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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A incompetente e antidemocrática direção da ASERT

Impressionante a incompetência da direção intolerante e antidemocrática da ASERT ao expulsar um associado simplesmente porque o mesmo criticou a direção da associação e defende os interesses dos servidores municipais.
                  
Esta direção na campanha eleitoral criticou a antiga direção porque a mesma, segundo eles, utilizava a instituição para fazer oposição ao prefeito e porque denunciava a apropriação indébita da prefeitura dos descontos dos servidores, dizia a atual diretoria que os ex-diretores estavam fazendo política partidária contra o prefeito na associação. Pois bem, esta diretoria assumiu e agora são eles que estão fazendo política partidária na ASERT, desta vez a favor do Prefeito Sancler Ferreira (PPS), o prefeito está destruindo a Associação com a conivência dos diretores.

          
A direção da ASERT deve administrar a associação com imparcialidade e sem partidarismo político, nem a favor e nem contra o prefeito, e sim a favor dos seus associados. A atual direção disse que recebeu a associação com uma dívida de R$ 600.000,00 seiscentos mil reais porque os ex-diretores eram contra o prefeito, pois bem, esta direção que é a favor do prefeito acumulou hoje uma dívida de R$ 2.200.000,00 dois milhões e duzentos mil reais no comércio local devido à sua incompetência e subserviência aos interesses financeiros e políticos do gestor municipal.
   
A ASERT hoje é um elefante branco, a ASERT deixou de atender a sua finalidade que é a assistência médica aos servidores municipais, que estão sem crédito no comércio, clínicas, hospitais e laboratórios, e estão sem atendimento médico na maioria das clínicas e hospitais antes conveniados. 

Fizemos um cálculo do prejuízo que é para o funcionalismo permanecer filiado a ASERT. Um Assistente Administrativo hoje na PMT desconta em média R$ 82,00 (oitenta e dois reais) para a ASERT, o que dá R$ 984,00 (novecentos e oitenta e quatro reais) por ano para a associação. A grande maioria dos servidores não gasta tudo isso em assistência médica por ano, se os servidores aplicarem isso na poupança terão muito mais lucro do que pagar para não ser atendido. Os associados da ASERT, quando a associação funcionava, tinham atendimento médico mas pagava parte dos exames e despesas médicas, e se quisesse atendimento para parentes tinha que pagar consultas e atendimentos médicos com ônus, que eram descontados dos seus salários, agora nem isso.
          
Hoje seus descontos para a ASERT são apropriados pelo prefeito com a anuência e conivência da direção da ASERT, e se os associados denunciam e criticam esta situação absurda são expulsos compulsoriamente da entidade sem direito à defesa e sem direito a recurso, uma clara violação da legislação vigente, em uma atitude ilegal e antidemocrática.
     
Desde quando um cidadão brasileiro perdeu o direito de liberdade de pensamento, de expressão e de crítica? Se eu pago por um serviço eu tenho o direito de criticar e de cobrar este mesmo serviço, assim com tenho o direito de manifestar publicamente a minha insatisfação se estes serviços não estão sendo prestados de forma eficiente.
         
A expulsão do Raimundo foi um tapa na cara de todos os associados da ASERT, a atual e incompetente administração da ASERT, deu um recado a todos os associados da ASERT, quem manda hoje na associação é a direção incompetente que não aceita críticas e não aceita nenhuma contestação por parte dos seus filiados que sustentam a entidade e são os verdadeiros donos da associação. Esta direção da ASERT é uma vergonha para o funcionalismo público municipal.
              
O SINDICATO dos Servidores Públicos Municipais e os servidores municipais tem a obrigação e o dever de dar uma resposta à altura a esta diretoria ditadora, inconsequente, incompetente e arbitrária, precisamos mostrar a estes ditadorezinhos capachos de político, que os donos da ASERT são os servidores da prefeitura, e que eles da direção são simplesmente os administradores de um patrimônio que é de todos nós. 
          
Agora me expulsem também da ASERT porque eu jamais vou abrir mão dos meus diretos constitucionais e não vou me calar diante da incompetência, das arbitrariedades e da violência da direção da ASERT. Meu nome é André Luiz Martins e Silva, sou servidor municipal concursado e filiado na ASERT e jamais vou me calar diante da arbitrariedade, da covardia, da injustiça e das práticas antidemocráticas.
        
Autor da matéria: André Luiz Martins e Silva (André Resistência).

                

3 comentários:

  1. Já pensou se a moda pega? Se criticar o Sancler vai expulso de Tucurui e se criticar a Dilma é expulso do Brasl...

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  2. Quem não tem Estrutura para ouvir criticas não pode assumir cargo público. Bancar o machão com servidor é fácil quwria ver ser machão para cobrar do prefeito... COVARDES..

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  3. Me admira muito a Adelina assinar esse documento, ela vive falando mal do Souza, porquê será que ele não a expulsou?

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