Todos nos acusam de advogar o lado contrário, mas só até que uma matéria os agrade, aí permanecem nossos fãs até que fazem besteiras e virem notícia, aí começa tudo de novo.
Vamos esclarecer mais uma vez: Temos membros de todas as classes sociais, e filiados em praticamente todos os partidos, no Transparência Tucuruí e no Folha de Tucuruí, por isso o folha é tão democrático e confunde tanto as pessoas.
É claro que cada um de nós tem as suas simpatias e as suas opiniões, por isso quando um dos membros nos envia uma matéria comprovada, de erros cometidos POR POLÍTICOS E AGENTES PÚBLICOS, não tem como esta matéria não ser publicada. Deixar que preferências e motivos particulares, mesmo de membros da direção, afetem os objetivos do movimento e do site, seria trairmos nossos ideais e uns aos outros, se assim agíssemos, tanto o movimento quanto o Folha em pouco tempo acabariam. Nossa força está na nossa união, na confiança mútua e na nossa credibilidade, sem isso não somos nada.
Por isso ficamos tão revoltados quando vemos pessoas traindo os seus ideais e as pessoas que neles confiam. Isso é mais comum na política do que muitos imaginam, mas a política a que nos referimos é a política dos corruptos e bandidos.
A verdadeira política é praticada por cidadãos de bem, esta é Política de verdade sim, ela é necessária à convivência social, uma política ética, saudável, honesta e que visa o bem estar do povo e o desenvolvimento do país. Por mais incrível que pareça a política verdadeira existe sim, e depende de nós fazer com que ela triunfe.
Negar que existem homens de bem na política e afirmar que ninguém presta, é crer que as trevas vencem a luz, que o mal é mais forte que o bem e que o demônio subjuga a Deus, ou seja, uma impossibilidade.
Nosso lado é a verdade e a ética na política e não temos outro. Acreditar que estamos do lado de alguém só porque esta pessoa é amigo de um dos membros do folha, membro de determinado partido político, de uma determinada religião ou tem cargo em algum órgão público, é decepção na certa.
Se quiserem nossa simpatia, apoio e defesa, é simples: Sejam honestos, trabalhem pelo bem público e não usem seus cargos e dinheiro público para benefício próprio, se assim for seremos amigos e aliados para sempre. Não pretendemos que ninguém seja perfeito, apenas que cumpra com o seu dever como cidadão, principalmente no serviço público, só isso.
Sempre é bom lembrar: Não fazemos o Folha para sermos candidatos a nada, não queremos cargo nenhum e não nos importamos com o reconhecimento público. Fazemos o que acreditamos e o que devemos fazer, só isso. Nossos objetivos estão descritos na página inicial deste Blog.
Hoje foi a vez da governadora Ana Júlia ter os seus "talentos" reconhecidos no Programa Tucuruí Agora. Como a direção da Rádio não dá ponto sem nó, das duas uma: Ou o estado tem contrato com a rádio, ou a "propaganda" tem como objetivo justificar a promoção dos deputados através da emissora.
Os policiais SD. Brito e SD. Da Costa, foram chamados para uma ocorrência de desordem nas escadarias, durante a brincadeira do bloco denominado Minhocão. Na oportunidade os policiais detiveram alguns elementos embriagados que praticavam desordens e resistiram à prisão desacatando os policiais.
No momento da prisão apresentou-se o Deputado Deley(PV) e ordenou aos policiais que soltassem os presos. Os policiais chamaram a Sargento Luiza que tentou em vão contornar a situação, tendo sido os policiais desacatados, e insultados pelos baderneiros e pelo deputado, na ocasião o deputado teria segurado e puxado com força a Sargento pelos braços, o que (segundo a Sargento) lhe teria causado hematomas devido à força empregada na subjugação.
Segundo nossos colaboradores que fizeram a denúncia e forneceram provas ao Folha, a Sargento já teria se submetido a exames de corpo de delito. Caso a Sargento não retire a denúncia, o Deputado deverá responder à justiça por desacato à autoridade, e agressão a servidor público durante o exercício da sua função.
Ao que tudo indica, não bastarão apenas as explicações técnicas – e circunstanciadas – de técnicos do governo, para convencer os parlamentares a aprovar o empréstimo de R$ 366 milhões que o governo Ana Júlia pretende contrair junto ao BNDES.
É evidente que, no discurso corrente, a razão mais óbvia, mais plausível e objetiva apresentada pelos que resistem ao empréstimo é a de que os deputados não sabem ao certo em quê, onde e como os recursos serão aplicados.
No fundo do fundão, porém, uma outra razão perdura – e está não será abertamente exposta, por razões mais do que óbvias: trata-se do dividendo eleitoral.
O PMDB, que avalia concretamente a possibilidade de lançar um candidato próprio ao governo do Estado em outubro – em verdade, praticamente já se decidiu –, sabe perfeitamente que os R$ 366 milhões vão adubar as hortas de Ana Júlia aí pelo interior.
E está certo de que essa conversa de que o empréstimo beneficiaria indiretamente todos os parlamentares não passa disto mesmo: de conversa.
De conversa fiada, se quiserem.
E agora, no estágio de pré-campanha em que todos se encontram, conversas fiadas são detectadas remotamente.
Então, é preciso que emissários do governo se esmerem na conversa.
Para que não pareça tão escancaradamente fiada.DoBlogEspaço Aberto