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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Como o PMDB em Tucuruí se tornou um mau negócio para candidatos sérios?

                         
Um anônimo fez um comentário sobre a matéria "Enquete - Por que o PMDB virou um laranjal?" e como achei pertinente e interessante a opinião do leitor, resolvi publicar o comentário e a nossa resposta, esta é mais uma oportunidade de esclarecer e mostrar para a população de Tucuruí, os bastidores e os intestinos da política paraense. 
                    
Queremos mostrar à população a realidade nua e crua, estamos mostrando a política e os políticos sem as máscaras e o que tem por trás das cortinas, nos bastidores e nos camarins. 
                    

Não é uma coisa boa de ver, e nem de mostrar, nós sabemos disso, mas esta visão e este conhecimento por mais que nos revolte e entristeça é necessário, para que a população entenda como funciona a "política" no que ela tem de pior e mais perverso, e ao entender possa melhor avaliar, e avaliando corretamente possa tomar as decisões certas e possa ainda identificar os maus políticos, para que juntos e unidos, possamos erradicar estas pessoas da vida pública em nosso país, em nosso Estado e em nossa cidade.
                      

 Anônimo 11/24/2015 6:04 PM
                 
Muito boa a leitura dos fatos. Concordo em parte.
                 
O Momento político hoje é outro.
O Sancler não tem capital politico para fazer o seu sucessor. Todas as pesquisas mostram isso inclusive a pesquisa feita pelos seus aliados. Seu candidato a sucessão é fraco. Seu poder de influênciar votos pior ainda.
           
Se fosse só o interesse do Jones que tivesse em jogo, até poderia concordar com vcs.
             
Mas o interesse neste momento de ter um palanque competitivo em Tucuruí com chances de vitória é do Helder. O que é superior ao interesse do Parsifal, Claudio e companhia.
           
Neste sentido: Como seu capital politico está desgastado o Sancler tenta desarticular as candidaturas com chances de vitória.
                 
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 Folha de Tucuruí 11/24/2015 8:49 PM
             
O momento é outro, mas a arapuca é a mesma. Sancler não morreu e tem capital politico sim, apesar de estar NO MOMENTO muito desgastado, subestimar o adversário é um erro primário e quase sempre fatal. Mas além do capital politico Sancler tem e vai continuar tendo capital financeiro, enquanto o Prefeito tiver as chaves dos cofres da PMT ele tem dinheiro.
             
Agora vamos analisar Tucuruí do ponto de vista eleitoral, ou do ponto de vista do Helder: Nós somos uma cidade importante não pelo eleitorado e sim pela arrecadação (grana).
             
Segundo a Folha de São Paulo e de acordo com os gastos de campanha nas últimas eleições no Pará, o voto paraense custa R$ 12,37 cada, e Tucuruí tem 72.492 eleitores (segundo o TSE), isso quer dizer que o eleitorado de Tucuruí custa R$ 896.726,04, ou seja, os 72.492 eleitores do município custam R$ 896.726,04 em gastos de campanha.
           
Se o Sancler, e seus "empresários" (para o hôme invasor da Praça do Rotary isso é ninharia), investirem “apenas” um milhão na campanha do Helder, já é lucro e motivo para o barbalhinho entregar Tucuruí de bandeja, ainda mais que ele já tem um bom eleitorado na cidade com ou sem palanque, como demonstrou na eleição passada. Então para o Helder como candidato a governador, o peso de Tucuruí é mínimo como eleitorado.
           
Por outro lado, hoje a elite do PMDB em Tucuruí e região está se dando bem com o Prefeito Sancler, são inúmeros cargos estaduais e municipais e milhões em negócios com a Prefeitura, e o Parsifal que não é bobo, deve participar da festa. Então para que mexer em um time que está ganhando, e mais, está dando lucro?
                     
Mas e se o PMDB tiver a chance de fazer o prefeito, não seria melhor para o Parsifal e sua turma? Depende, com Sancler e seu sucessor, a teta é certa e o "leitinho" é certo por muitos anos, isso devido aos interesses e o comprometimento mútuo, no entanto com outro candidato, mesmo do PMDB, o acesso à teta fica incerto e duvidoso, suponha, por exemplo, que o candidato do PMDB não queira "repartir o pão", ou pior ainda, se o cara quiser dar uma de honesto? Aí é o fim do mundo, pois a teta seca e as crianças ficam sem o "leitinho".
               
Então por uma questão de lógica e matemática, os caciques do PMDB na região devem preferir a grana a fazer o prefeito pelo PMDB, e com a grana poderão “conseguir” milhares de votos em outros municípios da grande Belém, que tem um eleitorado muito grande e onde o Helder foi fraco na última votação, e ao mesmo tempo permitir que a elite do PMDB na região de Tucuruí continue mamando e se refestelando na administração do Sancler. 
                    
Desta forma a elite do PMDB (os barbalhos e Parsifal) mata dois coelhos de uma cajadada só, angaria recursos para a campanha do Helder na grande Belém e região onde ele perdeu, e ao mesmo tempo garante as tetas da PMT para seus cortesãos e áulicos, por no mínimo mais quatro anos. Enquanto isso o candidato traído e o povo fazem o papel de bobos da corte e pagam a conta.
               
Em nossa opinião, se o Jones quiser ter alguma chance de ser prefeito de Tucuruí terá que mudar de partido porque este é a maior roubada, e deve sair o mais rápido possível, para não perder mais tempo e sofrer mais desgaste, e se o PMDB quiser poderá indicar o vice (se eles tiverem algum), se não quiserem é só mandar os barbalhos e o Parsifal colocar a arapuca que eles chamam de partido onde eles quiserem. 
               
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Um comentário:

  1. Só para complementar, esses políticos sabem que mesmo com o melhor candidato, não ganham do Estrategista, porque ele tem dois instrumentos (o cartão para comprar os votos dos miseráveis e a fralde das urnas eletrônicas) para eleger o futuro Prefeito de Tucuruí, independente de quem seja!.., mas é possível inviabilizar judicialmente o cartão e com o aplicativo dos mestres da Universidade de Brasilia, fiscalizar em cada seção a apuração das urnas, antes de serem transmitidas, quando os hacker's operam para mudar os resultados dos votos e da eleição.

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