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sábado, 17 de novembro de 2012

Pesquisadores descobriram como o cérebro se livra de uma lembrança ruim: muitas vezes, colocando uma boa em seu lugar.


 
Colocando lembranças boas no lugar das ruins.
    
Pesquisadores descobriram dois modos que o cérebro usa para lidar com uma memória indesejada: ou a suprime ou colocar uma lembrança positiva no lugar.
   
The New York Times. 
   
Pesquisadores descobriram como o cérebro se livra de uma lembrança ruim: muitas vezes, colocando uma boa em seu lugar.
A maioria das pessoas possui um ou dois momentos dos quais prefeririam não se lembrar. Pesquisadores relatam em um estudo recente que o cérebro possui duas formas opostas de lidar com essas lembranças. 
  
A primeira consiste em simplesmente retirar da mente a recordação. A segunda consiste em colocar outra recordação em seu lugar. 
  
Tomemos o caso de uma briga com um ente querido, afirmou Roland Benoit, neurologista cognitivo da unidade de cognição e ciências cerebrais do Conselho de Pesquisas Médicas, em Cambridge, Inglaterra. 
  
"As pessoas não querem pensar nisso porque desejam tão somente continuar vivendo suas vidas", afirmou Benoit. "A pessoa pode retirar a lembrança da mente de algum modo, ou tentar pensar em outra coisa, como, por exemplo, na linda viagem de férias que passaram juntos na França." 
  
Estudo identifica moléculas que formam memória de longo prazo 
  
Benoit e seus colegas pediram aos participantes do estudo que relacionassem a palavra "praia" com a palavra "África". Em seguida, os cientistas pediram a um grupo que evitasse pensar nas duas palavras juntas. A outro grupo eles pediram que começassem a pensar na palavra "snorkel", associada à palavra "praia" e em vez da palavra "África". 
  
Os participantes realizaram exames de ressonância magnética funcional e os pesquisadores descobriram que, no grupo que substituiu uma lembrança por outra, o córtex pré-frontal trabalhou em conjunto com o hipocampo, área do cérebro associada a recordações conscientes. Contudo, quando uma recordação indesejada é simplesmente suprimida ou ignorada, o córtex pré-frontal inibe o funcionamento do hipocampo. 
  
Pessoas saudáveis talvez usem os dois métodos alternadamente, afirmou Benoit, e as duas técnicas parecem ser igualmente eficazes. Benoit e seus colegas relatam as descobertas na edição atual do periódico Neuron.
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Opinião do Folha: Está explicado porque o povo elege ou reelege maus políticos...
   

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