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segunda-feira 22 2010

Ver. Jones coloca um link para o Folha

Agradecemos ao Ver. Jones William, o link em seu Blog para o Folha de Tucuruí. Reconhecendo a gentileza e atenção, colocamos um link para o blog do Jones também. Um abraço...

Vereadores cobram atenção da Sec. de Saúde

Tucuruí com à saúde na UTI

Na sessão de hoje o clima esquentou, vereadores que apoiam o prefeito cobraram mais atenção da Sec. Nilda na área da saúde. Inclusive denunciando a falta de RX, material estéril para cirurgia e medicamento no Hospital Municipal. O blog antecipou! Do Blog do Ver. Jones William

Uma análise política que merece ser lida

O PSDB e seu Versalhes imaginário

Do blog A Perereca da Vizinha.

O PSDB precisa de um banho de povo. Mas o problema é se há tempo para isso até outubro.

Há uns meses, os tucanos andavam embriagados pelo clima de “já ganhou” de José Serra.

A dura realidade das pesquisas mostrou, porém, a possibilidade de um novo naufrágio.

Daí, talvez, a hesitação de Serra em dar o pontapé na campanha presidencial: o inesperado crescimento de Dilma (inesperado apenas para os tucanos) vai transformando a Presidência numa aventura, em tudo oposta à reeleição ao Governo de São Paulo.

Lembro que este blog já dizia, há alguns meses, que era muito cedo para fazer previsões quanto às eleições paraenses.

E um dos fatores de incerteza era justamente o desempenho de Dilma Rousseff.

Não se sabia se emplacaria – mas também não havia como afirmar o oposto, até pelas inegáveis qualidades dela, o peso da máquina e o fenômeno eleitoral chamado Luís Inácio Lula da Silva.

Com a arrogância de sempre, porém, os tucanos preferiram ignorar tudo isso.

Repetiam que Dilma não tinha chances porque era uma desconhecida e uma pesadíssima mala – como se o Serra não fosse também...

Hoje, o clima de “já ganhou” do tucanato vai dando lugar a uma enorme ressaca.

Faltou-lhe perceber que entrará em campo para enfrentar a máquina – e a máquina de um governo extremamente popular.

Os tucanos tiveram oito anos para descer o salto e não o fizeram.

Insistiram em apenas torcer o empinado nariz para o operário de parca instrução.

Não investiram na tradução popular de seu programa de governo.

Não tiveram a humildade de aprender com o luminoso comunicador que é Luís Inácio.

Não conseguiram nem mesmo carimbar os programas sociais que conceberam e dos quais os petistas acabaram por se apropriar.

Partido sem massa, sem povo, o PSDB não conseguiu cultivar nem mesmo um saudável orgulho em relação ao muito que fez pelo povo brasileiro.

Não conseguiu se livrar desse mau espírito, desse encosto de nobreza decadente.

Daí que não consiga acertar nem o mote da campanha: não sabe o que vender, nem como vender.

Bem vistas as coisas, o PSDB é um dos pais de Lula.

Ao manter-se encastelado em seu Versalhes imaginário; ao adotar como única estratégia a ridicularização do “operário-Jeca” do Palácio do Planalto; ao não se preocupar em traduzir em linguagem popular os males do aparelhamento e do gigantismo do Estado, o PSDB cavou um fosso cada vez mais profundo em relação aos “filhos do Brasil”.

Por isso a facilidade de Lula em se transformar em “guia” e “pai” de todos eles.

Em tal contexto, a candidatura de Serra é emblemática e problemática.


Emblemática porque representa o ideal tucano do governante iluminado, mesmo que a expressar-se em chinês.

Problemática porque o cenário exigiria alguém com a leveza e a juventude de um Aécio Neves.

Quem sabe nos próximos quatro anos os tucanos consigam compreender, afinal, que não é o povo que tem de vir ao partido.

Mas o partido é que tem de ir ao encontro do povo.

Paulo Octávio vai desistir mesmo

Do blog de João Bosco Rabello:
Não durou 48 horas a decisão do empresário Paulo Octávio de permanecer no governo do Distrito Federal.
Ele foi convencido por amigos e assessores mais próximos a tirar do bolso a carta de renúncia.
O “Dia do Fico” de Paulo Octávio tinha o objetivo de construir um pacto político em torno do interesse comum dos atingidos pela crise em evitar a intervenção federal em Brasília.
O efeito foi contrário: sua permanência aumentou as chances da intervenção. E, com ela, o medo maior: abrir o debate em torno da revisão da autonomia política do Distrito Federal.
São exatamente esses dois pontos – intervenção e autonomia do DF -, que constituem a espinha dorsal da carta revisada de renúncia que o governador em exercício apresentará na semana que se inicia.
Paulo Octávio jogou a toalha e reconheceu que o sonho de governar Brasília é só um fetiche e que amor mesmo ele tem pelas suas empresas.
Já teve seu momento Aloizio Mercadante, de renunciar à renúncia. Agora, renuncia à renúncia da renúncia.
Não custa esperar para ver.

Brecando a saída do pescado em Marabá, Tucuruí e Jacundá

Quem informa é a competente jornalista Selma Amaral:

A gerência regional da Agência de Defesa Agropecuária (Adepará) localizada em Marabá, está se preparando para atuar nas ações de combate a saída do pescado “in natura” durante o período da semanada santa. Segundo Jorge Luis Cavalcante, gerente regional do órgão, cerca de vinte profissionais devem atuar na operação que será montada a partir da publicação do decreto da Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará.

Antes disso, a gerência deverá reunir com homens da Polícia Militar e com os pescadores da colônia Z-30. A ideia é fazer um trabalho preventivo e de planejamento estratégico com barreiras de fiscalização na rodovia BR-222, que dá acesso a outros estados. “Nosso trabalho vai proibir o transporte e a comercialização de pescado natural entre municípios e os estados próximos da região de Marabá”, avisa.

Além de Marabá, a fiscalização ficará de olho na produção dos municípios de Tucuruí e Jacundá, que também cruza a rodovia BR-222 para alcançar outros estados. Entre as espécies mais comercializadas e apreciadas na região estão o Tucunaré, Jaú e o Surubim. Pelos cálculos da Secretaria de Pesca e Aquicultura cerca de 200 toneladas de pescado deverão ser disponibilizada à população durante o período da semana santa. Do Blog do Hiroshi