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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Ai como é grande...


"O IBGE publicou ontem, 21, o caderno “Aglomerados Subnormais - Primeiros resultados”. Os dados foram compilados do Censo de 2010.
“Aglomerados Subnormais” (AS) são “favelas, invasões, baixadas e palafitas”. O caderno revela que o número de pessoas vivendo nestas áreas praticamente dobrou nos últimos 20 anos."  Imagem e texto do Blog do Parsifal. Vejam a matéria completa.

Atenção amigos, o número de pessoas vivendo nestas áreas praticamente dobrou nos últimos 20 anos. Não aumentou por culpa somente do governo passado, TODOS os governos neste período tem a sua parcela de responsabilidade.

O Pará é o terceiro em violência no Brasil ("perdendo" apenas para Alagoas e Bahia), Belém tem o maior percentual de pessoas vivendo em favelas, invasões, baixadas e palafitas e o Pará é campeão em desmatamento ilegal. 

Mas isso não é nada e está tudo bem, pois o Pará é grande. 

A miséria e a ameaça de violência a que está submetida grande parte da população paraense é apenas um detalhe e nem é o mais importante...

Pobreza extrema e condições de vida e habitação insalubre em que vive grande parte da população, índices alarmantes de violência e crimes ambientais não são importantes...


Não importa se o povo sofre, se é abatido pelos criminosos como gado no matadouro, se nossas crianças são estupradas e vendidas, se o povo é roubado e refém dos corruptos e de outros bandidos que gozam de privilégios e de total impunidade...

O importante é que vivemos em um Estado grande e "rico"!!!

4 comentários:

  1. Infelizmente aqui mais um recalcado,não aceita a opinião da grande maioria da população.O PARÁ é grande e seus problemas tambem o são .Mais um que pensava em se dar bem com a divisão do estado, se ferraram ...Agora tá insatisfeito,mude para NORUEGA e seja feliz.
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    Nota do Folha - Maioria de onde cara pálida?

    Em Carajás e Tapajós a MAIORIA disse outra coisa. Imagine se dissessem a D. Pedro I para voltar a Portugal em vez de declarar a independência do Brasil.

    Pior, imaginem se tivessem consultado os portugueses sobre a Independência do Brasil, certamente a MAIORIA diria não.

    Enquanto o Pará fizer parte do Brasil e houver liberdade de expressão neste país, moramos onde quisermos, pensamos e nos expressamos como, onde e de que forma desejarmos.

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  2. Qual maioria cara pálida? As MAIORIAS esmagadoras da população de Carajás e Tapajós votaram pelo Sim...

    Ao enforcar Tiradentes, os Portugueses não conseguiram matar o sonho de liberdade dos inconfidentes.

    Imaginem se em vês de declarar a Independência do Brasil, D. Pedro I tivesse voltado para Portugal?

    Imaginem se tivessem feito um Plebiscito sobre a separação do Brasil de Portugal e tivessem consultado os portugueses? Certamente o Não seria a maioria, já que na época os portugueses eram maioria.

    Com certeza não faltaram portugueses elitistas e exploradores a taxar Tiradentes de recalcado por querem DIVIDIR Portugal da sua colônia.

    Enquanto o Pará estiver em território Brasileiro, enquanto houver liberdade e democracia neste país, opinamos, nos expressamos e moramos onde quisermos. Ninguém vai nos dizer onde morar ou deixar de morar dentro do nosso próprio país.

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  3. A maioria reflete a resposta,a minoria o problema.A maioria se baseia em dados concretos e propostas, a minoria em desculpa,a maioria quer uma resposta para cada problema, a minoria ve todos os problemas sem respostas,a maioria diz "pode ser dificil mas nao impossivel", a minoria diz "pode ser possivel mas e' dificil".A verdade e' que sem Deus nao podemos encontrar o melhor caminho para nossas vidas,pena que alguns pensem que podem viver sempre baseados em seus recursos proprios e orgulho pessoal.

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  4. Os mentores da divisão do estado do Pará,que aliás não são em sua maioria paraenses,não esperavam que o TSE determinasse que TODOS os paraenses votassem.Ai o tiro saiu pela culatra,viram o sonho especulativo ir por agua abaixo.e na campanha beiraram o escarnio até estapeando o povo paraense ,sem mais detalhes.Foi um sonoro NÃO na cara dessa gente.

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