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domingo 22 2012

Valente

Este é o Tote, o cãozinho mais valente e estressado de Tucuruí e mora na Cohab na casa de um funcionário da PMT.

Tote além de valente e estressado, também é muito possessivo e ciumento com suas coisas, principalmente de um calango de plástico que adotou.
 
Uma gracinha vocês não acham?

Tote valente e mal humorado.

BRASÍLIA: Apresentada proposta de resolução que cria o código de ética do MP

Foi apresentada nesta terça-feira, 17 de abril, a proposta de resolução que dispõe sobre o código de ética no âmbito do Ministério Público da União e dos Estados.

De autoria do conselheiro Adilson Gurgel, o texto traz os deveres fundamentais, funcionais, administrativos e legais dos promotores e procuradores de justiça, além de enumerar atos incompatíveis com o decoro do cargo.
   
"O texto é um esboço, uma primeira proposta de código de ética para o MP", explicou Adilson Gurgel. "Espero a contribuição não apenas dos conselheiros, mas também das associações de classe e das unidades do Ministério Público em todo o país", afirmou.
   
Entre os deveres dos membros do MP previstos no projeto estão o de manifestar-se sobre os casos de impedimento legal e de suspeição por razões particulares ou de foro íntimo; recusar presentes, doações, benefícios e cortesias de pessoas, grupos ou autoridades que estejam ou pareçam estar relacionados ao cargo; e informar ao corregedor-geral caso tenha participação superior a 5% do capital de sociedade de economia mista, instituição ou empresa que negocie com o poder público.
   
Pela proposta, é permitida a participação de promotores e procuradores em seminários, congressos e eventos semelhantes, inclusive com custeio de despesas de deslocamento, desde que o responsável pelo evento não tenha interesse direto em procedimento sob responsabilidade do membro do MP.
   
Entre os atos que atentam ao decoro do cargo, estão, por exemplo, utilizar, para fins privados, servidores, bens ou serviços exclusivos da administração pública e nomear ou designar, para cargos em comissão e para funções comissionadas, cônjuge, companheiro ou parente até terceiro grau, próprio ou de outro membro do MP.
   
Texto: Assessoria de Comunicação
Conselho Nacional do Ministério Público
(61) 3366-9124
ascom@cnmp.gov.br
Twitter: @cnmp_oficial

sábado 21 2012

Ilusão de ótica

 
Não, esta não é a garagem da prefeitura, este é o estacionamento da Oficina Fire, e todos estes carros estão esperando peças para conserto, muitos destes consertos não passam de R$ 500,00.
  
Nos pátios de outras oficinas e algumas Secretarias, muitos outros veículos já viraram sucata.
  
É que o Prefeito prefere alugar carros e beneficiar empresas de amigos, do que recuperar e manter a sua própria frota.
  

sexta-feira 20 2012

Sem comentários

Diário do Pará 20/04/2012.





A construção da a felicidade


Não vemos as coisas como elas são - vemos as coisas como nós somos. Alcançar a felicidade requer a superação dessas limitações sem transgredir os próprios valores e posicionamentos
   
Dulce Magalhães
   
De onde vem essa cegueira eterna que nos faz lidar com o novo usando os velhos padrões? Estamos reduzindo as possibilidades de nossa vida e limitando o potencial de nossa obra pela dificuldade de nos abrirmos verdadeiramente para o horizonte mais amplo do novo. Os padrões que formatam nosso olhar sobre a existência também criam uma cortina de fumaça que nos ilude e confunde nossas percepções. 
   
Albert Einstein nos ensina que “não é possível resolver os problemas no mesmo nível de consciência que os criou”. É preciso transcender o estado do pensamento e da percepção que gerou determinada situação ou relação e funcionar em um estado mais amplo e, portanto, mais cheio de possibilidades. 

A forma como enxergamos a realidade é que a modela. Vivemos dentro dos limites de nosso olhar, de nossa percepção. Cada um de nós modelou uma lente, uma forma de ver a realidade, ou o que a ciência chama de paradigma. Essa formatação não é a verdade – é apenas um modelo pessoal da verdade. Sendo assim, é preciso que estejamos atentos à possibilidade de ver outras formas, outros modelos de mundo. 
   
Estado tão ambicionado quanto fugidio, a felicidade é assunto de permanente interesse em qualquer latitude. Ao lado da espiritualidade, das relações interpessoais saudáveis, da ecologia e da cultura, ela figura entre os temas de destaque do VII Congresso Transpessoal Internacional, promovido pela Associação Luso-Brasileira de Psicologia Transpessoal (Alubrat) em Águas de Lindoia (SP) entre 4 e 7 de setembro. Uma das palestrantes do evento, a educadora e escritora Dulce Magalhães, mostra a seguir que chegar à felicidade envolve necessariamente uma grande transformação interior.
   
Não há perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar. Tudo pode ser integrado em novos níveis de consciência e, dessa forma, somos capazes de transcender o desafio sem transgredir nossos valores e posicionamentos. Aliás, só estaremos resolvendo verdadeiramente uma questão se estivermos em alinhamento com nossa própria consciência e guiados por nossos valores mais caros.
  
Há muitas outras formas de perceber a mesma realidade, além daquela que estamos usando. E nenhuma delas será mais vantajosa do que a alternativa da felicidade. Estar em perfeita integração consigo mesmo, em sintonia com valores coletivos de fraternidade, liberdade e igualdade, sermos inspirados por ícones que buscam elevar a consciência individual e planetária. A felicidade é a criação de um cosmos dentro do caos.
  
A separação entre a causa e o efeito, entre indivíduos ou entre perspectivas é ilusória. Tudo está interligado e funcionando em uma grande e harmoniosa intenção correta. Por vezes somos incapazes de percebê-la, mas o tempo, o grande curador de todas as feridas, sempre revela que nada está sem sentido e nenhuma ação é desconectada da fonte.
  
É preciso transpirar uma nova realidade para poder vivenciá-la. Enquanto não nos posicionarmos e não fizermos a escolha, viveremos no mundo que não escolhemos nem desejamos. Este é um momento de con-vocação, de re-união, de re-construção. O chamado já está sendo feito; que possamos atendê-lo e nos seja dado o privilégio de nos tornarmos a mudança que queremos ver no mundo, como nos ensinou Mahatma Gandhi.
  
Tempo de crisálida
  
É preciso deixar morrer. É preciso aprender a liberar o que já não é mais. Há partes de nós que resistem, apesar de obsoletas. Que certezas carregamos sem questionar? Onde estão nossas dificuldades de aceitação que não nos permitem sair do sofrimento? 
  
Há tempo para tudo na vida. Mas é preciso deixar morrer a lagarta. A semente do que fomos e as ilusões nas quais construímos nossa visão de mundo foram uma etapa necessária da existência, mas chega o momento da transformação. Aquilo que era bom não representa mais o futuro. 
  
A segurança não pode ser medida pela convicção, mas pela habilidade de duvidar e, mesmo assim, ser capaz de seguir em frente. A lagarta é a promessa do que podemos nos tornar; contudo, não é a experiência completa nem um fim em si mesma. É uma etapa inicial, acertadamente percorrida. A infância da vida, o desabrochar da inocência, a experimentação da realidade. 
  
Então há o momento de deixar a lagarta morrer. Esse é o tempo da crisálida. Quando saímos das certezas aprendidas para as verdades elementares. Introjetamos a experiência e repassamos a vida pelo crivo caloroso da essência. Existe alegria, júbilo nessa vivência, pois não há nada melhor do que renascer. Nascer pode não ser uma escolha, mas renascer é fruto da consciência que acorda e deixa morrer aquilo que não vive mais. 
  
Claro que, como qualquer das passagens da existência, tornar-se crisálida não é uma experiência isenta de tumulto. Há estertores da antiga lagarta que resiste em desaparecer, sem compreender que de fato se transforma em algo maior e melhor. A crisálida contém a lagarta, mas vai muito além dela.Essa interiorização a que a crisálida convida é um estado reflexivo, de harmonização entre o ser e o fazer, entre o desejo e o destino. É a edificação da consciência em estado de maturidade. É, ao mesmo tempo, um estado de insensatez, de loucura, de fazer coisas inesperadas, fora do senso comum. É preciso muita maturidade para enlouquecer de forma sensata.
  
Loucura mesmo é permanecer lagarta. Arrastar- se por aí, sem perceber a magnificência da vida. Acordar e dormir sem perceber que o tempo entre esses dois momentos é o mais significativo. Não será em nenhum outro dia, nenhum outro momento e nenhum outro lugar. Especialmente, não precisamos ser outra pessoa para nos transformarmos. O ser que somos já basta. 
  
É preciso lembrar que a lagarta é semente e que a experiência acumulada é a matéria-prima na qual podemos construir o casulo que vai abrigar a crisálida.
É tempo de se voltar para o interior, a essência. Um momento de recolhimento das distrações do mundo. O sabático do cotidiano. 
  
Na aparência, aos olhos apenas focados no exterior, a crisálida é um casulo de morte. É o fim da lagarta e nada mais se vê. Não há beleza nem movimento, nenhum tipo de ação. É o fim de um ciclo, mas não se pode adivinhar o que virá daí. É preciso aprender a confiar no fluxo, acreditar no sábio processo da natureza, que fará revelar aquilo que pode ser.
  
Muitos obser vadores desavisados vão condenar a crisálida. Vão apontar suas deficiências, suas perdas, suas dificuldades, sua fragilidade. Contudo, não se pode confiar na impressão das outras lagartas. Cada uma delas também haverá de experimentar o mesmo processo, cada uma a seu modo, porém lagartas não estão prontas para compreender a crisálida.
  
O que é uma aparente deficiência pode ser, de fato, um redimensionamento da experiência de existir. O que é percebido como perda pode, na verdade, ser um desapego libertador. As dificuldades nada mais são do que a consciência em pleno exercício, percebendo mais e, portanto, experimentando coisas e situações novas. É do falsamente frágil que surge a força, o vigor, a vida.
  
Por falta de experimentação, o vocabulário das lagartas condena a experiência de crisálida. A resistência se organiza, a crítica se intensifica, mas o processo não pode mais ser interrompido. Uma vez que a lagarta comece a se transformar, já não há mais volta. E é desse recolhimento, dessa autoimolação do passado que surgirão as condições para o desabrochar de uma nova experiência, mais ampla, mais rica, além de qualquer aspiração.
  
Da antiga lagarta se tem a experiência do corpo. Dos desafios vividos nascem as antenas da percepção. Da entrega surgem o veludo e as cores. O ser se apresenta além das restrições e, de par em par, desdobra suas asas e se permite voar para esse lugar mítico chamado felicidade. É para lá que estamos todos fadados a seguir.

  

quinta-feira 19 2012

Túnel do tempo - Para as novas gerações de eleitores...

PMDB - Balcão de negócios...

Do Blog da Franssinete
  
  
É possível que o PMDB não lance candidato para fazer frente ao deputado Manoel Pioneiro (PSDB), presidente da Alepa, que se mantém disparado na corrida à prefeitura de Ananindeua.
  
Conversas nos bastidores, em tom cordial, apontam um acordo que pode envolver outros municípios, principalmente Belém, onde Priante almeja disputar o segundo turno com o deputado Edmilson Rodrigues, tido como favorito.
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Opinião do Folha: O acordo PMDB/PSDB inclui Tucuruí, um município descartável e sem importância no cenário político paraense, considerado como um curral eleitoral e político do Deputado Parsifal Pontes, candidato a uma vaga vitalícia no Tribunal de Contas dos Municípios.
   
Quantos peemedebistas estão neste momento sendo usados como moeda de troca do cacique do PMDB Jader Barbalho e Parsifal Pontes em todo o Pará? 

Jader já tem três dos sete conselheiros do TCM, mais um e ele terá a maioria no conselho  do TCM no Pará, portanto poderá dar as cartas nos municípios no Pará, e manobrar a seu bel prazer os prefeitos paraenses.
   

MPM instaura inquérito para apurar aditivo milionário da PM paraense com a Delta Construções

Do Blog da Perereca
 
"Ministério Público Militar instaura inquérito civil público para investigar novo contrato da Delta Construções com a PM do Pará. Promotores vão reunir semana que vem para traçar estratégia de ação. Aditivo elevou valor global do contrato para mais de R$ 17,6 milhões." Vejam a matéria completa.
  

Chavico, o primeiro da cúpula peemedebista de Tucuruí no governo Sancler

O Jornal de Tucuruí anunciou que o peemedebista Amintas Pompeu, conhecido popularmente como “Chavico”, que é irmão do vice-prefeito de Cametá (PMDB) Benedito Chaves Pompeu, que antes de se eleger em Cametá foi chefe de gabinete na administração do ex-prefeito Parsifal Pontes.
  
O Chavico cuja família aluga diversos imóveis para a prefeitura de Tucuruí, é o primeiro integrante da cúpula do PMDB em Tucuruí a assumir oficialmente um cargo de confiança na administração do prefeito Sancler. Vejam a matéria completa.
  

quarta-feira 18 2012

PMDB - CRISE DE IDENTIDADE

   
Repercutiu muito mal a suposta tentativa de indicação de um candidato laranja pelo PMDB. O objetivo seria indicar um candidato sem chances, a exemplo do Juvenil nas eleições para governador do Estado, com a intenção de dividir e impedir a união das oposições contra o prefeito nas eleições municipais.
  
Enquanto o ex-prefeito Cláudio Furman dizia não ser candidato "a não ser que não tivesse alternativa", a cidade se encheu de outdoors do Cláudio com a foto rejuvenescida e melhorada com fotoshop como qualquer propaganda política que se preze. Além disso, membros do diretório saíram pelas ruas de Tucuruí, falando com o povo e filiados do PMDB dizendo cobras e lagartos e queimando o Gualberto afirmando que o mesmo não é o candidato do partido.
   
Já os aliados do prefeito a exemplo de membros do PMDB, reforçam a candidatura do ex-prefeito cuja candidatura favorece ao chefe, além disso o prefeito disse em uma participação no Programa Tucuruí Agora, que nestas eleições fará gol sem goleiro, numa óbvia afirmativa de que não terá adversário (literalmente).
  
O prefeito já havia falhado em controlar o PC do B e expulsar o Roquevam, o resultado foi que a executiva inteira foi expulsa do partido e o Roquevam ficou, falhou também no PT apostando em outro candidato do partido nas prévias, e falhou ainda na tentativa de tornar o Jones inelegível.
  
Já no PMDB encontrou terreno fértil e propício, diante das ambições pessoais de membros da executiva e líderes do partido, e do controle que o prefeito tem junto à maioria dos vereadores que vão aprovar (ou não) as contas dos ex-prefeitos Cláudio Furman e Parsifal Pontes, que estão na Câmara Municipal para serem aprovadas.
  
O Gualberto está em Belém e não se sabe o que será resolvido, se o PMDB assume uma postura de partido sério, ou se mantém a mesma postura do sem querer querendo. Não se sabe se o Gualberto conseguirá contornar a situação, ou se vai entrar no jogo e se submeter aos interesses pessoais da liderança do partido, ou se vai chutar o pau da barraca e dar a volta por cima. Vamos esperar para ver.
  
O fato é que ser candidato do PMDB em Tucuruí é um empreendimento de risco, já que o partido tem o péssimo hábito de trabalhar contra seus próprios candidatos. Um exemplo foi que nas eleições municipais passadas membros do Partido foram ao programa eleitoral do adversário do PMDB (na época o então prefeito Cláudio Furman) se identificaram como membros do partido ("família" 15) e pediram voto para o adversário do PMDB e ficou por isso mesmo. Parece que foi combinado.
  
Outra situação foi que a direção do Hospital Regional de Tucuruí que era do PMDB no governo passado (agora é do PPS), trabalharam intensamente para eleger o atual Vereador Tabaco do PRP e abandonando à própria sorte os candidatos do PMDB, que sem apoio não conseguiram se eleger, o resultado é que o PMDB não fez um vereador enquanto o nanico PRP, praticamente desconhecido da população de Tucuruí, fez um representante na CMT. 
   
Por "coincidência" e apesar de dever seu mandato ao PMDB, o vereador Tabaco faz parte da base aliada do prefeito, sendo que todos sabem da influência que o Parsifal (pelos motivos já explicados) tem sobre o Edil. Parece que é combinado.