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sábado 31 2012

Por que os gatos sobrevivem a quedas de grandes alturas?

Cientistas tentam descobrir como gatos sobrevivem a grandes quedas
   
A sobrevivência de uma gata na cidade de Boston, Estados Unidos, depois de uma queda de 19 andares, levantou a questão de como os gatos conseguem escapar vivos de quedas de grandes alturas.
   
A dona da gata, Brittney Kirk, tinha deixado uma janela entreaberta na semana passada para que a gata Sugar se refrescasse, mas ela saiu e caiu em um gramado.
   
Segundo biólogos e veterinários, a habilidade dos gatos de sobreviver a estas grandes quedas é uma questão simples de física, biologia da evolução e fisiologia. "Este episódio recente não surpreende. Sabemos que animais exibem este comportamento e há muitos registros de sobrevivência de gatos (a grandes quedas)", disse Jake Socha, biomecânico na Universidade Virginia Tech.
  
Em um estudo realizado em 1987, que analisou casos de 132 gatos que caíram de grandes alturas e foram levados para uma clínica veterinária especializada em emergências em Nova York, os cientistas observaram que 90% dos animais sobreviveram e apenas 37% precisaram de atendimento de emergência para continuar vivos.
   
Um dos gatos, que caiu de uma altura de 32 andares diretamente no concreto, teve apenas um dente quebrado e um problema no pulmão. Ele foi liberado 48 horas depois.
   
Feitos para a sobrevivência
   
Cientistas afirmam que os corpos dos gatos foram construídos para resistir a quedas, desde o momento em que estão em pleno ar até o instante em que atingem o chão. Eles possuem uma área de superfície do corpo grande em relação ao peso, o que reduz a força com que chegam ao chão em uma queda.
   
A velocidade máxima alcançada por um gato em queda é menor comparada a humanos e cavalos, por exemplo.
Um gato de tamanho médio com seus membros estendidos alcança uma velocidade máxima (ou velocidade terminal) de cerca de 97 quilômetros por hora, enquanto que um homem de tamanho médio chega à velocidade máxima por volta dos 193 quilômetros por hora, segundo estudo de 1987 dos veterinários Wayne Whitney e Cheryl Mehlhaff.
   
Árvores
   
Gatos são animais que vivem, essencialmente, em árvores. Quando não vivem em casas ou nas ruas de uma cidade, eles tendem a viver em árvores. Biólogos afirmam que, sendo assim, cedo ou tarde eles acabam caindo. Gatos, macacos, répteis e outras criaturas vão saltar para capturar presas e vão errar, ou um galho da árvore vai se quebrar, ou o vento vai derrubá-los. Então, os processos evolutivos deram a eles a capacidade de sobreviver a quedas.
   
"Ser capaz de sobreviver a quedas é algo muito importante para animais que vivem em árvores e gatos estão entre estes animais", disse Jake Socha.
   
"O gato doméstico ainda mantém as adaptações que permitiram que eles fossem bons vivendo em árvores."
Segundo os biólogos, por meio de seleção natural, os gatos desenvolveram o instinto para sentir qual lado é o lado para baixo, algo análogo ao mecanismo que humanos usam para o equilíbrio.
Então, se eles tiverem tempo o bastante, conseguem torcer o corpo como um ginasta e posicionar os pés embaixo do corpo e, com isso, cair de pé.
   
"Todos que vivem em árvores têm o que chamamos de reflexo aéreo para endireitar", disse Robert Dudley, biólogo no laboratório de voo animal da Universidade da Califórnia Berkeley.
   
Pernas e paraquedas
   
Gatos também conseguem estender as pernas para criar um efeito de paraquedas, segundo Andrew Biewener, professor de biologia de organismos e evolucionária na Universidade de Harvard. No entanto, ainda não se sabe exatamente como isso desacelera a queda.
   
Sugar sobreviveu a uma queda de 19 andares
   
"Eles estendem as pernas, o que vai expandir a área de superfície do corpo", disse. E, quando eles chegam ao chão, as pernas fortes dos gatos, feitas para escalar árvores, absorvem o impacto. "Gatos têm pernas longas e bons músculos. São capazes de saltar bem, os mesmos músculos direcionam a energia para a desaceleração ao invés de quebrar ossos", explicou Jim Usherwood, do laboratório de movimento e estrutura do Royal Veterinary College.
   
Ângulos e gatos urbanos
   
As pernas de um gato estão posicionadas em um ângulo diferente das pernas de homens ou cavalos por exemplo.
De acordo com Jake Socha, este ângulo diferente faz com que as forças "não sejam transmitidas diretamente" em uma queda.
"Se o gato caísse com as pernas diretamente embaixo dele, em uma coluna, e (as pernas) o segurassem firmemente, aqueles osso se quebrariam. Mas elas (as pernas) vão para o lado e as juntas se dobram, e agora você está pegando aquela energia e colocando nas juntas, com menos força indo para os ossos", disse.
   
Steve Dale, consultor especialista em comportamento de gatos para a Winn Feline Foundation, afirmou que gatos domésticos em áreas urbanas tendem a estar acima do peso e fora de forma e, por isso, suas habilidades para conseguir se virar durante uma queda e cair em cima das patas é menor.
   
"Aquela gata (de Boston) teve sorte. Mas muitos, provavelmente a maioria, teriam tido problemas graves no pulmão ou então fraturas nas pernas, talvez danos na cauda e também uma fratura na mandíbula ou um dente quebrado", afirmou.
"A lição que se aprende é, por favor, coloquem telas nas janelas", acrescentou.
   

sexta-feira 30 2012

O cobrador de impostos

   
Pobre Pará, o governador do Estado está reduzido a um mero cobrador de impostos.
    
Na contramão e ao contrário de outros governadores que dão incentivos fiscais às empresas para que se instalem em seus Estados, Jatene faz exatamente o contrário, criando impostos e onerando ainda mais as empresas, reduzindo a sua competitividade nacional e internacional em plena crise econômica mundial, crise que dificulta as exportações das empresas brasileiras, isso em um país como o Brasil, que tem as mais altas taxas de impostos do mundo.
   
Com isso, os diretores das grandes empresas com certeza vão pensar duas vezes antes de instalarem as suas empresas no Estado do Pará, e com certeza irão incluir em seus estudos de viabilidade econômica o custo Pará, e se vale à pena investir e criar empregos e renda no Estado. 
   
É o imediatismo de curta visão do político que restringe o futuro aos quatro anos do seu governo e reduz o planejamento de governo aos seus interesses de curto prazo.
  

Caos na saúde em Tucuruí, fila de ultra-som

Parte da fila para o exame de ultra-som no Hospital Municipal de Tucuruí
     
HUMILHAÇÃO - Todo final de mês é a mesma história: Filas imensas para realizar um simples exame de ultra-som...
   
Pior, em uma cidade tão rica o ultra-som é alugado, aliás, quase tudo nesta prefeitura é alugado, o povo mesmo não tem nada e ainda por cima paga a conta.
  

Execução do TAC dos contratados da PMT faz aniversário de 500 dias à espera de decisão judicial

   
Hoje faz 500 dias que a execução do TAC dos contratados da PMT aguarda decisão judicial.
   
Se por um acaso o prefeito fosse condenado a pagar a partir da data de execução do TAC dos contratados da PMT, a multa estipulada de R$ 20.000,00 por dia por não ter feito o concurso da Prefeitura de Tucuruí no prazo estipulado pelo MPE, o Prefeito Sancler Ferreira estaria devendo hoje à justiça R$ 10.000.000,00 (dez milhões) de multa, fora as penalidades legais por crime contra a administração pública.
    
Mas em nossa opinião isso não vai acontecer, o prefeito não fará o concurso e continuará a manter as contratações ilegais e deve aumentar ainda mais o número de contratados sem concurso público na prefeitura de Tucuruí, tendo em vista as eleições municipais deste ano em que o prefeito tentará a reeleição e por isso precisa dos contratados sem concurso público na prefeitura para compor acordos políticos e captar votos.
  

quinta-feira 29 2012

Faltou luz na CMB durante o debate do caso Celpa

"Acreditem. A audiência pública sobre a Celpa, na Câmara Municipal de Belém, hoje, foi interrompida por... falta de energia elétrica. 

Teve que ser encerrada à luz de velas e remarcada para o dia 11 de abril." Leia a matéria completa no Blog da Franssinete.

Só mesmo no Pará para acontecer uma coisa assim. Deveriam mandar os tucanos que venderam a CELPA resolver o imbróglio. 

Venderam, ninguém sabe ao certo o que foi feito do dinheiro da venda, e agora querem que o Governo Federal (leia-se o povo brasileiro) arque com o prejuízo e a incompetência da Rede Celpa e do negócio mal feito e mal acabado.

ISSO É UMA VERGONHA!!!

Empresa de presidente de associação de bairro ganha licitações milionárias em Tucuruí

A empresa ETUZEA Construtora LTDA de propriedade dos sócios Kleber Leonardo Oliveira Sampaio e José Gomes da Silva (Mais conhecido como Russinho do Táxi) ganhou várias licitações milionárias em Tucuruí.
   
Entre elas está a construção de uma creche no valor de mais de um milhão e quatrocentos mil, entre os bairros Paravoá e Bela Vista (convênio FUNDEB Governo Federal), construção do cemitério obra de mais de um milhão, reforma do colégio Dulcimar Brito (Convênio FUNDEB) e do Estádio Navegantão, estas últimas estão sem placa (o que é uma irregularidade), portanto não temos conhecimento dos valores.
   
Um dos sócios da empresa o Kleber é funcionário contratado do Governo do Estado e trabalha como vice-diretor no presídio e o outro José Gomes é Presidente da Associação de Moradores do Bairro Tozetti. Isso explica a defesa e os elogios do presidente ao prefeito, ele está simplesmente defendendo o seu patrão.
   
Outra situação é que os proprietários da ETUZEA deram uma procuração ao João Gomes da Silva, irmão do José Gomes e sogro do Kleber (ambos sócios da ETUZEA). O capital da empresa é R$ 100.000,00 cem mil, neste caso capital muito baixo para licitações acima de R$ 1.000.000,00.
   
O João Gomes (Russo) é pré-candidato a prefeito de Goianésia e foi candidato a prefeito naquela cidade na eleição passada. Este é um indício de que o prefeito de Tucuruí além da interferência na política de Novo Repartimento, está interferindo direta ou indiretamente na política de Goianésia.
  

quarta-feira 28 2012

Nota oficial Sinjor-PA e Fenaj

Do Blog da Franssinete
   
“A Diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), face a nota oficial publicada pela Associação dos Magistrados do Estado do Pará (AMEPA), vêm a público reafirmar veementemente que cumprem sua obrigação de lutar para que os jornalistas profissionais não sejam humilhados, assediados, agredidos e nem vítimas de violações dos direitos humanos e de cidadania.
  
O Pará vivencia graves lesões à dignidade humana, à liberdade de imprensa e à livre expressão e manifestação, cujos exemplos emblemáticos são o jornalista Lúcio Flávio Pinto, seguidamente condenado por juiz singular e desembargadores do TJE-PA por dizer a verdade em relação a notório esbulho do território paraense, reconhecido através do devido processo legal pela Justiça Federal; a jornalista Franssinete Florenzano, alvo de injúria, difamação e discriminação sexual perpetradas pelo secretário de Estado de Comunicação do Pará, Ney Messias Jr., e de denunciação caluniosa e assédio moral pelo vereador Gervásio Morgado; e a jornalista Tina Santos, agredida covardemente por policiais militares do Grupo Tático de Marabá, sendo vítima de lesões corporais e morais.
  
Trata-se de situação de extrema gravidade, a ensejar providências urgentes, sob pena de nos tornarmos coniventes com condutas inadequadas de agentes públicos em detrimento dos fins superiores dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Imprensa livre é sinônimo de defesa dos legítimos direitos de democracia e de cidadania. Como muito bem o diz a ministra Eliana Calmon, corregedora do CNJ, o STF não é mais o mesmo e a sociedade e os meios de comunicação também não são. O Judiciário não é dos juízes, é da nação. É dos jurisdicionados. Todos os segmentos da sociedade têm participação nele. E isso é que é bonito na democracia. Queremos enaltecer os bons magistrados, numa agenda positiva, e o desejável é que a AMEPA seja parceira nessa luta.
  
Temos trilhado o caminho da serenidade e da conciliação. Peticionamos à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça a fim de expor as irregularidades processuais e confiamos que será declarada a nulidade da condenação a Lúcio Flávio Pinto. Solicitamos ao governador Simão Jatene audiência para tratarmos de assuntos relacionados aos fatos graves envolvendo a integridade física e moral dos jornalistas. Em resposta, fomos orientados que tratássemos dos assuntos perante a Casa Civil. Diante da falta de bom senso de autoridades e entidades que deveriam, pelo seu grau de responsabilidade, ter muito mais cuidado e empenho em cumprir o que é justo e certo, o caminho a ser trilhado, doravante, é a formalização de denúncia junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA).
  
Reiteramos ainda, que nós, Jornalistas, sabemos que decisão judicial é para ser cumprida, porém, isso não nos tira o direito de lamentar e de nos manifestarmos sobre ela.
  
Jornalistas que atuam com seriedade incomodam políticos e empresários poderosos; a busca da verdade atrapalha quem não se porta com dignidade, por isso tantos profissionais de imprensa são liquidados. O Brasil é o oitavo país mais perigoso do mundo para jornalistas. Lutaremos com todas as nossas forças para reverter essa triste realidade.
   
Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará
Federação Nacional dos Jornalistas"
   

Notícia importante para as Rádios Comunitárias

Prezados,

Gostaríamos de divulgar a nossa chamada pública para rádios comunitárias http://artigo19.org/?p=1312

Em 2011, a ARTIGO 19 identificou uma série de violações à liberdade de expressão relacionada à radiodifusão comunitária. Queremos aprofundar o debate sobre estas questões. Por isso, com o apoio da Associação Mundial de Rádios – AMARC, a ARTIGO 19 lança uma chamada pública para monitorar os casos já conhecidos, além de registrar e estudar as novas ocorrências. 

O Centro de Referência Legal em Liberdade de Expressão e Informação da ARTIGO 19 prestará apoio jurídico para algumas associações comunitárias que:

- estejam com dificuldades jurídicas em atender ao aviso de habilitação; ou
- estejam há muitos anos aguardando que seu pedido seja concluído no Ministério das Comunicações; ou
- respondam a processo judicial pelo exercício não autorizado da radiodifusão comunitária; ou
- estejam com alguma dificuldade jurídica relevante para o exercício da radiodifusão comunitária.

Envie o seu relato para daniela@artigo19.org. As associações que tiverem seus casos selecionados serão contatadas diretamente pela ARTIGO 19 para prestar mais informações e agendar atendimento.

ARTIGO 19
tel.: (11) 3057-0042/0071
Rua João Adolfo, 118 - 8ºandar
Anhangabaú, São Paulo, Brasil
tel. +55 11 30570042/0071
Twitter: @Artigo19
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O caos na saúde pública em Tucuruí chega até nas aldeias indígenas

Índios em situação precária em Tucuruí
   
A situação do carro dos índios.
É difícil a situação dos índios da aldeia Trocará no município de Tucuruí. Os índios recentemente fizeram uma manifestação em protesto devido ao abandono da aldeia pelo poder público, inclusive o presidente do Pólo Indígena (que também é índio) teria sido afastado do cargo.
   
Os veículos que atendem a aldeia estão sucatados e não tem remédio no posto de saúde, entre outros problemas. Os recursos para a aldeia vem do Governo Federal e são administrados pela Secretaria de Saúde Municipal, o que demonstra qua o caos na saúde pública em Tucuruí se estende ao município, Estado e até as aldeias indígenas...
   
Curiosidade: os índios da Aldeia Trocará votaram 100% no deputado João Salame do PPS, candidato do prefeito Sancler (PPS) nas últimas eleições.
   
ISSO É UMA VERGONHA!!!
  

Armas desapareceram do IML de Tucuruí

A sala de onde as armas desapareceram
foi protegida com uma grade.

Várias armas desapareceram do IML de Tucuruí. O boletim de ocorrência foi registrado no dia 23 deste mês.
    
As armas que estavam no IML para perícia vieram das delegacias dos municípios de Tailândia, Pacajá e Tucuruí. 
   
Todas as providências foram tomadas, inclusive a colocação de uma grade na sala de perícias. A Polícia Civil está tomando os depoimentos dos funcionários e investigando o caso. 
   
O Folha esteve no IML, mas os funcionários não quiseram gravar entrevista.