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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Comissão mista da ASERT, solicitou ao Ministério Público que investigue a dívida milionária da ASERT e as suas causas

A Comissão formada na Assembleia Geral da ASERT para tratar da dívida milionária da Prefeitura para com a associação solicitou por Ofício ao Ministério Público Estadual que convide o Prefeito Municipal e o Presidente da ASERT para prestar esclarecimentos sobre a dívida milionária da Prefeitura para com a ASERT e a dívida milionária da ASERT para com o comércio, clínicas, laboratórios e hospitais de Tucuruí.
    
Os descontos nos salários dos servidores não estão sendo repassado à ASERT (Pelo menos é isso que alega a diretoria da associação), o que tem causado sérios problemas nos convênios médicos e comerciais da Associação, o prefeito deve explicar porque se apropria indevidamente dos descontos que fazem parte do salário do servidor, e a Diretoria da ASERT precisa explicar porque mesmo tendo conhecimento do fato, ainda não denunciou esta prática criminosa à justiça e porque ainda não fez a cobrança judicial da dívida que hoje é de R$ 2.066.380,65 conforme apurado entre os credores da ASERT, este valor é pelo menos três vezes o valor de todo o patrimônio da Associação. 
   
Dívida esta que certamente levará á falência da instituição caso não seja tomada uma medida urgente para receber estes valores da prefeitura e sanar esta dívida milionária. Graças a esta dívida milionária, inúmeros convênios médicos e convênios com o comércio local foram cortados por falta de pagamento, inclusive a instituição está sendo desmoralizada pelo calote generalizado e pela emissão de cheques sem fundos pela atual direção, sendo que o servidor paga por um serviço que não está recebendo de forma minimamente adequada, já que seus descontos em folha de pagamento estão sendo desviado pelo Prefeito para outras finalidades que os servidores desconhecem.
   
É preciso verificar até onde vai a responsabilidade do Prefeito ao se apropriar indevidamente do salário do servidor, e até onde vai a responsabilidade da atual diretoria que por omissão e conivência não toma as providencias cabíveis, permitindo o endividamento da associação e ameaçando a própria existência da ASERT.
    
A diretoria da ASERT, em vez e perseguir os associados que lutam em prol e na defesa da instituição, deveria ter esta mesma disposição para cobrar pelos meios legais e disponíveis da Prefeitura os repasses dos descontos e para pagar a dívida de mais de dois milhões de reais acumulada por esta diretoria em apenas um pouco mais de um ano.
    
A Direção da ASERT quer calar a todos diante de tanto absurdo, tanto abuso e de tanta barbaridade e ilegalidade, querem que o trabalhador associado pague e fique calado, eles não aceitam críticas, mas vão ter que aceitar porque nós do Folha, do SINSMUT, do SINTEP e os servidores municipais não tem o beiço furado, não come na mão de ninguém e não tem medo de ameaças, de perseguições, de processo e nem de cara feia. 
              
A não ser que mudem de atitude, nós vamos continuar investigando e denunciando sim, e enquanto neste país tiver liberdade e democracia não vamos nos calar diante de nenhum abuso cometido contra os servidores municipais.
   
Vejam o ofício:
   
Clique na imagem para ampliar.

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