder como argumento. 
     
Esperamos que a democracia e o respeito mútuo prevaleçam.
    

Regularização Fundiária beneficiará 24 mil cidadãos em Mãe do Rio

A Universidade Federal do Pará e o Grupo de Trabalho da Prefeitura Municipal de Mãe do Rio consolidaram neste final de semana, 2 e 3 de março, o plano e os métodos de trabalho que nortearão a legalização de aproximadamente 6.000 lotes na sede do município, beneficiando uma população estimada em mais de 24 mil pessoas nas glebas Palheta e Rio Guamá II, por meio do Projeto Moradia Cidadã: Regularização Fundiária e Urbanística em Municípios do Estado do Pará, que envolve o Ministério das Cidades e a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp). 
   
O plano de trabalho prevê para o mês de abril a capacitação dos técnicos municipais para o processo de regularização fundiária, a mobilização e a realização de reuniões preparatórias com as comunidades beneficiadas, o levantamento topográfico dos terrenos e das residências, o cadastro social das famílias em cada domicílio e o mapeamento das atividades econômicas institucionais e comunitárias existentes nas glebas. 
   
O método de trabalho terá como eixo central a gestão democrática e a participação efetiva das representações da sociedade civil organizada na formulação, execução e decisão do Projeto Moradia Cidadã. “O projeto fortalece o desenvolvimento urbano do município, além de compartilhar a transferência de conhecimentos e metodologias entre os moradores e gestores no município”, explica Myrian Cardoso, coordenadora Técnica do Projeto Moradia Cidadã. 
   
Estão previstas no plano, ainda, o reconhecimento do parcelamento do solo existente com propostas de urbanização, contendo o sistema viário, a delimitação dos equipamentos públicos e privados, tais como escolas públicas, postos de saúde, pavimentação, coleta de lixo, drenagem, segurança, rede bancária, rede elétrica e sanitária, feiras de hortifrutigrangeiros, comércios e habitação, entre outros equipamentos municipais. 
   
Os dados coletados revelaram que a parte urbana do município está cercada por grandes fazendas existentes desde o início da construção da Rodovia Belém-Brasília em 1950. Como a economia atual da cidade é centrada na agricultura familiar, comércio e serviços, os gestores municipais começam a perceber a necessidade de expansão urbana para um novo ciclo produtivo com a implantação de um pólo de plantação da palma de óleo (dendê), uma vez que a bacia leiteira já é atendida no município pela empresa de laticínio Manacá. “Neste contexto, a regularização fundiária urbana é um instrumento pelo qual se garante o acesso à cidade e se promove o ordenamento urbano, em prol da qualidade de vida e cidadania dos moradores”, detalha a coordenadora. 
   
Segundo ela, está previsto no plano o registro do parcelamento do solo urbano, o cadastro físico social dos imóveis, o desenho da planta e memorial dos lotes, recolhimento a análise da documentação dos moradores, quanto ao atendimento dos requisitos da Lei Federal nº 11.952, de 2009, que dispõe sobre a regularização fundiária urbana na Amazônia Legal, por meio do Programa Terra Legal. 
   
Superadas estas etapas, diz Myrian Cardoso, a UFPA e a Prefeitura de Mãe do Rio começarão a confecção, emissão e assinatura de pareceres e contratos de doação das áreas para o moradores. “Em seguida, será feita a configuração da existência do lote no sistema patrimonial da cidade e, posteriormente, o registro do imóvel no cartório local e a entrega do título ao morador”, assinala, mostrando os desafios da regularização. 

TRABALHO DE CAMPO 
   
Para consolidar estas demandas no Plano de Ação, durante os dias 27 e 28 de fevereiro, membros da Comissão e do Grupo de Trabalho Municipal de Mãe do Rio visitaram a Câmara de Vereadores, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a sede da Prefeitura, do Rotary Clube, secretarias municipais, cartório e diversos bairros e comunidades para fazer um levantamento de dados urbanos, socias, territoriais e documentais para embasar o processo de regularização fundiária de Mãe do Rio. A secretária de Ação Social, Jarlene Lima, representou o prefeito de Mãe do Rio, José Ivaldo Guimarães, mais conhecido como Badel, durante as visitas. 
   
A coordenadora do Grupo de Trabalho Municipal, Larissa Nelson, afirma que regularizar é construir uma cidade com planejamento urbano, dignidade e desenvolvimento social. “O projeto é amplo e desafiador. A partir da regularização buscaremos recursos para pavimentação, saneamento básico, respeito ao código de posturas, saúde, transporte público e a titulação das terras, além de investir na atração de pólos universitários, empresas, cursos pré-vestibulares e melhorias estruturantes que gerem emprego e renda para os moradores da cidade. A parceria é o caminho para realizar este sonho que começa a se transformar em realidade”, enfatizou. 
   
O município de Mãe do Rio foi criado pela Lei nº 5.456, de 11 de maio de 1988, sancionada pelo então governo Hélio Gueiros, com área desmembrada de Irituia. Mãe do Rio era conhecida como KM 48. Em maio próximo, a cidade completará 25 anos de emancipação, quando será feito o lançamento oficial do Projeto de regularização fundiária e urbanística no município. 
   
EQUIPE DA UFPA E PREFEITURA DE MÃE DO RIO

PLENÁRIO DEBATE MORADIA CIDADà

EQUIPE DA UFPA E DE MÃE DO RIO VISITAM BAIRROS DE MÃE DO RIO
   
Assessoria de Imprensa – 
Kid dos Reis - Mtb: 15.633 - SP-SP – 
Tel: 91.3201.8308 – Cel: 89 06.9401

Candidato sincero


segunda-feira 04 2013

Laços de família, Pará o novo Maranhão.

Imagem do Blog da Perereca
    
Títulos da matéria da Perereca::
 
- Pará o novo Maranhão
 
- Pará dá cargos a parentes de desembargadores
 
- Jatene tem parentes em cargos de confiança
   
Para ler a matéria completa, Clique aqui.

domingo 03 2013

Familia de Jatene entra pela janela do Executivo, legislativo e judiciário.

Folha de S. Paulo 
    
O governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), tem ao menos sete familiares, além da ex-mulher e da ex-cunhada, em cargos de confiança no Executivo, no Legislativo e no Judiciário do Estado. 
     
Todos esses cargos são preenchidos sem concurso. 
     
O interessante é que o Governador Jatene (PSDB), é do mesmo partido de oposição que cobra honestidade e transparência do Governo Federal. 
      
A hipocrisia do PSDB não tem limites, para eles somos todo um bando de idiotas. 
   
Bastaria para o Governo Federal tornar públicas as práticas do governo tucano no Pará (como por exemplo, em Tucuruí), para desmoralizar de vez o discurso moralista do PSDB. Mas no caso do Pará, isso seria denunciar a própria liderança petista paraense. 
    
PSDB e PT são adversários nas eleições, mas aliados nas ilegalidades, e quando está em jogo o interesse particular e comum dos seus caciques, eles se unem e se protegem uns aos outros. Leiam a matéria completa no Blog  do Jeso.
     

Tucuruí - Transito mortal

O trânsito em Tucuruí é um dos mais desorganizados e mortal do Pará, quem sabe do Brasil inteiro. Com a municipalização do trânsito incompleta, a Companhia de trânsito de Tucuruí CTTUC nada mais é que um cabide de emprego do prefeito. 
   
Uma cidade fora da Lei em que não se faz concurso público há quase sete anos (todas as outras cidades do Estado fizeram um ou mais concursos públicos neste período), e uma cidade em que o prefeito municipal se julga (com razão e com o apoio e cobertura do Governador) acima da Lei e onde a impunidade impera e os "Agentes de Trânsito", não são concursados, não tem poder de polícia ou legitimidade para aplicar multas, pois estão em situação tão ilegal e burlando a Lei, tanto quanto os infratores de transito da cidade. 
   
Para tentar ‘“contornar” a Lei, os supostos agentes de transito da CTTUC, multam e depois as multas são assinadas pelos agentes de transito do DETRAN, que assim tentam dar um ar de legalidade as multas e aos atos dos supostas Agentes de Transito. No entanto basta que o cidadão recorra e demonstre o artifício e que a multa foi feita por pessoa que não foi LEGALMENTE credenciada para agir como Agente de Transito, para que a multa seja anulada. 
   
Enquanto isso, o transito da cidade está um caos e se perdem vidas preciosas tendo como causa o desrespeito às Leis, tanto por parte dos motoristas irresponsáveis, quanto pelo poder público municipal também administrado por pessoas mais irresponsáveis ainda. É lamentável que o DETRAN compactue com este tipo de coisa. O pior é que a população não tem a quem recorrer, pois o poder público em Tucuruí se julga e efetivamente está acima da Lei. 
   
Um absurdo, por exemplo, são os caminhões carregados de madeira (refugo para carvoarias) com excesso de carga, cargas perigosas e muito altas que trafegam pelo centro da cidade, colocando em risco a vida dos transeuntes, motoristas e do próprio condutor. 
    
Vejam nas fotos acima um caminhão carregado de madeira que tombou no trevo da COHAB, e que por pouco não causou uma tragédia. 
   
Esta é a realidade de uma terra sem lei.