Alterar o idioma do Blog

quinta-feira 29 2012

Aluno da Escola Maestro João Leite tem o olho perfurado por projétil de espingarda de pressão


      
Tragédia anunciada - Ontem, um aluno da Escola Municipal Maestro João Leite ao pular o muro da escola para o terreno vizinho teve o olho perfurado por um disparo de espingarda de chumbinho (pressão). 
    
Segundo soubemos, uma vizinha do colégio exasperada com as invasões e depredações dos alunos teria feito o disparo para "assustar", mas errou o alvo e acertou o olho da criança, que provavelmente vai perder a visão do olho atingido.
    
A vizinhança da Escola Maestro João Leite, localizada a apenas uns 50 metros da casa do prefeito, não tem sossego com as invasões e depredações dos alunos da escola. Eles invadem os quintais das residências arrombando portões e pulando muros em busca de pipas, bolas, frutas ou simplesmente por "diversão" ou praticando pequenos furtos ou danificando os carros estacionados.
    
O pior é que não adianta chamar a atenção das crianças, pois os alunos enfrentam os adultos com insultos e até pedradas. E não adianta reclamar com a diretora, pois a mesma diz que passou do portão para a rua a escola não tem nada a ver com isso e não pode fazer nada, como se a educação escolar se restringisse às matérias e ao recinto escolar.
Quer dizer que se estiverem estuprando e drogando as crianças “fora dos portões da escola” e a diretora tiver conhecimento ela não vai fazer nada e não terá nada a ver com isso???
    
Ora, o fato de serem crianças não lhes dá o direito de depredar o patrimônio particular e de insultar e agredir as pessoas, diante destes fatos era só uma questão de tempo para que algum acidente acontecesse e ainda pode acontecer novamente. Existem muitas casas na pioneira que tem cercas eletrificadas e cachorros nos quintais, além do mais ao invadir as residências e pular os muros das casas, as crianças estão sujeitas a quedas e vários outros acidentes.
   
É preciso mais cuidado e responsabilidade por parte dos educadores e dos pais, em procurar saber o que as crianças fazem nas imediações das escolas, caso contrário as escolas se transformarão em formadoras de delinquentes e integrantes de gangues.
    
Esperamos que alguma autoridade tome alguma providência para evitar a repetição deste tipo de situação e outros acidentes ainda mais graves. A criança atingida carregará esta sequela e esta limitação física para o resto da sua vida, tudo isso por falta de cuidado e de orientação adequada dos educadores e responsáveis.
    
Muitas vezes os pais estão em casa e no trabalho, crentes de que seus filhos estão seguros nas escolas; ao tomar conhecimento de que os alunos dentro e fora da escola estão se comportando mal e estão em situação de risco, é obrigação de o educador comunicar o fato aos pais, e se for o caso ao Conselho Tutelar ou a autoridade policial.
    
Não estamos aqui justificando a atitude de quem fez o disparo que feriu a criança, estamos sim demonstrando que quem disparou não é a única culpada, e que este foi apenas o desfecho de uma série de erros, omissões e falta de cuidado dos pais da criança e dos educadores da Escola Municipal Maestro João Leite. É inaceitável permitir que os alunos permaneçam em situação de risco na saída das escolas.
   
ISSO É UMA VERGONHA!!!
   

Pará lidera “sensação de insegurança”.

      
Mais de 63% dos habitantes não se sentem seguros no Estado, diz IBGE.

    
BRASÍLIA - Da Sucursal
   
A população paraense lidera os índices de sensação de insegurança do país. Mais de 63% dos paraenses não se sentem seguras em sua cidade, quase 50% se dizem inseguras no seu bairro e cerca de 35% não sentem segurança em sua própria casa. É o que revelam os dados da Síntese de Indicadores Sociais 2012, divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
    
Em todo o país, o índice da população que não se sente segura no município em que reside é de 47,2%, cerca de 15 pontos percentuais abaixo da marca paraense. Quanto à sensação de insegurança no seu bairro e dentro do próprio lar, os indicadores nacionais apontam as proporções de 32,9% e 21,4%, respectivamente, ambos abaixo da média paraense.
    
O IBGE utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2009) referentes ao tema "Vitimização e Justiça" para mostrar um retrato da população brasileira em 2012. De acordo com o estudo, são as mulheres que mais temem a violência no Pará. 
    
Para 65,7% das entrevistadas não dá para viver tranquilamente na cidade em que moram. Entre os homens, esse percentual é de 60,4%. Em relação à cor ou raça, os brancos são um pouco mais inseguros que os pretos e pardos. A proporção do primeiro grupo é de 66,5% e, do segundo, é de 62,2%.
    
Entre as faixas etárias, os percentuais de sensação de segurança na cidade onde reside foram todos muito baixos, com destaque para os idosos. Somente 5,7% dos que têm entre 60 e 69 anos sentem-se protegidos. 
   
Os que têm 70 ou mais são apenas 4,2%. Entre os jovens, os com idade de 10 a 15 anos a proporção foi de 19,5%. Em seguida aparecem as faixas 35 e 49 anos (19,9%) e 16 e 24 anos (20,7%). Fonte: O Liberal.
    

Maioria acredita que os novos vereadores de Tucuruí, defenderão apenas seus próprios interesses... Como sempre.

       
Enquete encerrada, 74% dos internautas acreditam que os novos vereadores vão defender seus próprios interesses e os interesse do prefeito como sempre e que sem oposição agora que a CMT será o quintal do prefeito. No total foram 82 votos nestas duas respostas.
    
Já 15% totalizando 17 votos acham que Os novos vereadores vão defender os interesses do povo e de Tucuruí.
    
Outros 10% totalizando 11 votos, responderam que: Não estou nem aí... Agora é só vitória!!!
     
É acreditamos que a história vai se repetir mais uma vez, Tucuruí terá mais uma legislatura desperdiçada e outra renovação completa no fim dos mandatos dos vereadores.
     
Fazer o quê?
   
Agora é só vitória!!!
    

Que fim levou a investigação sobre o envolvimento do deputado José Megale nas fraudes da Alepa?

Do Blog Perereca da Vizinha
   
Dep. José Megale
"Um "mistério misterioso": que fim levou a investigação sobre o envolvimento do deputado José Megale nas fraudes da Alepa? Perereca não consegue obter resposta decente do MP. 
   
Procurador que ficou com a batata quente não quer nem mesmo se identificar. 
    
Dois procuradores já se declararam impedidos de investigar o deputado, que é o candidato de Jatene à Presidência da Alepa." Veja a matéria completa.
    
Folha de Tucuruí - Esta é a triste realidade do Estado do Pará minha gente...

quarta-feira 28 2012

Saúde da Mulher - Confira 8 curiosidades sobre sua região íntima

   
Conhecer seu próprio corpo é a melhor forma de conseguir ter prazer sozinha ou acompanhada.
  
Os tempos mudaram, mas muitas mulheres ainda se sentem envergonhadas quando o assunto é região íntima. Quebre os tabus, pegue um espelho, analise-a, toque-a. Conhecê-la é a melhor forma de obter prazer sozinha ou acompanhada. Converse com suas amigas e troque experiências. Para evitar dúvidas, o site Madame Noire listou as oito principais curiosidades que deve saber sobre a vagina. Confira: 
   
1. É possível contrair uma DST mesmo usando preservativo 
   
Isso mesmo, a camisinha não impede completamente que você contraia uma doença sexualmente transmissível (DST). Se a pele da vulva entra em contato com a pele afetada no escroto, ainda pode pegar uma DST. Por isso, dormir com diversos homens de forma aleatória pode não ser uma boa ideia. Pelo menos, se sair com os mesmos de um círculo fechado saberá de quem contraiu algo. 
   
2. Use ou perca 
   
Normalmente, mulheres após a menopausa tendem a ter uma vagina com tamanho reduzido e tecido mais frágil, podendo tornar o sexo doloroso. Pois saiba que, quanto mais “exercitá-la”, menor é o risco de ter problemas. Não deixe de fazer sexo em qualquer idade. 
   
3. A maioria das mulheres pode não ter orgasmo durante a penetração 
   
Não se sinta diminuída se você só chega lá com sexo oral ou com outro tipo de carícia. Algumas mulheres simplesmente não conseguem chegar ao orgasmo na penetração e mesmo assim têm uma vida sexual perfeitamente normal. Experimente novas posições, abuse da criatividade e tente se tocar mais e descubra o que lhe dá prazer. 
   
4. Não há mapa para o Ponto G 
   
Muito se ouve falar sobre o ponto G e algumas mulheres podem se sentir frustradas se não encontrá-lo. Ele está em um lugar diferente para cada uma, por isso não há motivo para frustração. No entanto, de maneira geral, o ponto G se localiza ao longo da parede frontal do canal da vagina. Algumas mulheres são capazes de achá-lo usando o dedo em forma de gancho (como se estivesse falando “vem cá”) e fazendo movimentos de sube e desce por essa parede. 
   
5. Vagina não tem perfume de rosas 
   
Tudo bem que higiene é item fundamental em qualquer parte do corpo. Porém, algumas mulheres têm verdadeira obsessão em perfumar a vagina com sprays específicos ou usar duchas vaginais. Pois saiba que vagina não tem de ter perfume de rosas. Ela simplesmente deve ter aroma de vagina. 
   
6. Só papanicolau detecta câncer 
   
É fundamental ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano para realizar o exame Papanicolau, responsável por detectar o câncer no útero. Nessa consulta de rotina, o médico provavelmente vai pedir outros exames para fazer uma análise completa. 
   
7. Precisar de lubrificação é normal 
   
Muitas mulheres lutam para se tornar naturalmente lubrificadas. No entanto, não se sinta mal em dar uma ajudinha a seu prazer usando lubrificantes à base de água. Isso vai deixar o sexo mais agradável e confortável. 
   
8. Não estranhe alguns ruídos 
   
Determinadas posições fazem com que saia ar da vagina, o que lembra o barulho de um pum. Se isso acontecer com você, não pense que o parceiro está pensando: “O que está errado com esta mulher?” Ele certamente já passou por isso outras vezes. O barulho acontece quando o ar é empurrado para dentro da vagina durante a relação sexual e uma mudança de posições permite que saia rapidamente. Simplesmente ignore se isso acontecer e aproveite o momento.
   
Fonte: http://saude.terra.com.br