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sexta-feira 04 2011

Hidroelétrica de Tucuruí, uma área de segurança sem segurança


É um absurdo esta situação da Hidroelétrica de Tucuruí, a partir do momento em que foi permitido o tráfego em cima da barragem, o governo abriu mão da segurança em uma área tão importante e vulnerável.

A invasão da sala de controle da Hidroelétrica de Tucuruí pelo MAB mostrou a fragilidade da segurança da barragem, e agora com a invasão e tentativa de suicídio em uma área de segurança da Hidroelétrica, demonstra mais uma vez que alguma providencia deve ser urgentemente tomada, antes que aconteça uma tragédia que está sendo anunciada.

O tráfego de veículos passando por cima da barragem tem uma série de conseqüências, não só quanto à segurança da Hidroelétrica, mas também conseqüências físicas à estrutura e equipamentos.

A vibração dos veículos trafegando por cima da barragem, muitos deles caminhões madeireiros com dezenas de toneladas causa vibração que com certeza afeta os equipamentos embaixo, principalmente as turbinas. É impossível uma boa segurança com o acesso livre de veículos à barragem.

Um ataque terrorista, por exemplo, poderia destruir todas as cidades abaixo da barragem, assim como causar um grande apagão em todo o país, com conseqüências imprevisíveis.

O impressionante é que esta situação poderia ser facilmente resolvida com a construção da ponte sobre o Tocantins que resolveria a questão do tráfego e de segurança da barragem. Será que a segurança da hidroelétrica e da população de diversas cidades, incluindo a capital Belém, não justifica o investimento?

Uma obra tão importante custaria menos que o que o Governo Federal gastou, por exemplo, no Conjunto da Nova Matinha, uma obra mal feita a partir do projeto, um verdadeiro desperdício de dinheiro público.

Escândalos, marca registrada do desgoverno Jatene




Do Blog da Perereca

Mulher de desembargador do TJE também estaria entre os novos assessores especiais de Jatene. Nora do governador trabalha no gabinete do desembargador. É o segundo caso localizado pelo blog em menos de uma semana!

É muito provável que também a mulher do desembargador Cláudio Augusto Montalvão das Neves, do Tribunal de Justiça do Estado, tenha sido nomeada para uma assessoria especial do governador do Pará, Simão Jatene.
 

É o segundo caso suspeito localizado pelo blog em menos de uma semana, na relação de quase 450 assessores especiais nomeados por Jatene em apenas dois meses.

O primeiro, como você viu na postagem anterior, foi o de duas mulheres com nomes idênticos aos das filhas do desembargador Constantino Augusto Guerreiro, que foram nomeadas para o cargo de Assessor Especial II: Karla Karime e Kamille Kelly Vasconcelos Guerreiro.

Agora, a suspeita é sobre uma assessoria que teria contemplado a mulher de Montalvão – e na listagem há ainda vários nomes que parecem de parentes de desembargadores.

quinta-feira 03 2011

Sobe em Tucuruí o número de casos de dengue notificados

Segundo a Franssinete em seu Blog, Tucuruí é o quinto município do Pará em casos notificados de dengue.

De acordo com os números atuais subiu para 263 os casos notificados de dengue em Tucuruí.

Hiroshi a caminho de Tucuruí

Do Blog do Hiroshi

Alô, Tucuruí!

Anônimos que enviaram comentários sugerindo encontros com o poster em Tucuruí, solicitamos contato direto através de emeio.

Para acertamos uma agenda de bate-papo na cidade, entrem com contato através do hiroshyb@gmail.com

O mesmo vale para os amigos de Eldorado do Carajás.

Estamos a caminho. 
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Conselho do Folha: 
Olá Hiroshi, pode vir, seja bem-vindo, mas cuidado para não ficar assim...

Por que é tão fácil, para pilantras dos mais variados tipos, roubar o dinheiro do Povo?


Existem várias causas que tornam fácil, para os bandidos de colarinho branco, roubar o dinheiro do Povo.

Tenho insistido, em mensagens anteriores, na tese de que uma das causas importantes dessa facilidade é a inexistência, no Brasil, de um Controle Social minimamente eficaz.

Há outra causa igualmente importante: a existência de diversas ferramentas operacionais que os gatunos podem usar, numa boa, para assaltar a Nação.

Aqui vai a lista das 7 que parecem ser as mais frequentemente utilizadas:

1 - criação de uma empresa fantasma, cujo endereço (registrado em cadastros de órgãos públicos) indica um número que não existe, ou um terreno baldio, ou a residência da Vovó Chiquinha, etc;

2 - alaranjamento de uma empresa. Empresa alaranjada é aquela faz negócios de milhares ou milhões, mas seu proprietário oficial (apontado por cadastros de órgãos públicos) é uma pessoa geralmente humilde, que às vezes nem sabe que seu nome aparece como dona da empresa;

3 - possibilidade de efetuar saques ou depósitos, de grandes quantias, em dinheiro vivo (essa ferramenta é muito apreciada por usuários de caixa-2 eleitoral);

4 – criação, no Brasil, de uma empresa controlada por uma caixa-preta sediada no exterior. A dona da empresa brasileira (mostrada em cadastros de órgãos públicos brasileiros) é uma caixa-preta. Ocorre que não é possível descobrir quem são os donos da caixa-preta;

5 - abertura de contas e empresas no exterior;

6 - envio ilegal de dinheiro para fora do País;

7 - importação em que o país de aquisição é um paraíso fiscal.

Verifique, por si mesmo, se o conteúdo desta mensagem é fidedigno: leia com atenção as notícias, relativas a grandes roubalheiras, publicadas pela imprensa.

Aposto que você constatará que as falcatruas relevantes estão associadas, quase sempre, ao uso de uma (ou mais de uma) das 7 ferramentas operacionais acima listadas.


Conclusão importante: se o uso dessas ferramentas for inviabilizado, ou drasticamente dificultado, a corrupção será bastante reduzida, simplesmente porque ninguém consegue fazer nada sem ter as ferramentas operacionais necessárias.

Exemplos: tente telefonar, para um conhecido que mora em outra cidade, sem a ajuda de um telefone, celular, ou outro aparelho de comunicação. Ou tente escrever seu nome, em uma folha de papel, sem o emprego de um lápis, caneta, pincel, giz, etc. Ou tente fazer uma viagem de mil quilômetros, sem usar um carro, ônibus, trem, avião, navio ou outro veículo de transporte)

Outros exemplos poderiam ser dados, mas os acima mencionados são suficientes para ressaltar, de modo claro, a importância das ferramentas operacionais na execução até mesmo de atividades cotidianas.

Resumo da ópera: sem os mecanismos que hoje estão ao seu dispor, os bandidos não conseguiriam, mesmo que quisessem, assaltar os cofres públicos.

Luiz Otávio
Conselheiro do Instituto Mãos Limpas Brasil