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domingo, 2 de abril de 2017

Sabotar o governo municipal é ordem em Tucuruí

              
Sabotar o governo municipal é ordem em Tucuruí
     
Derrotado nas últimas eleições municipais após 12 anos no poder, o grupo apoiado pelo governo do Estado e capitaneado pelo ex-prefeito, tenta de todas as formas desestabilizar o atual governo do Prefeito Jones William, para isso contam com a maioria na Câmara Municipal e com um exército de oportunistas que perderam cargos comissionados, cargos de confiança e contratos na prefeitura de Tucuruí, para criticar o governo e tentar jogar o povo contra a atual administração, muitos se revoltam pela perda de privilégios e de salários de marajás, por exemplo, tinha uma Assistente Administrativa na prefeitura que recebia mais de oito mil de salário por mês e existiam centenas de casos semelhantes, outros estavam com vários membros da família recebendo da PMT como contratados, muitos destes contratados não trabalhavam e alguns nem mesmo moravam em Tucuruí. Estes farão tudo para prejudicar o atual governo, mesmo que para isso tenham que prejudicar toda a cidade e seus habitantes.
         
Segundo se comenta nos bastidores políticos a ordem para os ex-contratados e ex-comissionados, além de alguns concursados inconformados pela perda de privilégios é sabotar a atual administração de qualquer forma, criando situações, geralmente fabricadas para jogar a opinião pública contra o prefeito.
            
Todos viram o “escândalo” do leite vencido, que em minha opinião não passou de uma situação criada para pressionar o prefeito. De dezenas de Escolas Municipais, o vereador foi até uma só escola e vasculhou um lixeiro à procura de sacos de leite vencidos, e eu que não sabia que sacos de leite vazios no lixo devem estar dentro do prazo de validade...
                  
Em nenhuma outra escola das dezenas que tem no município havia qualquer irregularidade na merenda escolar, isso foi atestado pelo Conselho Tutelar e pala Vigilância Sanitária, havia “leite vencido” apenas na escola visitada pelo nobre vereador, que por coincidência é do grupo político do ex-prefeito.
               
Uma das táticas do ex-prefeito quando era vice do Cláudio Furman foi contratar inúmeras pessoas, sabendo que o Cláudio teria que demitir devido à Lei de Responsabilidade Fiscal. Quando o Cláudio demitia, ele se “solidarizava” com os demitidos e “lamentava” a “crueldade” do Prefeito, e conseguiu recontratar vários que se tornaram seus aliados, como todos sabem a tática funcionou e o Cláudio foi destruído politicamente em Tucuruí.
               
Está acontecendo algo parecido, muita gente foi contratada por baixo do pano, e agora a PMT está sendo obrigada a demitir, o que representa um desgaste (proposital?) para a administração. O Prefeito não tem tempo de fiscalizar tudo o que acontece na Prefeitura, ainda mais que está muito ocupado diante dos graves problemas causados pelas dividas e processos contra a prefeitura, dívidas e processos estes herdados da administração anterior, além das contratações, muitos adversários infiltrados na PMT estão passando informações, criando situações e denegrindo a imagem da administração dando continuidade ao plano de sabotagem contra a atual administração. 
              
A oposição ao atual governo municipal quer que a atual administração seja um fracasso, só assim eles têm esperança que o povo esqueça o desastre dos oito anos de administração do ex-prefeito. Política é comparação, caso o Jones seja bem sucedido em seu governo isso pode significar o fim da carreira política do ex-prefeito, e o fim das esperanças dos parasitas que esperam poder voltar a sugar os recursos públicos.
          
Segundo dizem, o ex-prefeito pretende se candidatar a deputado estadual pelo PSDB (só podia ser), e para ele quanto pior, melhor, a mesma tática do Aécio, o mineirinho da Odebrecht, e deu no que deu. Além do mais o ex-prefeito responde a dezenas de processos e precisa desesperadamente de um mandato para adquirir Foro Privilegiado garantindo a sua impunidade.
                  
Além disso, tem a questão da fome insaciável de alguns vereadores por cargos na prefeitura, a maioria não se contenta com menos de cem cargos para seus cabos eleitorais e para pagar compromissos de campanha, e querem isso justamente quando a arrecadação da Prefeitura caiu bruscamente, para fazer ideia do tamanho da queda, em dezembro de 2016, a arrecadação da PMT foi de R$ 37.423.411,28 e em fevereiro caiu para pouco mais de vinte e um milhões e agora em março fechou em pouco mais de 19 milhões (depois publicaremos o valor exato), de dezembro para março a arrecadação da Prefeitura de Tucuruí, teve uma queda de 18 milhões (- 48.6%), isso em apenas três meses, lembrando que em maio tem a data-base e aumento de salário dos servidores municipais, diante disso é impossível aumentar o número de contratados para satisfazer a fome de cargos alguns vereadores, sem infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal, falir a prefeitura e prejudicar toda a população de Tucuruí.
               
No campo político outra coisa complicada que acendeu uma luz amarela na política em Tucuruí, foi a defesa intempestiva e afobada dos vereadores de oposição ao vice-prefeito. Dizem que o vice-prefeito tem um bom relacionamento com o prefeito, mas como se explica então que um projeto que o beneficia tenha sido proposto justo pelos vereadores da oposição e sem o conhecimento do prefeito e dos vereadores da base? 
                 
Os vereadores de oposição querem que o prefeito descumpra uma promessa de campanha cobrando a água, o que prejudica o povo (muito conveniente), e ao mesmo tempo cobra rapidez no cumprimento de outra promessa de campanha, revogando a Lei que impede o vice- prefeito de assumir a prefeitura quando da ausência do titular por menos de 15 dias. Tem mais, os vereadores da situação não tinham conhecimento do projeto da oposição até a data em que a Lei foi posta em votação, o que é um absurdo, todos os vereadores devem ter conhecimento do projeto de Lei com antecedência e antes da votação, até para terem conhecimento do que vão votar e propor as emendas que acharem necessárias para o aperfeiçoamento da Lei. 
                 
Eu concordo que o vice-prefeito deva assumir quando da ausência do prefeito, no entanto o atual presidente da Câmara Municipal votou duas vezes pela aprovação desta Lei na administração passada quando a Enilda era vice-prefeita. Agora como o vice é o Artur Brito, o Presidente de repente muda de posição em uma demonstração de incoerência muito estranha. A revogação desta Lei deve ser de iniciativa do Prefeito e não dos vereadores de oposição.
                   
Isso nos leva a pensar que este projeto é uma tentativa da oposição de bajular o vice e o jogar contra o prefeito, ou eles estão juntos e tudo faz parte de um plano de poder do vice-prefeito e dos vereadores de oposição? O que é que está por trás disso tudo? Uma tentativa de golpe também em Tucuruí (será que golpe virou moda)? Ou isso tudo é simplesmente sandice de alguns vereadores trapalhões e afobados?
                    
É bom lembrar que sabotar uma Administração Municipal é o mesmo que sabotar a cidade, já que a Prefeitura é do povo, e se a administração municipal for mal, o povo também vai mal.
                      
Seria bom que os políticos de Tucuruí começassem a colocar o interesse público acima dos seus interesses e das suas ambições pessoais. 
              

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