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terça-feira 18 2021

Masturbação, certo ou errado?

Tudo bem se masturbar?

Independente de convicções religiosas é inegável a sabedoria dos Mestres yogi indianos.

Nesta palestra Sadhguru fala de forma simples e lógica sobre um tabú que é a masturbação, prática condiderada "pecado" nas crenças judaico/cristãs.

Sadhguru explica o que deveria ser óbvio, o desejo sexual é uma necessidade física como a fome. Não existe problema algum com a masturbação, desde que ela não se torne algo mais importante em sua vida do que realmente é.

Se você, por exemplo, colocar a comida como algo mais importante do que ela realmente é em sua vida, você vai prejudicar a sua saúde e os seus relacionamentos amorosos.

Somos seres inteligentes e sociais, portanto, a nossa prioridade deve ser evoluir como pessoa, buscar o conhecimento, a evolução da sociedade e da qualidade de vida e dos relacionamentos, visando o autoaprimoramento e um mundo melhor para TODOS.

Você pode colocar a satisfação das suas necessidades básicas como prioridade de vida, no entanto você estará desperdiçando sua experiência como um ser inteligente, também estará jogando fora centenas de milhares de anos de evolução dos nossos ancestrais humanos, ao se colocar na mesma faixa que os seres irracionais, cujo único objetivo na vida é somente satisfazer às suas necessidades físicas e imediatas. E você com sua herança genética merece mais do que isso.

Respondendo à pergunta do título: Não há nada de mais com a masturbação que é natural, e se ela atende a uma necessidade física e não é praticada com exagero, e também não é pecado, já que pecado não existe, você é livre para fazer o que quiser, no entanto é responsável pelas consequências dos seus atos. 

Mas assistam esta palestra do Sadhguru sobre a masturbação, vocês vão gostar.


André Resistência

segunda-feira 17 2021

A única solução possível para a pandemia


No mesmo barco!

O EGOÍSMO É O MAIOR ALIADO DO VÍRUS

A única solução possível para findar a pandemia é a humanidade abandonar de vez o egoísmo. Não se trata de moralismo piegas e sim de sobrevivência.

Não existe uma forma totalmente segura de combater o vírus, as vacinas são sem dúvida a forma mais eficiente, mas só seriam realmente eficazes se a grande maioria da população mundial se vacinace no menor período de tempo possível, e fossem tomadas as medidas de proteção como o uso de máscaras e distanciamento social.

Vacinar populações isoladamente só dá uma proteção relativa por um período de tempo, já que a alta transmissão em países como o Brasil e Índia, por exemplo, permite a rápida mutação e evolução do vírus para cepas mais contagiosas, mais resistentes e mais fatais.

Agora mesmo na Índia, até pessoas já vacinadas, estão morrendo por terem contraído uma nova cepa do vírus que "aprendeu" a driblar os anticorpos adquiridos com as vacinas atuais.

Sendo assim, TODOS os povos do mundo estão vulneráveis enquanto houver uma só comunidade sem proteção onde o vírus possa evoluir e ficar mais resistente, contagioso e mortal.

Mas para que toda a humanidade esteja protegida, toda a humanidade terá que se unir e se proteger mutuamente. Toda a humanidade deve entender que todos os homens fazem parte de um mesmo organismo vivo e o que acontece a um homem, reflete em maior ou menor grau em todo o seu povo, e o que acontece com um povo reflete em toda a humanidade.

O maior aliado do vírus é o egoísmo e a ambição, temos visto que o dinheiro tem sido colocado acima da própria vida, estão colocando o dinheiro (economia) acima da vida de populações inteiras, em uma loucura generalizada.

Certamente vamos vencer esta pandemia, no entanto o mundo nunca mais será o mesmo. O mundo (leiam humanidade), quase acabou em uma guerra nuclear entre os EUA e a União Soviética no incidente dos mísseis em Cuba, foi por um triz.

Agora temos a pandemia e a guerra nuclear ainda é uma ameaça, haverão outros conflitos entre superpotências, haverão outras pandemias e outras ameaças à raça humana, nossa única saída é a união de todos, o que só será possível escolhendo o amor como opção de vida, e abandonando de vez o egoísmo que nos dividem, nos separa, e tem o potencial de nos aniquilar como espécie, e não pensem que a nossa extinção fará alguma diferença para o universo, a própria terra e a natureza ficarão bem melhor sem nós.

André Resistência

quinta-feira 13 2021

LBV - Presença Luminosa e Libertadora

 


Presença Luminosa e Libertadora

Paiva Netto

No dia 13 de maio, completamos, no Brasil, 133 anos da Abolição da Escravatura e desde 2004, por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), comemora-se o 2 de dezembro como o Dia Internacional dessa ação libertária. O intuito é fazer com que todos se recordem de que, longe de ser um estigma superado, ainda hoje é mal que aflige diversas partes do planeta. Ao refletir sobre essa terrível realidade, trago a vocês, prezados leitores e leitoras, estas palavras extraídas de meu ensaio literário Jesus, o Libertador Divino, que publiquei na imprensa na década de 1980:

Existe um Libertador cuja influência transcende limites ou datas humanas. Sua atuação é constante. Enquanto houver fome, desemprego, falta de teto, menores sem escola e carinho, idosos sem amparo e afeto, gente sem quem a conforte, há uma inadiável emancipação social e de todas as etnias ainda por fazer.

Consigna a História personagens notáveis, que dignificaram a existência terrestre. Entretanto, ao inexorável passar do tempo, da lembrança dos povos vai esmaecendo a fama das realizações de muitos deles, somente restando os seus nomes e a pálida recordação dos seus feitos.

Um desses vultos históricos de todos os tempos e de todas as nações gloriosamente resiste. Cada vez mais fulgura a Presença Luminosa e Libertadora. Sua marca indelével firma-se na memória dos seres humanos: “Passará o Céu, passará a Terra, mas as minhas palavras não passarão” (Evangelho, segundo Lucas, 21:33).

Sua vida — infância, juventude, pregação da Boa Nova, padecimentos, morte, ressurreição — não encontra paralelo na Terra: “Vós sois de baixo, Eu sou de cima; vós sois deste mundo, Eu não sou” (Evangelho, segundo João, 8:23).

Depois Dele, a vivência do ser humano nunca mais foi a mesma: “Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. Aquele que vive e em mim acredita não padecerá eternamente” (Evangelho, segundo João, 11:25 e 26).

Sacudiu as Almas e convocou para Belém a diligência dos poderosos. A Seu respeito profetizou Simeão: “Eis que este Menino está destinado para a ruína e o erguimento de muitos, e para ser alvo de contradições” (Evangelho, segundo Lucas, 2:34).

Desde a infância, manifestou o Seu elevado saber: aos 12 anos já pregava aos doutores da lei, revelando o Seu Divino conhecimento. Falava-lhes com avançada sabedoria. Deixava-os atônitos e em demorada reflexão, tamanha a sublimidade das lições que as Suas réplicas encerravam: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê Naquele que me enviou, já passou da morte para a Vida Eterna” (Evangelho, segundo João, 5:24).

(...) Quereis saber o Seu nome? Jesus!, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, ipso facto, sem resquícios de intolerância, porquanto Ele, para redenção nossa, é Amor elevado à enésima potência, “a Claridade perene, que, vinda ao mundo, ilumina todo ser humano” (Evangelho, segundo João, 1:9).

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

quarta-feira 12 2021

Bolsonaristas em Tucuruí afrontam a Lei Eleitoral

Outdoor no centro de Tucuruí, com propaganda ilegal e extemporânea promovendo candidato.

Propaganda Eleitoral Ilegal

Em Santarém o Ministério Público Eleitoral representou contra políticos que tiveram instalados outdoors com comemorações pelos seus aniversários. 

Os promotores (com razão), consideraram os outdoors como Propaganda Irregular Extemporânea, inclusive o Folha de Tucuruí publicou a matéria do MPPA.

Já em Tucuruí, alguns outdoors com propaganda eleitoral do Presidente Bolsonaro, foram colocados em locais estratégicos e movimentados pela cidade, sem que ninguém tenha tomado nenhuma providência.

Entre outros outdoors que foram colocados a meses pela cidade, destaco o que foi colocado na BR margeando o lago entre a Vila do KM 11 e a Hidroelétria de Tucuruí, e o outdoor colocado no centro da cidade na Av. Brasília perto da Praça da Bica (imagem acima).

Vejam na imagem que a propaganda ilegal é tão explícita, que além da imagem do Bolsonaro e frases usadas por sua campanha nas últimas eleições presidenciais, o outdoor mostra o ano de 2022, que é o ano da eleição para Presidente da República em que Bolsonaro é candidato à reeleição.

A pergunta que não quer calar: Será que em Santarém a Lei Eleitoral é a mesma que em Tucuruí? Ou será que o Bolsonaro está acima da Lei?

André Resistência

segunda-feira 10 2021

MP representa contra outdoors de políticos

Ministério Público do Estado do Pará

MPPA eleitoral representa contra políticos por propaganda fora do tempo permitido

Dezenas de outdoors estão expostos na cidade com homenagens pelo aniversário, mas que indicam promoção pessoal

SANTARÉM

A promotoria de Justiça da Eleitoral de Santarém ingressou nesta segunda-feira, 10 de maio, com Representação ao Juízo da 20ª Zona Eleitoral, por propaganda irregular extemporânea e por meio de outdoor, praticada por políticos em Santarém, requerendo que seja determinada de imediato a retirada forçada de todas as placas que trazem a mensagem de felicitações de aniversário espalhadas em locais estratégicos da cidade, e que servem como propaganda pessoal dos representados.

O promotor de Justiça Tulio Chaves Novaes ingressou com representação contra os políticos Henderson Pinto, que ocupa o cargo de secretário Regional de Governo do Baixo Amazonas, e Ney Santana, mas destaca que todos os demais que forem flagrados em propaganda semelhante serão igualmente representados pelo MPPA eleitoral. Em relação a Henderson Pinto, a representação informa que há pelo menos 33 outdoors fixados na cidade, com mensagens que denotam promoção pessoal para auferir ganhos políticos e eleitorais.

As mensagens, embora pareçam “inocentes” homenagens, subscrita por amigos pela passagem de seu aniversário, “na verdade escondem claras propagandas políticas e eleitorais extemporâneas”, alerta o MP. O conteúdo antijurídico do ato da campanha política alavanca o nome do representado antes do tempo e promove a figura de futuro candidato a cargo eletivo nas eleições que se realizarão somente em 2022.

Além disso, também poluem visualmente o espaço público e apresentam potencial para conduzir artificiosamente a vontade do eleitor, prejudicando o seu livre arbítrio e ferindo a proibição própria do sistema eleitoral, que abomina qualquer propaganda política por meio de outdoor, ressalta a promotoria.

De acordo com a Representação, esse tipo de promoção, que comumente a mídia política chama de “alavancagem do nome do futuro candidato”, ou “ter o seu nome lembrado”, o MPPA configura como abuso que extrapola a mera promoção pessoal. “O fato é que, fenomenologicamente, aquilo que está longe dos olhos é comumente esquecido e o esquecimento é o pior que pode ocorrer para um político profissional previamente e durante uma campanha eletiva. A imagem estimula a memória dos potenciais eleitores, qualificando aquele que se valeu do estratagema como uma possível opção de escolha”.

Na representação contra Henderson Pinto, a promotoria destaca que o aniversário do político foi no dia 24 de abril, porém até esta data as placas continuam espalhadas, todas com a mesma arte e fotografia, identificando propósito único, mesmo que tentem passar a ideia de terem sido patrocinados por grupos de pessoas diferentes com o objetivo de homenageá-lo. No conteúdo, o nome do candidato e a frase “liderança se faz com trabalho” estão destacados em negrito, bem mais do que frase “feliz aniversário”, o que demonstra a intenção de divulgar a pessoa do representado.

Por esses motivos, o Ministério Público Eleitoral requer a determinação de liminar em caráter de urgência, sem ouvir a parte contrária, para a retirada forçada, com base no poder de polícia, de todos os outdoors que indicam propaganda eleitoral extemporânea e irregular, bem como de outros iguais a estes, que estejam espalhados pelas ruas da cidade, fazendo cessar imediatamente a propaganda ilícita.

Requer a notificação do representado para, caso queira, apresentar defesa no prazo de 48 horas, bem como apresentar notas fiscais e documentos que indiquem a quantidade produzida e os custos totais e individuais dos outdoors, e a identificação e posterior notificação da empresa responsável pela produção e publicação, para que esclareça ao Juízo a quantidade e o custo da propaganda.

Ao final, sendo julgada procedente, requer a condenação do Representado na pena prevista no § 3º do art. 36 da Lei 9.504/97 e artigo 1º, § 4º da Resolução TSE nº 23.457/2015 (pela propaganda extemporânea), sendo a multa pecuniária aplicada em seu grau máximo, considerando os custos da propaganda e a capacidade financeira elevada, bem como a ousadia do Representado, e a necessidade de se desestimular condutas semelhantes de terceiros.

Texto: Assessoria de Comunicação - MPPA